Sanidade continua sendo o foco principal para a avicultura, destaca encontro paulista

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Sanidade continua sendo o foco principal para a avicultura, destaca encontro paulista

Encontro Paulista de Avicultura foi reforçando a sanidade como ponto principal para garantir bons resultados à atividade
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O Encontro Paulista de Avicultura foi realizado na última quinta-feira, 29, em Guapiaçu, reforçando a sanidade como ponto principal para garantir bons resultados à atividade. O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, abriu o evento destacando as ações que o Governo do Estado promove para manter o bom status sanitário do setor avícola.

São iniciativas como os seminários de prevenção à Influenza Aviária, realizado em diversas regiões paulistas; e a manutenção do Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Avícola (Captaa) do Instituto Biológico (IB), em Descalvado, que teve sua ampliação inaugurada pelo próprio governador Geraldo Alckmin.

“Nós da Secretaria de Agricultura fizemos questão de vir aqui a este Encontro para que efetivamente conversássemos sobre todos os assuntos, pudéssemos nos sintonizar com as demandas, os problemas, ouvir o setor da avicultura para atuarmos juntos”, disse Arnaldo Jardim.

A programação contou com discussões sobre seguro sanitário para a avicultura, competitividade, fundo privado para o setor e a apresentação do Programa de Compartimentação e das ações para prevenção de Influenza Aviária no Estado de São Paulo, feita pelo médico veterinário Luciano Lagatta, da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria.

“Este evento é importante para a atividade econômica de todo o Estado”, lembrou Francisco Jardim, superintendente em São Paulo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), colocando essa manutenção da sanidade como primordial para que as exportações avícolas continuem gerando bons resultados.

Uma preocupação também da iniciativa privada, como demonstrou Gustavo Wassermann, diretor de operação da Cobb, empresa que sediou o Encontro. “Os Estados têm que estar preparados para possíveis eventualidades. Este é um caminho muito bom para a agricultura que nós sabemos que devemos apoiar, auxiliar quem quer fazer o mesmo. É um processo obrigatório para a longevidade do nosso setor”.

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