SindiTabaco completa 73 anos de atuação

Imagem: Marcel Oliveira

SUL DO PAÍS

SindiTabaco completa 73 anos de atuação

Entidade representa 13 indústrias de tabaco da Região Sul do País
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Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) completa, na próxima quarta-feira, 73 anos de atividades. Com sede em Santa Cruz do Sul (RS), polo de produção e beneficiamento de tabaco no Brasil, o sindicato tem como principais focos a comunicação, os assuntos regulatórios e a sustentabilidade do setor.

"Representar os interesses comuns de nossas 13 associadas é o que move o sindicato. Nesse sentido, nosso maior envolvimento está em ações promovidas na Região Sul, mas também participamos de discussões em âmbito nacional quando os temas interferem na cadeia produtiva, caso do contrabando e de assuntos regulatórios, bem como de responsabilidade social e ambiental", diz Iro Schünke, presidente da entidade desde 2006.

Entre as ações do sindicato, destaque para o desenvolvimento e aprovação de uma vestimenta de colheita que assegure a saúde e segurança dos produtores, evitando a contaminação pela Doença da Folha Verde do Tabaco. Ainda na área da saúde e segurança do produtor, desde o ano 2000, o SindiTabaco promove um programa de coleta itinerante de embalagens vazias de agrotóxicos, anterior inclusive à legislação de 2002 que tornou obrigatória a devolução dos recipientes.

Também há mais de duas décadas o sindicato desenvolve ações para o combate ao trabalho infantil. Recentemente, a entidade fundou o Instituto Crescer Legal que proporciona oportunidades para que o jovem permaneça e se desenvolva no meio rural, por meio de oportunidades de geração de renda e do desenvolvimento das habilidades e potencialidades. Com seu pioneiro Programa de Aprendizagem Profissional Rural, a entidade oferece cursos voltados ao empreendedorismo e gestão rural, com formação profissional por meio da Lei da Aprendizagem.

“As ações do setor se mostram marcos para o combate do trabalho infantil na região Sul do Brasil. O Instituto veio agregar ainda mais, com uma peça importante que ainda está escassa no campo para a juventude rural: oportunidades”, frisa Schünke, que também é diretor-presidente da entidade.


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