Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em alta com bom volume de compras da China para a nova safra, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para setembro23 fechou em alta de 0,15 % ou $ 2,00 cents/bushel a $ 1336,75. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,47 %, ou $ 6,50 cents/bushel a $ 1330,00”, comenta.
“A cotação de maio24 fechou em alta de 0,69 % ou $ 9,25 cents/bushel a $ 1350,75. O contrato de farelo de soja para setembro fechou em baixa de -1,21 % ou $ 4,9 ton curta a $ 399,6 e o contrato de óleo de soja para setembro fechou em alta de 1,48 % ou $ 0,99/libra-peso a $ 67,76”, completa.
Bons dados para as vendas semanais, da safra nova, impulsionaram a cotação. “Tendo a China como principal comprador, os dados de 1,5 milhão de toneladas animaram o mercado, que esperava 1,4 milhão de toneladas vendidas no período. A perspectiva de clima seco para os próximos dias se sobressaiu aos dados do Monitor da Seca dos EUA e deu suporte a alta.
É a terceira semana consecutiva que o Monitor da Seca reduz a parcela das áreas com algum grau de déficit hídrico para a soja. Apesar da queda de 43% para 38%, a média ainda está acima do ano anterior (24%) em um mês chave para as lavouras de soja nos EUA. Farelo de soja fechou em queda com os baixos dados de exportação e o óleo de soja acompanhou a alta do petróleo”, indica.
“Para a soja, em 2023/24, o IGC diminuiu a estimativa de produção em relação ao mês de julho, de 400 milhões de toneladas para 398 milhões de toneladas no relatório atual, em comparação com os 368 milhões de toneladas de 2022/23. A projeção de consumo da oleaginosa para 2023/24 se manteve em 388 milhões de toneladas em julho. Para o ciclo 2022/23, o consumo teve recuo na projeção, de 362 milhões de toneladas para 359 milhões de toneladas”, conclui.