O contrato de soja para o mês de setembro23 fechou em alta de 1,10% ou US$ 16,00 cents/bushel a US$ 1-471,50. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 1,10 %, ou US$ 14,75 cents/bushel, a US$ 1.360,25. A cotação de maio24 fechou em alta de 0,83% ou US$ 11,00 cents/bushel, a US$ 1342,50.
O contrato de farelo de soja para agosto fechou em alta de 2,56% ou US$ 10,0 ton curta, a US$ 416,2, e o contrato de óleo de soja para agosto fechou em baixa de 1,07% ou US$ -0,70/libra-peso a $ 64,63. De acordo com a Consultoria TF Agroeconômica, a soja negociada na Bolsa de Chicago fechou em alta nessa terça-feira em função das expectativas de cortes que podem vir no relatório WASDE (Estimativas de Oferta e Demanda Agrícola Mundial).
Segundo o analista sênior da TF, Luiz Pacheco, a melhora de apenas 1% nas condições das lavouras americanas, junto com a expectativa do mercado de cortes no rendimento da safra e dos estoques americanos sustentaram a cotação da oleaginosa. “As expectativas incluem uma queda acentuada nos estoques finais de soja dos EUA”, disse em nota o JPMorgan Global Commodities Research.
“Não está claro se o USDA revisará os rendimentos dos EUA agora ou esperará pelas tradicionais observações de campo em agosto – as condições da safra e a previsão sazonal certamente indicam uma redução no rendimento nacional de milho e soja2, complementou o JPMorgan.
Quanto à produção, a analista Thu Lan Nguyen, do Commerzbank, observou que a estimativa mais baixa dos analistas chega a apontar uma redução de quase 11 milhões de toneladas em relação ao relatório de junho.