Soja e algodão seguram renda no campo em Mato Grosso, aponta Mapa
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Agronegócio

Soja e algodão seguram renda no campo em Mato Grosso, aponta Mapa

Somente as duas culturas apresentaram alta
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Se o ano de 2014 tivesse encerrado em maio a agropecuária teria tido uma renda de R$ 57,101 bilhões da porteira para dentro. Volume este 5,33% superior ao verificado em 2013 de R$ 54,211 bilhões. Somente a soja e o algodão apresentaram alta de 9,9% e 33,3%, respectivamente devido o aumento da área principalmente.

O levantamento do Valor Bruto da Produção (VBP), divulgado nesta quarta-feira (18.06) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com base nas estimativas da Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), revela que em maio os ganhos da porteira para dentro na agricultura estavam estimados em R$ 45,716 bilhões para 2014, montante 8,56% maior que os R$ 42,109 bilhões verificados em 2013.

Já a pecuária apresenta recuo de 5,91%, de R$ 12,101 bilhões para uma projeção de R$ 11,385 bilhões em 2014.

Conforme o Agro Olhar já explicou, o VBP corresponde ao faturamento da porteira para dentro. Seu cálculo é realizado com base na produção e nos preços de mercado.

Em decorrência ao aumento de 40,4% da área destinada ao algodão, o VBP estimado para a cotonicultura mato-grossense é de R$ 10,480 bilhões para 2014, 33,3% a mais que os R$ 7,857 bilhões do ano passado.

A soja também em decorrência a ampliação de 7,9 milhões de hectares para 8,3 milhões de hectares na safra 2013/2014, que possibilitou uma produção de 26 milhões de toneladas, deve registrar um VBP de R$ 24,414 bilhões, receita 9,9% maior que os R$ 22,213 bilhões de 2013.

Quedas

Com uma queda de aproximadamente 30% na produção de milho 2ª safra, o VBP do cereal estimado pela AGE para 2014 é de R$ 8,501 bilhões. A receita é 8,98% inferior aos R$ 9,340 bilhões do ano passado.

A renda na bovinocultura deverá encolher 3,7% apontam as projeções, de R$ 8,839 bilhões para R$ 8,510 bilhões. Já para a suinocultura, que ainda vive momentos de crise desde 2011, o recuo estimado é de 16,1%, de R$ 568,8 milhões para R$ R$ 476,7 milhões. Na avicultura decréscimo de 15,4%, R$ 2,090 bilhões para R$ 1,767 bilhões. 

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