Primeira campanha contra a aftosa na Paraíba começa em abril
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Agronegócio

Primeira campanha contra a aftosa na Paraíba começa em abril

A secretaria de Desenvolvimento Agropecuário está trabalhando para atingir 95% do rebanho
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A primeira campanha de vacinação contra febre aftosa em 2007, do Programa Nacional de Erradicação da doença começa no dia 1º de abril e vai se estender até o dia 30. A vacina tem validade por seis meses e anualmente são realizadas duas campanhas. A segunda acontece em outubro.

De acordo com o chefe da Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Pesca da Paraíba, no Parque de Exposição, Carlos Pessoa Filho, Adalberto Mota, a segunda etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa em 2006 atingiu 92% do rebanho bovino da Paraíba.

Adalberto Mota chama a atenção para essa primeira etapa da campanha de vacinação e solicita a total e irrestrita colaboração dos criadores no sentido de vacinar os seus animais. “A Secretaria está trabalhando para atingir 95% do rebanho. Nesta campanha, a vacinação é obrigatória para o rebanho bovino e bubalino”.

Os animais podem ser vacinados a partir de um dia de nascido. Adalberto Mota informa que em Campina Grande três farmácias estão cadastradas para comercializar as vacinas, duas em Queimadas e uma nas cidades de Boqueirão, Esperança, Remígio, Soledade e Aroeiras. “Os criadores não terão dificuldade para encontrar a vacina no Compartimento da Borborema”.

Prazo

O criador que vacinar terá um prazo de dez dias para confirmar a sua vacinação sob pena de ser excluído de participar de feiras, exposições e eventos de qualquer natureza e até mesmo de comercializar o seu rebanho junto aos financiamentos dos bancos do Nordeste e do Brasil. O documento deve ser entregue nos escritórios da Emater ou na Secretaria.

A febre aftosa é uma doença grave e contagiosa que atinge os rebanhos bovinos, bubalinos, ovinos, suínos e caprinos. Não tem cura, mas tem prevenção: vacinar. A aftosa é um mal que se espalha rápido e traz grandes prejuízos econômicos. O animal perde drasticamente o peso, reduz a produção de leite e pode morrer.

A partir de 1º de maio a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Pesca intensificará a fiscalização para evitar a entrada e saída de animais no Estado, sem o certificado de vacina.


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