Quedas generalizadas na Bolsa de Chicago pressionaram o milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), que caiu nesta quinta-feira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Por mais um dia, a entrada de safra americana pressionou as cotações na B3, que voltaram a cair nesta quinta-feira”, comenta.
“Conforme vimos noticiando aqui, há um excelente ritmo de colheita nos Estados Unidos, que encerrou a semana finalizada no dia 15 em 9% do total, contra 7% do mesmo período do ano passado. Da mesma forma, o tamanho da safra deve ser considerado, já que espera-se um recorde histórico. Na contramão, pode- se dizer que no cenário nacional, a Bolsa de Valores somente não apresentou maiores quedas em vista de um ritmo maior de exportação”, completa.
“No fechamento de mercado, os principais vencimentos apresentaram as seguintes cotações: o vencimento novembro/23 valeu R$ 56,73 (-0,73%); o janeiro/24 teve valor de R$ 60,84 (-0,52%) o março/24 encerrou o dia cotado a R$ 64,95 (-0,15%) e o maio/24 fechou cotado a R$ 64,95 (-0,15%). Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa: o vencimento de novembro/23 foi de R$ 56,76, baixa de R$ -0,42 no dia, baixa de R$ -0,55 na semana; janeiro/24 fechou a R$ 60,81, baixa de R$ -0,37 no dia, baixa de R$ -0,36 na semana; o vencimento março/24 fechou a R$ 64,95, baixa de R$ - 0,48 no dia e baixa de R$ -0,65 na semana”, indica.
O que derrubou o grão em Chicago foi a fraca demanda nos EUA. “A cotação para dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -1,45 % ou $ -7,00 cents/bushel a $ 475,25. A cotação de março24, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -1,36 % ou $ -6,75 cents/bushel a $ 490,00”, conclui.