Vacina contra aftosa está chegando ao PR
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Agronegócio

Vacina contra aftosa está chegando ao PR

Até esta segunda-feira (27), 4,2 milhões de doses de vacinas já estavam no Paraná
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A vacinação é obrigatória; comprovação deve ser feita nas Unidades Veterinárias até o dia 30 de novembro. 

Até ontem, 4,2 milhões de doses de vacinas contra febre aftosa já estavam no Paraná para serem compradas durante a campanha estadual de vacinação, que acontece de 1º a 20 de novembro. O secretário da Agricultura, Valter Bianchini, acredita que até o final desta semana estará suprida toda a demanda do Estado, estimada em 9,5 milhões de cabeças para o rebanho paranaense de bovinos e bubalinos.

Bianchini estará na próxima sexta (31) em Santo Antonio da Platina, para o lançamento oficial da segunda etapa da campanha estadual contra febre aftosa. Será vacinado o rebanho da fazenda Jacutinga, de propriedade de Dora e Lúcia Pavan Salvadori. A vacinação e sua comprovação são obrigatórias. Todos os animais devem ser vacinados, independente do número de cabeças nas propriedades.

Há algumas alternativas para quem tem poucos animais e não quer comprar sozinho a embalagem de vacinas, que vem com 10 ou 50 doses. Este ano, o preço da vacina está em média R$ 1,30 a dose no Paraná.

Na região Sudoeste do Estado, existem os vacinadores que vão às propriedades para vacinar o rebanho e o produtor paga somente as doses que forem aplicadas. Nas demais regiões, a orientação da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) é para que os produtores comprem a vacina em conjunto, explicou o veterinário Valter Ribeirete, da Divisão de Defesa Sanitária Animal (DAS).

O produtor deve tomar o máximo de cuidado com o manuseio das doses de vacinas. Elas devem ser deslocadas somente em ambiente refrigerado, para não perder a eficácia. Outro alerta de Ribeirete é que a compra das vacinas pode ser em conjunto, mas a comprovação da vacina deve ser individual.

Ao comprar a vacina, o produtor deve solicitar a nota fiscal e leva junto o comprovante de vacinação em branco. Após a vacinação, o produtor deve discriminar o rebanho vacinado, indicando o número de cabeças, o sexo e idade. Esse comprovante preenchido e a nota fiscal devem ser entregues numa Unidade Veterinária mais próxima da propriedade que irá cadastrar essas informações na Secretaria.

Nas compras em conjunto devem ser retiradas cópias dos comprovantes para serem preenchidas de forma individual.

Cobertura de quase 100%

Na última campanha, realizada em maio, o índice de cobertura atingiu 98,64% do rebanho do Estado, o que representa uma cobertura “bastante satisfatória”, destacou Ribeirete. A comprovação deve acontecer imediatamente após a vacinação dos animais e o prazo para apresentar o documento nas Unidades Veterinárias vai até o dia 30 de novembro.

Quem não vacinar e não comprovar a vacinação até esse período será considerado refratário e estará sujeito a receber a visita dos técnicos da Seab. Se eles comprovarem a falta de vacinação o produtor será autuado e poderá receber multa no valor de R$ 81,43 por cabeça.

Para Ribeirete, a forma mais eficiente, prática e barata de prevenção contra febre aftosa é através da vacinação dos bovinos e búfalos, durante as campanhas promovidas pela Seab que ocorrem a cada seis meses, sempre nos meses de maio e novembro. Nas campanhas de vacinação, todos os bovinos e búfalos existentes na propriedade devem ser vacinados, inclusive os bezerros com poucos dias de vida.


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