Procon-MG e ABIC intensificando o combate a fraude no café

Agronegócio

Procon-MG e ABIC intensificando o combate a fraude no café

A ABIC mantém desde 1989 o Programa de Autorregulamentação do Selo de Pureza
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A Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), ao conhecer o resultado do estudo divulgado na quarta-feira (28) pelo PROCON-MG, a respeito do Programa de Monitoramento do Café Torrado e Moído no Estado de Minas Gerais divulgou nota em total apoio à iniciativa. O estudo revelou que 30,7% (74 marcas), das 241 amostras analisadas, continham impurezas acima do limite legal.

A ABIC e o Sindicato da Indústria de Café do Estado de Minas Gerais (SINDICAFE-MG) informam que estes dois organismos foram os que mais encaminharam denúncias aos PROCONs e Ministério Público de Minas Gerais desde 2010, para informar sobre as irregularidades. “Portanto, a ABIC aplaude a ação do PROCON-MG de divulgação das marcas impróprias para consumo e coloca-se ao seu lado para combater a fraude e oferecer cafés de melhor Qualidade. A ABIC não comunga com a fraude no café, que deve ser puro como exigência mínima de qualidade”, diz Ricardo Silveira, presidente da ABIC.

A ABIC mantém desde 1989 o Programa de Autorregulamentação do Selo de Pureza, que coleta e analisa 3.000 amostras de café por ano, denunciando as marcas irregulares e penalizando as associadas que forem detectadas impuras. A entidade entende que a fraude deva ser combatida porque não se admite cafés com impureza.Dessa forma, a ABIC, assim como o PROCON, mantém os programas de qualidade porque atua permanentemente em defesa dos consumidores.

“Felizmente, das 12 marcas denunciadas pelo PROCON-MG como sendo participantes do Programa do Selo de Pureza, 6 (seis) delas já foram excluídas da ABIC, enquanto outras 2 (duas) já estão respondendo a processo por impureza”, informa o presidente da ABIC.

O estudo do PROCON-MG conclui que apesar de poucas exceções “a probabilidade de se encontrar um café de baixa qualidade com o Selo da ABIC é bem menor”.


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