O avanço contínuo da produção de soja no Brasil ocorre em meio a sinais de alerta sobre a demanda internacional e a capacidade de absorção desse volume crescente. Segundo relatório do Goldman Sachs citado por Fabrini Galo, conselheiro consultivo, a China pode reduzir as importações da oleaginosa pela metade até 2030 e em dois terços até 2035, movimento que contrasta com a perspectiva de safra recorde brasileira estimada em 180 milhões de toneladas em 2026.
Produção recorde enfrenta risco de demanda menor
O foco permanece concentrado na expansão da produção primária
Por Leonardo Gottems
23/02/2026 14h18 · Fonte: Agrolink


