O mercado da soja iniciou a semana com pressão nos contratos internacionais e comportamento regional distinto no Brasil, em meio a fatores climáticos, demanda externa mais fraca e ajustes pontuais nos preços físicos.
Segundo a TF Agroeconômica, a soja em Chicago fechou em baixa nesta segunda-feira, com o contrato de julho recuando 0,51%, a US$ 11,1575 por bushel, enquanto o vencimento de agosto caiu 0,42%, a US$ 11,2125 por bushel .
A pressão veio das condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da safra 2026/27 nos Estados Unidos e da queda de quase 2% no farelo de soja. O relatório de inspeções de embarque apontou 398,19 mil toneladas, queda semanal de 21,2%, com a China aparecendo apenas como terceiro destino, o que manteve preocupações sobre a demanda e as negociações comerciais entre os dois países. Como fator de suporte, o USDA confirmou venda diária de 264 mil toneladas da safra 2026/27 para destinos não revelados.


