Senar promove debate sobre boas práticas na produção de cacau
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Imagem: Divulgação
AGRICULTURA

Senar promove debate sobre boas práticas na produção de cacau

Senar promoveu um debate online, na sexta (10), para tratar das boas práticas de produção de cacau
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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) promoveu um debate online, na sexta (10), para tratar das boas práticas de produção de cacau. O assessor técnico da Diretoria de Assistência Técnica e Gerencial (Dateg), Cleber Ramos, conversou com o engenheiro agrônomo e chefe da Divisão Regional de Sistema de Produção da Bahia da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Milton José, sobre a modernização da cacauicultura por meio do manejo integrado.

“Com o manejo adequado os produtores podem alavancar a produtividade e é possível produzir 60 frutos por planta/ano”, afirmou o agrônomo.

Ele citou as principais causas de baixa produtividade, como solos pobres, excesso de sombra, baixa densidade dos plantios, plantas velhas, ataque de praga, falta ou adubação incorreta, e ressaltou alguns cuidados que o produtor deve ter.

“O vento é o inimigo número um do cacaueiro. Fora das áreas tradicionais, a primeira coisa que o produtor tem que fazer é um planejamento em relação ao vento. Além disso, é necessário cuidar do solo, podar a planta, fazer os tratos fitossanitários, controle químico e uma drenagem adequada para não aparecer podridão na planta”, explicou.

Milton frisou que um dos gargalos da cadeia é a falta de assistência técnica. “O cacau já é realidade no Brasil, saiu da região tradicional e está sendo produzido em várias regiões do País. Por isso o trabalho do Senar com a assistência técnica e o debate é importante para o produtor rural”.

Na avaliação do assessor técnico do Senar, Cleber Ramos, as informações passadas pelo chefe da Divisão Regional da Ceplac são pertinentes para auxiliar os técnicos de campo no atendimento aos produtores. Segundo ele, o Senar fornece Assistência Técnica e Gerencial para a cadeia do cacau na Bahia, Rondônia, Pará e Espírito Santo.

“Com essas informações, o produtor pode melhorar a produção e aumentar a renda porque, como foi dito, a realidade da cultura é de baixa produtividade, em torno de 18 arrobas. Mas com práticas adequadas e seguindo um calendário corretamente é possível saltar para 100 arrobas, um aumento de 450%”. Para saber mais, assista a live na íntegra: https://www.youtube.com/watch?...


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