Previsão de chuva assusta mercado paranaense de trigo
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Imagem: Marcel Oliveira
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Previsão de chuva assusta mercado paranaense de trigo 

No Rio Grande do Sul, os preços do mercado de balcão para os produtores estão ao redor de R$ 55,00/saca
Por: -Leonardo Gottems

De acordo com informações trazidas pela T&F Consultoria Agroeconômica, a previsão de quatro semanas de chuva está assustando o mercado paranaense de trigo. “Após um período sem chuvas, uma nova frente fria começa a se formar no oceano e as chuvas devem voltar acontecer no sul do país nesta semana”, comenta. 

“A previsão é de que a onda pluviométrica, que deverá atingir os Estados de RS e SC durante a semana, chegue ao Paraná no próxima final desta semana, com precipitações entre 20 e 30 mm. A webinar desta terça-feira do Sinditrigo estendeu este período de chuvas para 4 semanas, que seria desastroso para o estado, podendo mudar toda a previsão de oferta de trigo e dos preços”, completa. 

Nesse cenário, os dados do Deral desta terça-feira foram os seguintes. “Condição das lavouras 83% boas, 14% médias e 3% ruins. Fases em que se encontram 29% em desenvolvimento vegetativo, 30% em floração, 33 % em frutificação e 8% em maturação. Nesta terça-feira os preços do mercado Spot de trigo disponível teve oferta de trigo pão a RS 1.270/t no interior (nacional) e US$ 260 (argentino) no porto de Paranaguá”, completa. 

No Rio Grande do Sul, os preços do mercado de balcão para os produtores estão ao redor de R$ 55,00/saca na maior parte das praças, com algumas exceções que oscilam entre R$ 57,00 e R$ 54,00. Já em Santa Catarina, para a safra nova, há um ou dois vendedores com preços entre R$ 1.100,00 e R$ 1.140,00 FOB, porém, os moinhos estão querendo pagar em torno de R$ 1.000,00/t, também não tendo muita procura. Houve um negócio de produtor a R$ 850,00 para outubro. 

“A colheita de trigo em Minas Gerais os preços giram ao redor de R$ 1.100,00/tonelada, FOB. Em Goiás, os preços estão entre R$ 1.250,00/t (comprador) e R$ 1.350,00 (vendedor). O estado tem a grande vantagem de colher na entressafra brasileira, aproveitando os seus preços altos”, conclui. 


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