Sanidade do rebanho em MT pode interferir no aumento das exportações
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Agronegócio

Sanidade do rebanho em MT pode interferir no aumento das exportações

Pecuristas reclamam da falta de estrutura do Indea
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Pecuristas reclamam da falta de estrutura do Indea

Sanidade foi um dos assuntos abordados na quarta-feira (13), no Circuito Feicorte, que acontece até esta quinta-feira amanhã (14) no Centro de Eventos Pantanal. Este pode ser o principal entrave para que Mato Grosso continue aumentando as exportações. A saúde do rebanho também preocupa os pecuaristas que reclamam da falta de estrutura do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea).


Produtor em Acorizal, a 59 quilômetros de Cuiabá, Luis Carlos Meister acrescenta que a fiscalização nos 700 quilômetros da fronteira entre Mato Grosso e Bolívia é uma ameaça grave e constante à sanidade do rebanho mato-grossense. "Um só caso de febre aftosa compromete toda a cadeia produtiva. O mercado brasileiro está ameaçado".

Já José Rosa Campos, pecuarista Rondonópolis diz que na sua região o principal problema é a fiscalização da vacinação nas pequenas propriedades. "Os grandes produtores cumprem todas as regras porque sabem quanto custa um deslize quando o assunto é sanidade do rebanho, mas os pequenos e, principalmente, os assentados não têm consciência da importância de vacinar o rebanho por menor que ele seja".


Apesar das reclamações dos pecuaristas, a presidente do Indea, Maria Auxiliadora Pereira Rocha Diniz está otimista e conta que nesta quinta-feira (14) tem uma agenda com o governador Silval Barbosa para tratar da questão orçamentária do órgão. "Também já temos recursos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para várias ações".

A principal dificuldade do órgão, segundo Auxiliadora é a falta de pessoal. "Mas o Governo já fez o concurso e acreditamos que em breve começarão a chamar os aprovados". Ela diz ainda que há sete postos fixos de fiscalização para cobrir os 700 quilômetros de fronteira e outros vários outros móveis. "Temos pelo menos quatro ações ao longo do ano para intensificar a fiscalização na fronteira".

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