Na Bolsa de Chicago a soja fechou em alta para as cotações futuras com novo corte na safra da Argentina, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio23 fechou em baixa de -0,22% ou $ -3,25 cents/bushel a $ 1501,00”, comenta a consultoria.
“A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,36%, ou $ 4,75 cents/bushel a $ 1312,50. A cotação de maio24 fechou em alta de 0,40 ou $ 5,75 cents/bushel a $ 1315,00. O contrato de farelo de soja para maio fechou em alta de 0,74% ou $ 3,4 ton curta $ 463,6 e o contrato de óleo de soja para maio fechou em baixa de -0,52% ou $ -0,28/libra-peso a $ 53,72”, completa.
Com queda apenas para a primeira data cotada, a soja fechou em alta com o novo corte na safra argentina feito pela Bolsa de Comércio de Rosário. “Com isso o farelo de soja subiu e levou junto a soja grão na Bolsa de Chicago. O baixo volume de contratos feito pelos argentinos após a edição do Dólar 3 também deram sustentação a cotação dessa quinta-feira", indica.
“Exportadores dos EUA venderam 364,5 mil toneladas de soja da safra 2022/23 na semana. As vendas representam aumento expressivo em relação à semana anterior e de 17% na média das quatro semanas anteriores. Para a safra 2023/24, foram vendidas 66 mil toneladas para a China. As vendas ficaram dentro da previsão de analistas, que esperavam volume entre 250 mil toneladas e 700 mil toneladas na semana”, informa.
Dados da alfândega chinesa mostraram que 6,85 milhões de toneladas de soja foram importados em março, um aumento de 7,9% em relação ao volume do ano passado. “A União Europeia importou 9,47 MMT de soja-grão para a safra até 9 de abril, volume 13% inferior ao do ano passado. A Comissão Europeia mostrou que 12,17 MMT de farelo foram importados de julho a 9 de abril, uma queda de 60 mil MT ano/ano”, conclui.