Senador diz que insegurança jurídica prejudica agricultura

POLÍTICA

Senador diz que insegurança jurídica prejudica agricultura

A reunião também estimulou discussões sobre exportação de carne brasileira.
Por: -Leonardo Gottems
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Durante uma reunião com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que aconteceu na terça-feira (17), o pré-candidato à Presidência da República, senador Álvaro Dias (PODE-PR), afirmou que a insegurança jurídica causa graves impactos no desenvolvimento da agricultura brasileira. O senador também destacou a necessidade da criação de uma Política de Estado que envolva o meio rural diretamente. 

Em sua fala, o pré-candidato ressaltou a importância da agricultura para o crescimento econômico do País e seu peso na balança comercial. “Nos últimos 25 anos, o superávit de US$ 380 bilhões conquistados pela balança comercial brasileira só foi possível pelos bons frutos advindos do setor agropecuário, que alcançou US$ 946 bilhões nesse mesmo período, para sustentar a economia do Brasil, enquanto outros setores tiveram déficit de US$ 500 bilhões”, disse. 

Durante a reunião também foram discutidos os problemas referentes a exportação de carne brasileira que sofreu com o descredenciamento de frigoríficos da BRF feitos pela União Europeia após embargo de 15 unidades da empresa. Segundo a presidente da FPA, deputada Tereza Cristina (DEM-MS), o país precisa definir uma posição mais rígida para evitar que pecuaristas sejam prejudicados. “Vamos no parlamento defender uma postura firme de reação do País. Temos que retaliar essas barreiras ditas sanitárias. É um embargo comercial para boicotar e enfraquecer o espaço do Brasil no mercado internacional”, defendeu ela. 

Já o pré-candidato Álvaro Dias destacou que o Brasil precisa de uma política sanitária mais eficiente para evitar que problemas como esse se repitam nas exportações e aproveitou a ocasião para definir algumas propostas referentes ao modelo de governança do País. Ele destacou que existes pontos indiscutíveis que devem ser impostos na política brasileira como o estabelecimento de relações comerciais internacionais mais democráticas e solidárias, reforma tributária com redução de custos para exportação e crescimento econômico independente das finanças públicas.

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