Vicunha quer investir em cana no Piauí
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Agronegócio

Vicunha quer investir em cana no Piauí

Projeto prevê a aquisição de 100 mil hectares nas regiões Norte, Sudeste e nos Cerrados do estado para o cultivo da matéria-prima do etanol
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A Vicunha Têxtil, considerada a maior indústria têxtil da América Latina, com quase 40 anos de experiência no mercado, planeja ampliar o foco de negócios e investir em cana-de-açúcar no estado do Piauí. O projeto prevê a aquisição de 100 mil hectares nas regiões Norte, Sudeste e nos Cerrados do estado para o cultivo da matéria-prima do etanol. O presiente da empresa, Ricardo Steinbuch, tratou diretamente do assunto com o governador Wellington Dias no começo deste mês.

Nesta primeira etapa, as negociações referem-se à aquisição de terras pela empresa, que tem interesse em áreas nas regiões Norte, Sudeste e nos Cerrados, totalizando quase 400 mil hectares nos três projetos, sendo 170 mil hectares para cultivo de espécies florestais, 130 mil para projetos agropecuários integrados com o cultivo de soja, algodão, milho e pecuária, além dos outros 100 mil para um projeto agroindustrial para a produção de açúcar e etanol.

Segundo a assessoria de imprensa do governo do Piauí, o governador solicitou ao procurador do Instituto de Terras do Piauí (Interpi), Tadeu Maia Filho, um levantamento de terras estaduais em que não há nenhum tipo de conflito. “Após a aquisição das terras pela empresa, seguem os procedimentos de requisição de incentivos fiscais”, explica o gerente de Projetos Estratégicos do Estado, Jorge Lopes.

Uma novidade apresentada pelo presidente da empresa foi de produção de energia a partir de capim-elefante, uma experiência que vem sendo feita na Bahia, no município de Luís Eduardo Magalhães.

A Vicunha é uma empresa de capital aberto e líder em diversos segmentos da indústria têxtil. Conta atualmente com unidades nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia e São Paulo. Mais de 40% da produção é destinada à exportação ou comercializada através de subsidiárias na Argentina, Colômbia, Estados Unidos, Europa e China.

A empresa produz e comercializa índigos, brins, tecidos mistos e tecnológicos, malhas sintéticas e naturais, fibras e filamentos. Está entre os maiores produtores mundiais de índigos e brins, sendo responsável por cerca de 40% da produção nacional.


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