Saiba o principal destino dos produtos de Santa Catarina
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Imagem: Pixabay
EXPORTAÇÕES

Saiba o principal destino dos produtos de Santa Catarina

Soja e milho são os produtos mais exportados para o mercado chinês
Por: -Aline Merladete

O comércio bilateral entre Brasil e China ultrapassou os US$ 100 bilhões em 2020. A China é hoje uma das principais fontes de lucro estrangeiro do Brasil, com investimento total de quase US$ 80 bilhões. O mercado chinês também é o primeiro maior destino das exportações catarinenses. Só a Tek Trade, empresa especializada em comércio exterior com sede em Balneário Camboriú (SC), possui a maior porcentagem de importação e exportação com o país asiático, atualmente em 80% do total de negócios.

“Até pouco tempo os Estados Unidos ocupavam o primeiro lugar em comércio com o Brasil, mas a China ultrapassou e é hoje o país que mais possui negócios com o Brasil e, com certeza, temos muito a crescer nesse mercado”, informa Rogério Marin, diretor da Tek Trade.

Atualmente a empresa mantém um grande volume nas exportações para a China, principalmente de commodities, em maior volume a soja, seguido pelo milho, madeira e, mais recentemente o óleo de amendoim.  

“Apesar de estarmos passando por uma série de restrições geradas pela Covid-19, que mudou a posição política e a imagem da China no mercado mundial, isso não muda o fato de que o Brasil produz muita proteína animal e vegetal e o maior consumidor de proteína no mundo é a China, com uma população de 1,3 bilhão de pessoas”, complementa Marin.

Além do Brasil, EUA e Rússia são os maiores produtores de proteína vegetal e animal do mundo, principalmente a soja e o milho usados para a alimentação de bovinos e suínos, o que gera um superávit expressivo possibilitando a venda para o país asiático em grande escala. 

“Por isso, não é interessante para o Brasil uma briga comercial com a China, pois nossa balança comercial é muito positiva, são eles nossos maiores compradores de soja, milho e minerais”.

Painel solar

Os painéis solares, que vem despertando o interesse e se desenvolvendo cada vez mais no Brasil, são importados da China, que detêm 99% do mercado mundial de módulos fotovoltaicos. Atualmente, o governo brasileiro zerou o imposto de importação para equipamentos solares, o que deve impulsionar ainda mais o mercado de energia solar no país.

“A redução do custo deve estimular a criação de novos projetos tanto residenciais quanto empresariais. Mesmo quem não é do ramo percebe, analisando os números, que vale a pena investir em um sistema como esse. Devemos ter um incremento de 7% do volume de placas importadas no segundo semestre deste ano, se comparado com o mesmo período de 2019”, afirma Sandro Marin, também diretor da Tek Trade.

*Informações assessoria de imprensa


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