Trigo no vermelho

Agronegócio

Trigo no vermelho

Intempéries climáticas são principal ameaça do produtor
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Antes de a colheita de trigo chegar a 5% no estado, as cotações caíram abaixo do preço mínimo de R$ 33,45 — e não há previsão de leilões públicos para garantir remuneração equilibrada aos produtores.

A expectativa do setor era garantir vendas acima desse valor por mais de um mês, até a chegada da safra de regiões como Rio Grande do Sul e Argentina ao mercado. No entanto, a comercialização custa a passar de 2%, num momento de frustração para o setor produtivo. Segundo preços apurados em todo o estado ontem e segunda-feira pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a cotação caiu a R$ 33,43 na média estadual. Municípios das regiões Oeste e Norte, que já iniciaram a colheira, registram apenas R$ 33 por saca de 60 quilos.

O custo básico para produção de uma saca de trigo é de R$ 37, de acordo com a Seab. A previsão de que as cotações cairiam abaixo do preço mínimo foi aventada na semana passada no Paraná. No Rio Grande do Sul, segundo maior produtor nesta temporada, estão em R$ 27 por saca. O setor produtivo estimou que a venda de 40% da safra (de 7,5 milhões de toneladas) vão depender de apoio público, e agora pode ter de elevar essa projeção. A comercialização da safra gaúcha ainda nem começou.

Piso

R$ 33 por saca de trigo era a cotação apresentada aos produtores ontem nas regiões Norte e Oeste, onde a colheita começa primeiro — 1,35% menos que o preço mínimo.
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