Tecnologias da Royal DSM otimizam o uso de matérias-primas e aumentam a rentabilidade na fazenda

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Imagem: Divulgação
TECNOLOGIA

Tecnologias da Royal DSM otimizam o uso de matérias-primas e aumentam a rentabilidade na fazenda

Portfólio de enzimas alimentares da companhia contribui para produções mais conscientes
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Utilizar-se dos recursos naturais de forma mais eficiente e garantir sistemas alimentares mais produtivos e sustentáveis são alguns dos desafios que permeiam a indústria de proteína animal. Dentro deste cenário, a Royal DSM, empresa global baseada em ciência para Nutrição, Saúde e Vida Sustentável, criou a iniciativa We Make It Possible ("Nós tornamos isso possível", em português). Por meio do seu negócio de Nutrição e Saúde Animal, a empresa quer com essa iniciativa ajudar a reduzir a dependência de soja, milho e trigo na cadeia produtiva, a fim de contribuir para um futuro mais sustentável.

Alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU — Organização das Nações Unidas — a iniciativa da DSM destaca seis importantes plataformas de sustentabilidade, sendo uma delas: "Utilizar recursos naturais de forma eficiente", centralizando sua expertise em ciência e inovação no portfólio de enzimas alimentares, soluções fundamentais para impulsionar produções mais sustentáveis. "Nosso foco é fornecer tecnologias que extraiam o máximo de valor nutricional das matérias-primas, proporcionando um impacto significativo no meio ambiente e em ganhos de desempenho e saúde animal", afirma Carlos Saviani, Líder Global de Sustentabilidade da Royal DSM.

A inserção de enzimas alimentares na dieta animal reduz a pressão na produção agrícola, pois permite a melhora da digestibilidade das rações e, ao mesmo tempo, diminui a dependência de matérias-primas. "A ciência está munida de grandes avanços tecnológicos para colaborar com o desenvolvimento sustentável do agronegócio. São inúmeras as oportunidades para dar escala a essas práticas e nosso compromisso é produzir mais com menos insumos, possibilitando a redução do impacto das atividades produtivas na biodiversidade", conclui Saviani.

Em parceria com a Novozymes, a DSM desenvolveu três importantes e inovadoras tecnologias que contribuem com a melhora da digestibilidade dos alimentos e extrai mais nutrientes do milho, da soja e do trigo: a RONOZYME®RumiStar™, RONOZYME®ProAct e RONOZYME®HiPhos .

Aumento da produtividade do gado de leite por meio da otimização do amido

O RONOZYME®RumiStar™, do portfólio Minerais Tortuga®, marca da DSM, é a primeira enzima Alfa-amilase pura desenvolvida para atuar no ambiente ruminal, proporcionando melhor digestão do amido, que na maioria das vezes vem do milho. Isso possibilita que o animal extraia o máximo de valor nutricional deste insumo e, ao mesmo tempo, gera menos impacto ambiental, já que a necessidade de hectares de solo para a produção do milho é reduzida. Como complemento, a enzima eleva em até 5% a produção de leite, impulsionando a produtividade da fazenda.

Potencializar a soja garante granjas mais rentáveis

Poedeiras e frangos de corte precisam de cerca de 30% de farelo de soja na ração, pois contém alto valor nutritivo. Para mitigar a necessidade desse insumo e reduzir o impacto de plantio, a protease RONOZYME®ProAct quebra as moléculas de proteínas e peptídeos em partículas ainda menores, aumentando o poder de absorção dos ingredientes e permitindo uma maior variedade de matérias-primas na ração. Essa tecnologia possibilita uma utilização mais eficiente da proteína e reduz os custos com alimentação, sem comprometer o desempenho animal, além de contribuir com a diminuição dos fluxos de nitrogênio no estrume, bem como da pressão sobre o uso do solo.

Produção suinícola mais eficiente

Reduzir a necessidade de fósforo rochoso na ração é um dos grandes desafios da suinocultura. Para mitigar este recurso finito e ao mesmo tempo proteger a biodiversidade, a fitase RONOZYME®HiPhos eleva a liberação de fósforo presente na ração animal, contribuindo para uma maior absorção desse elemento químico por suínos. Desse modo, a exigência de fosfato na exógeno na ração é menor, otimizando os custos de produção.


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