Receita com exportações de milho cresce 1.165% em MS no bimestre
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Agronegócio

Receita com exportações de milho cresce 1.165% em MS no bimestre

Valor passou de US$ 10,4 milhões para US$ 132,7 milhões
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A receita com as exportações de milho em grão por Mato Grosso do Sul no primeiro bimestre de 2013 cresceu 1.165,9% frente ao mesmo período de 2012, passando de US$ 10,4 milhões para US$ 132,7 milhões. Os dados são do Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (Agrostat).


De acordo com o Agrostat, em volume, a venda externa do cereal pelo Estado também teve um aumento significativo, 1.014,7%, saltando de 40 mil toneladas para 446,2 mil toneladas. A última circular técnica do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio de Mato Grosso do Sul (Siga-MS), divulgada no dia 15 de março, trata desse incremento nas exportações do grão e atribui o fato a quebra de safra dos Estados Unidos, o que resultou em uma maior demanda mundial.

Além do milho, outros produtos do agronegócio que tradicionalmente estão entre os principais exportados pelo Estado também registraram alta no volume e receita na comercialização externa nestes dois primeiros meses de 2013.

As vendas de celulose, por exemplo, saltaram de 160,2 mil toneladas para 256 mil toneladas, uma elevação de 59,8%. As operações resultaram no incremento de 62,1% do faturamento das empresas exportadoras, que passou de US$ 77,5 milhões para US$ 125,7 milhões.


No caso da soja em grão, ocorreu uma alta de 37,2% na receita, que passou na comparação do primeiro bimestre dos dois anos de US$ 38,9 milhões para US$ 53,4 milhões. Em quantidade, o incremento foi de 16,9%, de 82,5 mil toneladas para 96,5 mil toneladas.

Já em relação a carne desossada e congelada de bovinos ocorreu um elevação de 22,6% do resultado financeiro das exportações, de US$ 64,6 milhões para US$ 79,2 milhões, e de 33% no volume, que saiu de 13,8 mil toneladas e foi para 18,4 mil toneladas.


Entre os líderes do ranking estadual de exportação, apenas o açúcar registrou quedas. Passou de 200,1 mil toneladas para 175,3 mil toneladas, na quantidade, o que representou no período uma redução de 12,4%, e na receita contabilizou uma perda ainda maior, 26,5%, caindo de 109,6 mil toneladas para 80,5 mil toneladas.

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