A demanda chinesa tenderá a crescer sobre o Brasil, informou a T&F Consultoria Agroeconômica. Isso porque, mesmo dispostos a cumprir o acordo de Fase 1 com os Estados Unidos, a consultoria acredita que esse movimento deva ser passageiro.
“A China ainda precisa (nesta temporada) da soja americana para se abastecer. Mas, sabendo que Trump vai se eleger e disse que não quer mais fazer negócio com os chineses, sabe que esta disponibilidade pode acabar, então está retirando dos EUA, enquanto pode, toda a soja disponível. Com a previsão de aumento de quase 11 milhões de toneladas da produção brasileira, anunciada por todas as consultorias no Brasil, para a próxima safra, a China poderá substituir grande parte do que hoje importa de soja americana por soja brasileira a partir da temporada de 2020/21, livrando-se de Trump”, explica a T&F.








