Trigo estaciona no RS e sobe em SC
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Imagem: Marcel Oliveira
MERCADO

Trigo estaciona no RS e sobe em SC

No Paraná, o preço em Ponta Grossa sobe R$ 50,00/t
Por: -Leonardo Gottems

No estado do Rio Grande do Sul, o mercado de lotes está parado e a disputa se dá junto ao produtor, afirma a TF Agroeconômica. “Os lotes de menor qualidade estão sendo encaminhados ao porto, para serem exportados dentro da opção feed e o restante está sendo guardado, à espera de preços melhores. Os preços oferecidos pelo mercado neste momento continuam  entre  R$ 1.250,00 e R$ 1.300,00 FOB, para produto seco e limpo”, comenta. 

O preço ao produtor continua subindo em Santa Catarina, na disputa pela entrega do trigo. “Como o estado iniciou timidamente a colheita na semana passada, mais no centro e no leste, nada no Oeste a briga pela disputa da entrega dos agricultores é a tônica do mercado catarinense, neste momento. O preço mais alto pago ao produtor é o de Pinhalzinho, R$  70,00/saca (R$ 1.167,00/tonelada), seguido de Mafra, Concórdia, Campos Novos, Joaçaba e Chapecó, com R$ 64,00/saca (R$ 1.067,00/tonelada)”, completa. 

No Paraná, o preço em Ponta Grossa sobe R$ 50,00/t para R$ 1.350,00 para outubro e R$ 1.300,00 para novembro. “No Oeste do PR e Sudoeste do PR ofertas também a R$ 1.300/t. Negócios nos níveis de R$ 1.270/t. e até a R$ 1.300/t. No Norte do PR ofertas a R$ 1.250/t. Seguindo a tendência de milho e soja negócios entre R$ 1.200 a 1.250.00/FOB, com compradores no mercado no final do período e vendedores ausentes”, indica. 

Os preços do trigo argentino estão subindo, mas ainda estão mais baratos que EUA e Rússia. “Os preços do trigo argentino subiram entre 3 e 7 dólares/tonelada nesta semana, mas já acumularam altas entre 6 e 36 dólares/ton desde que começaram a ser cotados para a safra nova. O limitador dos preços do trigo argentino são os preços do trigo australiano, quando ambos são cotados mais frete posto no sudoeste da Ásia. Se equivalem, no momento, mas é preciso prestar atenção no que acontece na Austrália, para tentar definir os preços do argentino e, por via de consequência os do Brasil”, conclui. 


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