Algodão

Programa de Modernização da Cultura do Algodão no Ceará receberá investimento de R$ 1,8 milhão

Objetivo é introduzir novas tecnologias de produção do algodão no Estado visando atender às necessidades da indústria têxtil local e gerar emprego e renda no meio rural
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O Programa de Modernização da Cultura do Algodão no Ceará receberá um aporte de R$ 1,8 milhão do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, Pesca e Aquicultura (Seapa). O objetivo é introduzir novas tecnologias de produção do algodão no Estado visando atender às necessidades da indústria têxtil local e gerar emprego e renda no meio rural.

O Programa será executado pela Seapa, em parceria com a Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (Faec) e Embrapa, dividido em cinco fases, no período de 2018 a 2022. Na primeira fase do programa, que começou neste ano, serão atendidos produtores de Quixadá, Quixeramobim e Senador Pompeu, municípios do Sertão Central, numa experiência piloto com assistência técnica exclusiva e intensiva.

Para a segunda fase, que deverá ser executada em 2019, está prevista a introdução de mais municípios do Sertão Central - Mombaça, Piquet Carneiro, Solonópole, Dep. Irapuan Pinheiro, Choró e Milhã -; Centro Sul – Iguatu, Acopiara e Quixelô -; e Sertão de Canindé – Boa Viagem.

Nesta semana, o secretário Euvaldo Bringel se reuniu com representantes das instituições parceiras para discutir o andamento do programa. Estavam presentes no encontro o presidente da Faec, Flávio Saboya; o coordenador técnico do Senar/CE, Eduardo Queiroz; o pesquisador da Embrapa, Raimundo Braga Sobrinho; o presidente do Sindialgodão, Airton Carneiro; e os técnicos da Seapa, Hélio Chaves e Osvaldo Segundo.

“A ideia é que o Governo do Ceará dê todas as condições necessárias para que possamos estimular a alta produtividade do algodão”, reforçou o secretário.

Programa de Modernização

O Programa prevê a capacitação de técnicos e produtores em novas tecnologias de produção de algodão; capacitação de técnicos e produtores com foco na gestão de propriedade rural; seleção de áreas e produtores para instalação de Unidades Técnicas Demonstrativas (UTD’s); realização de visitas técnicas e encontros com produtores; estímulo a expansão da áreas plantada; introdução de máquinas colheitadeiras de pequeno porte em substituição à colheita manual e criação da Câmara Setorial do Algodão.

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