Bula Abamectin Prentiss

acessos
Abamectina
806
Prentiss Química

Composição

Abamectina 18 g/L Avermectina

Classificação

Acaricida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
300 a 600 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 21 dias. Iniciar o controle após a contaminação dos primeiros sintomas da praga
Curuquerê
(Alabama argillacea)
300 a 600 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 21 dias. Iniciar o controle após a contaminação dos primeiros sintomas da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
100 a 125 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - Realizar 3 aplicações, com intervalo de 7-9 dias entre elas. 14 dias. Iniciar o controle logo após a contaminação das primeiras minas nas folhas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro vermelho
(Oligonychus ilicis)
100 a 300 mL p.c./100L água 470 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 14 dias. Aplicar quando se verificar os primeiros sinais do aparecimento da praga
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
100 a 300 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 14 dias. Aplicar quando se verificar os primeiros sinais do aparecimento da praga
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
20 a 30 mL p.c./ha 2040 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 7 dias. Iniciar o controle na fase de desenvolvimento dos frutos
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Aplicar quando se verificar os primeiros sinais do aparecimento da praga
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 230 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Aplicar quando se verificar os primeiros sinais do aparecimento da praga
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da macieira
(Panonychus ulmi)
75 a 150 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. 14 dias. Aplicar o produto na fase entre a queda das pétalas e inicio da frutificação, logo após a retirada das colméias do pomar
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
50 a 125 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação depois de 8 dias. 3 dias. Aplicar o produto no inicio da infestação, repetindo a aplicação após 8 dias
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
50 a 125 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Repetir a aplicação depois de 7 dias. 3 dias. Aplicar o produto no inicio da infestação, repetindo aplicação após 7 dias
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
50 a 125 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. 3 dias. Aplicar o produto no inicio da infestação, repetindo aplicação após 7 dias
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
75 a 150 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Repetir a aplicação após 7 dias. 3 dias. Aplicar o produto no inicio da infestação, repetindo aplicação após 7 dias

Bombona - Plástico: 0,25; 1 e 5 L.
Frasco - Plástico: 0,25; 1 e 5 L.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ALGODÃO: Iniciar o controle logo após a constatação dos primeiros sintomas da praga. Realizar no máximo uma aplicação.

BATATA: Iniciar o controle logo após a constatação das primeiras minas nas folhas. Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7-9 dias entre elas.

CAFÉ: Aplicar quando se verificar os primeiros sinais do aparecimento da praga. Aplicar no máximo uma vez.

CITROS: Iniciar o controle na fase de desenvolvimento dos frutos. Realizar no máximo uma aplicação.

FEIJÃO: Aplicar quando se verificar os primeiros sinais do aparecimento da praga. Utilizar a maior dose em lavouras com estágio de desenvolvimento mais adiantado. Aplicar no máximo duas vezes.

MAÇÃ: Aplicar o produto na fase entre a queda das pétalas e início da frutificação, logo após a retirada das colméias do pomar. Repetir a aplicação após 7 dias. Aplicar no máximo duas vezes.

MORANGO: Aplicar o produto no início da infestação, repetindo a aplicação após 8 dias. Aplicar no máximo 3 vezes.

PEPINO: Aplicar o produto no início da infestação, repetindo a aplicação após 7 dias. Aplicar no máximo duas vezes.

PIMENTÃO: Aplicar o produto no início da infestação, repetindo a aplicação após 7 dias. Aplicar no máximo duas vezes.

TOMATE: Aplicar o produto no início da infestação, repetindo a aplicação após 7 dias. Aplicar no máximo 4 vezes.

MODO DE APLICAÇÃO:
Uso exclusivamente agrícola.
A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma preparada de um dia para o outro reduz a eficácia do produto.

Volume de calda:
Algodão: 200 L/ha
Batata: 500 L/ha
Café: 470 L/ha para o ácaro vermelho (Oligonychus ilicis) e 500 L/ha para o bicho mineiro (Leucoptera coffeella)
Citros: 2040 L/ha
Feijão: 230 L/ha para o mosca minadora (Lyriomyza huidobrensis) e 400 L/ha para o ácaro branco (Polyphagotarsonemus latus)
Maçã: 800 L/ha (1a aplicação) e 1000 L/ha (2a aplicação)
Morango: 1000 L/ha
Pepino: 800 L/ha
Pimentão: 800 L/ha
Tomate: 1000 L/ha

Aplicação terrestre: ABAMECTIN PRENTISS pode ser aplicado em pulverizações com equipamento manual ou motorizado, costal, estacionário ou tratorizado. Em qualquer dos casos, é importante que haja uma total cobertura da parte aérea da planta. Para o controle de ácaros e insetos, devem ser utilizados os bicos cônicos. Quanto ao modelo de bicos, a distância entre eles e a pressão a ser utilizada, seguir a tabela dos fabricantes, a fim de obter a melhor densidade de gotas.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 21 dias
Batata, Café, Feijão e Maçã: 14 dias
Citros: 7 dias
Pepino, Pimentão, Tomate e Morango: 3 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas desde que sejam observadas as instruções de uso da bula.
Incompatibilidades: No período entre 10 dias antes e 10 dias após a aplicação, não devem ser utilizados produtos à base de Captan, Folpet e Enxofre.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.

Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados; Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO

Produto extremamente irritante aos olhos.
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe; avental impermeável; máscara com filtro para vapores orgânicos, cobrindo nariz e a boca e óculos de proteção;
Manuseie o produto em local arejado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe; máscara com filtro para vapores orgânicos, cobrindo nariz e a boca e óculos de proteção.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

Não reutilize a embalagem vazia.
Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h). Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de
algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
Intoxicações por avermectinas:
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, ro bula e receituário agronômico do produto.
Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito.
Olhos: Produto extremamente irritante aos olhos. Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.
Pele: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado.

Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência médica mais próxima.
Antídoto: Não existe antídoto específico
Informações médicas:
Grupo químico : Avermectinas
Classe toxicológica :Classe I- Extremamente Tóxico
Mecanismos de toxicidade: A abamectina é um inseticida e acaricida com ação de contato e que causa efeitos estomacais. Age estimulando a liberação do ácido gama-aminobutírico,
um neurotransmissor inibitório causando paralisia.
Vias de absorção: Vias oral, dérmica e inalatória.
Sintomas e sinais clínicos: Irritação ocular foi descrita após contato com os olhos. A abamectina induziu efeitos agudos no sistema nervoso central (tremores, ataxia e midríase). Ingestão de doses elevadas de avermectinas pode estar associada à coma e hipotensão.
Embora não existam dados sobre a ação da abamectina em humanos, há informações disponíveis acerca da ação da ivermectina: nas intoxicações humanas relatadas, os sinais e sintomas foram vômitos, taquicardia, alteração da pressão sanguínea, efeitos no sistema nervoso central (sonolência, ataxia) e distúrbios visuais (midríase). Doses elevadas podem levar à morte por parada respiratória.
Toxicocinética: Após administração oral de doses de 0,14 ou 1,4 mg/Kg/dia de abamectina ou
1,4 mg/Kg/dia do isômero delta-8,9 em ratos, obteve-se após 11 dias 0,3-1 % de excreção na urina da dose administrada de abamectina e 0,4% de excreção do isômero. Os animais eliminaram 69-82% da dose de abamectina e 94% da dose do isômero nas fezes.
Em estudo com animais, o composto de origem, inalterado, contabilizou mais de 50% do total de resíduos radioativos encontrados nos tecidos. Foram encontrados os derivados 24-hidroximetil e 3"-0-demetil em animais tratados om abamectina e com o isômero delta-8,9. Amostras de tecidos selecionados fígado, rins, músculo e tecido adiposo) foram analisadas quanto à presença de avermectina B1a inalterada e metabólitos. Dois metabólitos, além da avermectina B1a inalterada, contabilizaram a maioria dos resíduos: 24-hidroximetil- avermectina B1a (24-0HMe-B1a) e 3"-desmetil avermectina B1a (3" -DM-B1a). Um metabólito em menor quantidade foi identificado como B-alfa-hidroxi-avermectina B1a.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
de quadro clínico compatível.
Tratamento: Não há antídoto específico. O tratamento deve ser direcionado ao controle de sintomas clínicos e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontam inação que visam limitar a absorção e os efeitos locais. Se a intoxicação progredir a ponto de causar grave ocorrência de vômito, ou grau de desequilíbrio eletrolítico deve ser avaliado. Suporte apropriado de líquido perdido deve ser administrado por via parenteral, junto a outras medidas de suporte exigidas (como acompanhamento de pressão sangüínea, respiração,
ritmo cardíaco), conforme indicado por sinais clínicos, sintomas e medidas. Em casos graves, as observações deverão continuar pelo menos por alguns dias até que a condição clínica fique favorável e normal. Sintomas de alarme: midríase, incoordenação muscular e tremores.
Contra-indicações: Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Uma vez que a abamectina estimula a liberação do ácido gama aminobutírico ¬GABA - em animais, é prudente que se evitem drogas que estimulem o efeito do GABA (barbitúricos, benzodiazepinas, ácido valpróico) em pacientes com risco de estarem contaminados com a abamectina.
Atenção: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001

Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS

Telefone de Emergência da em presa: (41) 3245-8784 ou 3322-8053 (horário comercial).

PRECAUÇOES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE ( CLASSE III)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não

aplique o produto no período de maior visitação das abelhas. - Evite a contaminação ambiental. Preserve a Natureza.
- . Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2- INSTRUÇOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
Instruções em caso de acidentes:
Isole e sinalize a área contaminada.

- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PRENTISS QUíMICA LTDA- Telefone de Emergência: (41) 322.8053
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).

- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima .
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de COz, pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4 - PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÀO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Embalagens rígidas laváveis
Lavagem da embalagem
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo a posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;

- Faça esta operação três vezes;

- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressào:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamentos independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;

- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAgem

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA ou FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZACÀO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível.

Desenvolvimento de Resistência dos Insetos:
Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas.
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações sucessivas da mesma praga;
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI;

· Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações sucessivas da mesma praga;
· Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI;