Produtores não aceitam proposta do Mataboi

Agronegócio

Produtores não aceitam proposta do Mataboi

Durante reunião em Rondonópolis (MT) foi feita uma contraproposta ao frigorifico
Por: -Joana
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Durante reunião em Rondonópolis (MT) foi feita uma contraproposta ao frigorifico


Durante reunião com 200 produtores que querem receber R$ 20 milhões do Mataboi realizada na manhã desta quarta-feira (15) em Rondonópolis (MT) ficou decidido de que não aceitam a proposta apresentada pelo frigorifico. A proposta aos pecuaristas feita pelo Mataboi com créditos até R$ 60 mil é de pagamento integral em 4 pagamentos trimestrais de 25% do valor total deste grupo de credores. Quem tem credito acima dos R$ 60 mil, receberão após um período de carência de 12 meses, em 12 pagamentos trimestrais de 8,33% do crédito de cada credor. “Não aceitamos isso e queremos que o teto do pagamento aumente para R$ 100 mil ou que todos os credores, independente do valor da dívida, tenham acesso aos R$ 60 mil e não somente os que têm crédito até esse valor”, disse o presidente do Sindicato Rural de Rondonópolis e representante da Acrimat, Marco Túlio Soares.

Ficou definida também pelos produtores, uma reunião no dia 12 de agosto, às 12 horas, no Parque de Exposições de Rondonópolis com os dirigentes da Associação dos Criadores de Mato Grosso – Acrimat, sua assessoria jurídica e sindicatos rurais de todos os municípios envolvidos no processo. “Vamos mobilizar os credores de todos os estados que fazem parte do processo do Matoboi para que tenhamos uma só proposta e assim estaremos mais fortalecidos para a primeira assembleia geral dos credores, que deve acontecer ainda este ano”, disse o superintendente da Acrimat, Luciano vacari.

A dívida do Mataboi com os pecuaristas de Mato Grosso, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás é de R$ 120 milhões, sendo R$ 20 milhões só com os produtores de gado mato-grossenses. Com os bancos o débito é de R$80 milhões e demais credores R$ 50 milhões. “Todos nós temos que permanecer alinhados para defendermos nossos direitos, pois sozinhos não temos força”, ressalta Marco Túlio.
 
 
As informações são da assessoria de imprensa da Acrimat

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