Presidente da SNA participa da entrega do prêmio ‘As melhores da Dinheiro Rural 2016’

Agronegócio

Presidente da SNA participa da entrega do prêmio ‘As melhores da Dinheiro Rural 2016’

Durante a solenidade, o presidente da Sociedade Nacional de Agricultura entregou o prêmio ao grupo Jacto
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Durante a solenidade, o presidente da Sociedade Nacional de Agricultura entregou o prêmio ao grupo Jacto

Pela quarta edição consecutiva, o prêmio “As melhores da Dinheiro Rural” divulgou os destaques do ano. O presidente da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Antonio Alvarenga, participou da cerimônia, realizada no dia 15 de dezembro, em São Paulo (SP), que contou com a presença de cerca de 400 convidados de vários Estados.

Na ocasião do evento, entre várias personalidades do agronegócio, também esteve presente o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, que é embaixador da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para o Cooperativismo e membro da Academia Nacional de Agricultura da SNA.

Durante a solenidade, o presidente da Sociedade Nacional de Agricultura entregou o prêmio ao grupo Jacto, na categoria Máquinas e Implementos Agrícolas; e a Gonçalves Salles Indústria e Comércio, na categoria Laticínios. Com sede em São Sebastião do Paraíso (MG), a empresa foi fundada em 1920, tornando-se famosa pela tradicional marca de manteiga Aviação.

A companhia também produz creme de leite, doce de leite, requeijão cremoso, queijos (minas, provolone, prato, ricota, mussarela e montanhês) e achocolatados, além de café torrado e moído.

Segundo Geraldo Alvarenga Resende Filho, CEO e um dos herdeiros da empresa, em 2015, a receita bruta do grupo alcançou R$ 162,6 milhões. A meta agora é ampliar a fábrica e triplicar a produção de manteiga.

“Dependemos da economia para colocar a ideia em prática”, diz o executivo. O presidente da SNA entregou o prêmio a Roberto Resende Pimenta Filho, vice-presidente do laticínio.

MAIS HISTÓRIA

Em 2015, o grupo Jacto, que foi fundado em 1948, pelo imigrante japonês Shunji Nishimura, no município paulista de Pompeia, faturou R$ 938,6 milhões. Apesar da queda de 21,1% na receita em relação ao ano anterior, a empresa manteve seus planos de investimentos e aumentou em 10% os recursos em pesquisas e desenvolvimento.

“Ajustamos a produção e quitamos dívidas para nos adequarmos ao cenário atual”, salienta Fernando Gonçalves Neto, presidente de Máquinas Agrícolas Jacto, setor que responde por 70% da receita da empresa.

O prêmio da categoria Máquinas Agrícolas foi entregue pelo presidente da SNA a Jiro Nishimura, membro do Conselho de Administração do grupo Jacto.

A grande campeã do prêmio de 2016 foi a BRF, também vencedora na categoria Agronegócio Direto – Conglomerados. A gigante brasileira, cujos produtos são encontrados em mais de 150 países, possui 19 unidades no Brasil. Em 2015, a empresa faturou R$ 32,2 bilhões, 11% acima da receita do ano anterior.

OUTRAS PREMIAÇÕES

A empresa Raízen é o conglomerado do ano no setor de Açúcar e Biocombustíveis; a São Martinho venceu em Grande Empresa, na categoria Açúcar e Biocombustíveis; e na categoria Médio Porte do Ano, a Vale do Verdão foi a premiada de 2016.

O prêmio de Óleos Vegetais foi para a Bunge; e a ganhadora do setor Papel e Celulose foi a Fibria. O grupo Três Corações venceu na categoria Café; e a Camil, em Grãos. Na área de Cooperativas, a premiada foi a Coamo Agroindustrial Cooperativa; e a BRF foi eleita a Empresa do Ano.

A Moinho Anaconda foi destaque entre as Grandes Empresas; Ambev em Agronegócio Indireto – Conglomerados; Cargill em Integração de Cadeia Produtiva; Ihara em Agronegócio Indireto – Grandes Empresas; entre outras.

As companhias que participaram dos rankings setoriais foram avaliadas em relação aos critérios financeiros, nas seguintes categorias: Bebidas, Grãos, Papel e Celulose, Nutrição Animal, Açúcar e Biocombustíveis, Óleos Vegetais, Calçados e Couros, Laticínios, Fertilizantes e Agroquímicos, Máquinas e Implementos Agrícolas, Moinhos, Massas e Pães, Café e Reflorestamento.

Já o ranking da pecuária, foi elaborado levando em conta as categorias Genética Nelore, Genética Rebanho Nacional, Gado de Elite, Gado de Produção, Confinamento de Produtor, Confinamento de Frigorífico, Carne de Qualidade, Fazenda Sustentável e Leilões.

O PRÊMIO

O prêmio “As melhores da Dinheiro Rural” foi criado em 2013, de acordo com informações de seu site, “depois de um profundo estudo para que as empresas e cooperativas não fossem aliadas apenas em seus aspectos financeiros”. “Para isso, uma metodologia foi desenvolvida para mostrar também o desempenho na gestão corporativa e em como a empresa ou cooperativa se relaciona em sua cadeia produtiva.”

De acordo com a publicação, o prêmio é dividido em três eixos.  As companhias com o melhor desempenho foram separadas em quatro grandes grupos: Agronegócio Direto, Agronegócio Indireto, Cooperativas e Gestão de Cadeia Produtiva. Em Agronegócio Direto, para que fossem comparadas empresas de mesmo porte, as companhias são divididas conforme o tamanho: Conglomerados (com receitas a partir de R$ 5 bilhões), Grandes Empresas (de R$ 500 milhões a R$ 5 bilhões) e Médias Empresas (de R$ 100 milhões a R$ 500 milhões). Em Agronegócio Indireto, as empresas estão divididas em Conglomerados e Grandes Empresas.

Em um segundo eixo, para complementar o anuário, a Dinheiro Rural identificou as campeãs em 11 setores do agronegócio, baseada na avaliação exclusiva de seus balanços financeiros. Por fim, também foram selecionados as empresas e produtores rurais que fizeram a diferença na pecuária brasileira, classificados em dez categorias.

 


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