Seagro/GO analisa negociações com países do Golfo Pérsico
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Agronegócio

Seagro/GO analisa negociações com países do Golfo Pérsico

“Goiás tem que aproveitar essa oportunidade e fazer negociações casadas e complementares"
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Analisar propostas de países do Golfo Pérsico que têm interesse em firmar parcerias para a compra de alimentos. Essa foi a pauta da reunião que aconteceu na manhã de hoje na sede Seagro/GO, entre o secretário da Agricultura, Antonio Flávio Camilo de Lima e o secretário para Assuntos Internacionais do Estado, Elie Chidiac. Segundo o secretário da Agricultura trata-se de países demandadores, compradores, não produtores de alimentos e que veem no Brasil uma oportunidade para manterem e conquistarem uma segurança alimentar compatível com suas necessidades atuais, entre eles Arábia Saudita, Omã e Quatar, além de Líbano e Bahrein. De acordo com Antônio Flávio, é provável que, ainda este ano, o governador Marconi Perillo visite esses países. "Então é importante que tenhamos algumas propostas para que o governador possa levá-las em mãos,” afirma.


O secretário da Agricultura acredita que a conquista de novos mercados é importante por significar não apenas o incremento quantitativo das exportações, mas também o envolvimento desses países em investimentos que permitirão aumentar e melhorar a nossa produção. “O Brasil é um país que está se desenvolvendo mas carece de recursos para incrementar rapidamente a produção em todo seu território, acreditamos que havendo essa possibilidade a produção será incrementada rapidamente.”


Próximos passos – O passo mais importante a partir de agora é, segundo Antônio Flávio, fazer uma boa proposta."Precisamos analisar, saber o que realmente esses países querem e compatibilizar esse desejo de comprar com as necessidades produtivas locais, com as necessidades de investimentos", disse o secretário. Segundo ele uma tentativa de viabilizar isso é através de entidades organizadas do setor privado.


O secretário para Assuntos Internacionais, Elie Chidiac, explica que a atração de investidores é feita a partir dos estudos das vocações e deficiências do Estado e de estudos de mercado, a partir dos quais são traçadas as necessidades de investimentos e analisadas as potencialidades do Estado para atender demandas internacionais. Projetos bem fundamentados e uma economia estável favorecem o interesse desses países produtores de petróleo no mercado brasileiro e, sobretudo, goiano. “Goiás tem que aproveitar essa oportunidade e fazer negociações casadas e complementares", destaca Elie. "Vamos trazer investimentos e fornecer segurança alimentar a esses países por meio de nossa produção, procurando acordo bilaterais que possam beneficiar ambos os lados.”

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