Ribeirão Preto é o primeiro do país a adotar o termo etanol na bomba

Agronegócio

Ribeirão Preto é o primeiro do país a adotar o termo etanol na bomba

A partir de agora, o famoso “álcool” comercializado no Brasil passou a ser chamado de “etanol”
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Quem for abastecer irá notar uma pequena diferença nas bombas de combustíveis em relação a denominação dos mesmos. A partir de agora, o famoso “álcool” comercializado no Brasil passou a ser chamado de “etanol”.

Por determinação da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e a pedido da UNICA (União da Indústria de Cana-de-açúcar), os postos de gasolina de todo país deverão acatar a mudança, que começou a valer ontem, 24/8.

De acordo com a UNICA, o objetivo seria para que o Brasil passe a adotar a nomenclatura internacional do combustível e para o consumidor saber diferenciar o álcool combustível com aquele encontrado nas bebidas.

O Free Stop Auto Posto, localizado na Avenida Presidente Vargas, em Ribeirão Preto, foi o primeiro posto do país a adotar o nome etanol para identificar o combustível.

A escolha por um posto de Ribeirão Preto e com bandeira Esso, se deve ao fato da cidade ser pólo da principal região produtora de etanol no mundo e porque a distribuidora Esso pertence ao Grupo Cosan, maior conglomerado produtor de combustível renovável do País.

Além da presença da prefeita Dárcy Vera, do diretor da ANP, Allan Kardec Duailibe e do presidente da UNICA, estiveram presentes Paulo Miranda Soares, presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), o vice-presidente executivo do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicon), Alísio Vaz e do empresário e conselheiro da UNICA, Maurílio Biaggi.

Boca do Povo

Mesmo tentando corrigir um erro histórico, em que o álcool deveria, na verdade, ser sempre chamado de etanol, cabe ao consumidor adotar essa nova nomenclatura.

De acordo com José Rafael R. De Oliveira Costa, auxiliar administrativo do Free Stop Auto Posto, os clientes que frequentaram o posto hoje já notaram a diferença.

Para Costa, vai demorar para as pessoas começarem a chamar o combustível por “etanol” e que o fato de o produto estar sendo divulgado constantemente na mídia vai ajudar.

Ele diz que aquelas pessoas que não possuem contato direto com essas informações, poderão ter dificuldades em entender a mudança. Para isso, todos os frentistas do posto foram instruídos para explicar caso ocorra situação semelhante com os consumidores.

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