Temporão diz que controle contra gripe suína será reforçado no Rio Grande do Sul

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Temporão diz que controle contra gripe suína será reforçado no Rio Grande do Sul

Temporão diz que controle contra gripe suína será reforçado no Rio Grande do Sul
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BRASÍLIA - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse nesta quarta-feira que o Exército no Rio Grande do Sul vai ajudar a reforçar o controle sanitário contra a gripe suína nas fronteiras com o Uruguai e a Argentina. O estado registrou a primeira morte pelo novo vírus no país, a de um caminhoneiro que contraiu a doença na Argentina, onde o governo já começou a adotar medidas como fechar teatros e cassinos . A família de outro caminhoneiro também está sendo monitorada em São Borja. Ele morreu de pneumonia, mas não fez exames para saber se tinha contraído o vírus da gripe suína. A Prefeitura de São Borja descartou que ele tivesse a doença.

Temporão afirmou que poderá ir ao estado esta semana para acompanhar de perto a situação, mas reforçou que ainda não há a livre circulação do vírus no Brasil e que a situação continua sob controle. Ele voltou a comparar a gripe suína a uma virose comum. No país há 905 casos confirmados da doença, quatro dos quais exigem maiores cuidados. A maioria dos casos, assegurou, tem caminhado para a recuperação.

- A situação é de controle e tranquilidade. A população deve saber que (a gripe suína) é mais uma virose. É verdade que é um novo vírus e temos de ficar atentos, mas, neste momento, a composição desse novo vírus é muito semelhante ao da gripe comum, o que nos dá uma tranquilidade relativa - disse o ministro.

Temporão descartou a possibilidade de o país adotar medidas como as tomadas pela Argentina. Segundo ele, não há "base real que aponte para isso". Cada situação deve ser analisada especificamente, disse, referindo-se à decisão de escolas e estabelecimentos fecharem por conta da disseminação do vírus. O ministro disse que foi criticado quando recomendou que pessoas adiassem viagens a países onde há a livre circulação do vírus (Estados Unidos, México, Canadá, Argentina, Chile, Austrália e Reino Unido), mas que a indicação se provou correta.

Segundo ele, é esperado o aumento no número de casos por conta do inverno e do período de férias escolares, quando o fluxo de viajantes aumenta.

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