RS: Fepagro Saúde Animal aborda a raiva

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RS: Fepagro Saúde Animal aborda a raiva

O evento contou com a presença de cerca de 50 pessoas
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O Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor (IPVDF - Fepagro Saúde Animal) promoveu, dia 27 de setembro, um ciclo de palestras sobre prevenção, diagnóstico e cuidados com relação à raiva, em alusão ao Dia Mundial de Combate à Raiva, instituído pela ONU em 28 de setembro. A data, que pretende erradicar a raiva em humanos, foi escolhida em homenagem ao aniversário de falecimento de Louis Pasteur, microbiologista francês, criador da vacina antirrábica.

O evento contou com a presença de cerca de 50 pessoas, entre pesquisadores de universidades de Pelotas e Lages (SC), membros de ONGs de proteção animal, estudantes de graduação e de pós-graduação, profissionais da área da saúde humana e animal dos municípios próximos ao IPVDF, que fica em Eldorado do Sul. Conforme a pesquisadora do Instituto, Laura de Almeida, as palestras foram ações de educação em saúde e tiveram o objetivo de expandir o conhecimento a respeito dessa importante doença no Estado. O IPVDF realiza diagnóstico de raiva animal desde 1946.

O médico veterinário da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Nilton Rossato, falou sobre o “Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros”. Ele enfatizou as ações da Secretaria no combate aos morcegos, na localização e monitoria de abrigos e na orientação da vacinação dos animais de produção no Rio Grande do Sul.

A técnica em Saúde e Ecologia Humana e médica veterinária da Secretaria Estadual da Saúde, Ana Tartarotti, por sua vez, abordou a “Vigilância da Raiva no Rio Grande do Sul”, reforçando a importância da vacinação dos animais de companhia contra raiva e da vigilância realizada nos morcegos das áreas urbanas. Segundo ela, a Secretaria disponibiliza informações e esclarece dúvidas sobre a raiva e outras doenças pelo telefone 150, o “Disque Vigilância”.

O também médico veterinário e pesquisador do Laboratório de Virologia da Fepagro Saúde Animal, José Carlos Ferreira, explicou como deve ser a coleta e a remessa do material encaminhado para o laboratório; como são realizados os testes de imunofluorescência e a prova biológica. Ele apresentou resultados do diagnóstico laboratorial da raiva nos anos de 2014 e 2015.

Foto: Divulgação Fepagro Saúde Animal/IPVDF
 

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