No estado do Rio Grande do Sul, o mercado passa por recuperação, com altas de até R$ 4,00 registradas, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “No mercado, mais um dia lento. Apesar de bons preços, produtor não vende os saldos velhos de soja, nem se sente seguro em firmar contratos futuros para a nova safra. Domínio absoluto das fábricas, inclusive no porto, onde há uma fábrica, para a soja gaúcha”, comenta.
“No porto, as indicações para as fábricas foram de R$ 184,00 para pagamento em março sobre rodas, marcando valorização de R$ 4,00/saca. Já no interior do estado, as indicações foram de R$ 176,50 (+ R$ 3,50) em Cruz Alta, R$ 175,00 em Passo Fundo (+R$ 2,00/saca), R$ 176,00 em Ijuí (+ R$ 4,00), e R$ 175,00 em Santa Rosa e São Luiz (+ R$ 2,00)”, completa.
Santa Catarina tem alta expressiva de R$ 3,50/saca, com 7.000 toneladas negociadas. “De acordo com informações recentes do mercado, a soja produzida em Santa Catarina tem sido negociada a preços cada vez mais elevados, com uma valorização de R$3,50 por saca. O aumento do preço foi registrado na negociação de 7.000 toneladas de soja, que foram vendidas por R$175,00 por saca para entrega em março, com pagamento previsto para 28 de abril. Este aumento no preço da soja reflete a crescente demanda por grãos para alimentação animal e produção de biodiesel, bem como as condições climáticas favoráveis que estão contribuindo para a produção de boas safras”, indica.
No Paraná os preços seguem em boas recuperações, mas produtor ainda segura a mercadoria. “Os preços continuam o movimento destacado na semana passada com firme recuperação em especial para o interior e marcam altas de até R$ 2,00/saca, mas os negócios seguem parados no mercado. Apesar dos preços subirem, o produtor segue se sentindo ameaçado e inseguro com a condição climática, que se mostra melhor em algumas regiões e pior em outras”, conclui.