Bula Acert

acessos
Propaquizafop
2093
Adama

Composição

Propaquizafop 100 g/L Ácido ariloxifenoxipropiônico

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não Classificado
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura do algodão na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 3 - 4 folhas a 4 perfilhos
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura do algodão na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 3 - 4 folhas a 5 perfilhos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura do algodão na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 3 - 4 folhas a 5 perfilhos
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura do algodão na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 3 - 4 folhas a 5 perfilhos
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura do algodão na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 3 - 4 folhas a 5 perfilhos
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura do algodão na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 3 - 4 folhas a 4 perfilhos
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 a 15 dias. 85 dias. Aplicação sequencial, é recomendada particularmente em situações de altas infestações, quando a planta invasora germina em diferentes fluxos. Primeira aplicação na dose 0,70 L/ha, quando a planta invasora estiver com até 2 perfilhos. Segunda aplicação na dose 0,50 a 0,70 L/ha, 10 a 15 dias após a primeira aplicação
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 85 dias. Aplicar quando o estádio de desenvolvimento da planta invasora for de 2 a 4 folhas
Arrozinho
(Luziola peruviana)
1,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 85 dias. Aplicar quando o estádio de desenvolvimento da planta invasora for de 2 a 4 folhas
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 85 dias. Aplicar quando o estádio de desenvolvimento da planta invasora for de 2 a 4 folhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 2 - 3 folhas a 1 perfilho
Aveia
(Avena sativa)
1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 4 folhas a 2 perfilhos
Aveia preta
(Avena strigosa)
1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 4 folhas a 2 perfilhos
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 2 - 3 folhas a 1 perfilho
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 3 - 4 folhas a 4 perfilhos
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 3 - 4 folhas a 5 perfilhos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 3 - 4 folhas a 5 perfilhos
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 3 - 4 folhas a 5 perfilhos
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 a 1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 3 - 4 folhas a 5 perfilhos
Cevada
(Hordeum vulgare)
1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 4 folhas a 3 perfilhos
Milho
(Zea mays)
0,7 a 1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 4 - 8 folhas - 20 a 40 cm
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 3 - 4 folhas a 4 perfilhos
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,5 a 0,7 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 a 15 dias. 85 dias. Aplicação sequencial, é recomendada particularmente em situações de altas infestações, quando a planta invasora germina em diferentes fluxos. Primeira aplicação na dose 0,70 L/ha, quando a planta invasora estiver com até 2 perfilhos. Segunda aplicação na dose 0,50 a 0,70 L/ha, 10 a 15 dias após a primeira aplicação
Trigo
(Triticum aestivum)
1,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Desde que aplicado nas condições adequadas, e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas. 85 dias. Aplicar após a semeadura da soja na pós-emergência das culturas e das invasoras, estando a planta invasora com estádio de 4 folhas a 2 perfilhos

Frasco de polietileno de 1 L
Bombona de plástico de 2,5, 3, 5, 10, 15, 20, 25, 30, 40, 50 L
Frasco plástico/metálico de 0,2, 0,25, 0,3, 0,4, 0,5, 0,6, 1, 1,5, 2, 2,2 L
Balde metálico 2,5, 3, 5, 10, 15, 20, 25, 30, 40, 50 L
Tambor plástico/metálico de 50, 100, 150, 200, 250, 400, 500 L
Container plástico/metálico de 500, 1000, 2000, 5000, 10000, 15000, 20000, 25000, 30000 L
Tanque metálico/fibra de vidro 500, 1000, 2000, 5000, 10000, 15000, 20000, 25000, 30000 L
Isotanque plástico/metálico 500, 1000, 2000, 5000, 10000, 15000, 20000, 25000, 30000 L

MODO DE APLICAÇÃO:

A aplicação do herbicida ACERT poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.

APLICAÇÃO TERRESTRE:

Para as culturas do algodão, arroz irrigado e soja, o herbicida ACERT pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:

- Diâmetro de gotas: 250 a 500 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm2
- Volume de calda:

• Arroz irrigado: 100 a 200 L/ha.

• Algodão e soja: 150 a 300 L/ha.

Na cultura de algodão, eventualmente, nas necessidades da reaplicação com plantas muito desenvolvidas, poderá ser realizada aplicação dirigida para evitar o efeito guarda-chuva, observando-se o estádio recomendado para as plantas infestantes. Neste caso recomenda-se a utilização de pulverizadores costais pressurizados ou manuais.

APLICAÇÃO AÉREA:

Para as culturas do algodão, arroz irrigado e soja, o herbicida ACERT pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média a grossa. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: Gotas média a grossa, com no mínimo de 200 a 300 µ (micra) DMV, evitando condições mais críticas de evaporação e/ou deriva.
Densidade de gotas: mínimo de 20 a 30 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.

• ATENÇÃO: A aplicação aérea somente deverá ser realizada quando não existir o risco de ocorrer contato com culturas sensíveis ao ACERT. Portanto a indicação desta modalidade de aplicação deverá ser previamente avaliada pelo Engenheiro Agrônomo ou Técnico responsável.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
• Temperatura ambiente até 30ºC;
• Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão............................................................................................... 85 dias
Arroz irrigado..................................................................................... 85 dias
Soja..................................................................................................... 85 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

• Aplicar ACERT somente na cultura do arroz irrigado mutagênico tolerante ao herbicida propaquizafope.
• Não aplicar o ACERT sobre as plantas infestantes muito desenvolvidas, além do estádio recomendado.
• Não aplicar o produto sem adição de adjuvante – óleo mineral – com prejuízos na eficiência de controle.
• Não aplicar o produto associado ao herbicida latifolicida após emergente tanto nas aplicações terrestres quanto nas aplicações aéreas.
• A aplicação aérea do ACERT não é recomendada nas áreas altamente infestadas de capim-marmelada (Brachiaria plantaginea).
• Recomenda-se aguardar um intervalo de 10 dias após a aplicação do herbicida latifolicida pós-emergente, para o início do tratamento com ACERT.
• Recomenda-se um intervalo mínimo de 3 dias após a aplicação do ACERT para aplicar o herbicida pós emergente latifolicida.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item

MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS

IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

UTILIZE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


- INTOXICAÇÕES POR PROPAQUIZAFOPE -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Ácido Ariloxifenoxipropiônico.
Classe toxicológica III – MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Absorção: Propaquizafope é absorvido por via oral, sendo o fígado o sítio principal
de ação.
Metabolismo: O Propaquizafope e seus metabólitos são amplamente distribuídos
nos tecidos, com maiores concentrações no fígado e rim. Nenhum potencial
acumulativo foi evidenciado.
Excreção: Excretado predominantemente pelas fezes, e não se acumulando em
qualquer órgão.
Mecanismos de
toxicidade
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais
clínicos
Exposição Aguda: Os estudos agudos (oral, dérmico e inalatório) efetuados com
em animais de laboratório indicam uma baixa toxicidade.
Dermatológico: Os estudos não demonstraram irritação da pele.
Ocular: Propaquizafope não é irritante para os olhos.
Diagnóstico
Os sintomas de intoxicação com o produto não são conhecidos no homem,
portanto, recomenda-se observar a sintomatologia do paciente.
Tratamento
Não há antídoto específico.
Sintomático, a critério médico, em resposta às reações do paciente.
Contra-indicações A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 200 2345


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Absorção: Propaquizafope é absorvido por um longo período, e a concentração de radioatividade no sangue é diminuída após 8-10 horas após administração. Dados de excreções urinária e biliar indicam que 65% da dose administrada é absorvida dentro de 24 horas. Em administrações repetidas, a concentração de radioatividade em tecidos atinge um estágio estável após aproximadamente 14 dias depois do final do
tratamento.
Metabolismo: Geralmente distribuído em altas concentrações no sangue, fígado e rim. O principal caminho metabólico do propaquizafope é através da hidrólise em propaquizafope ácido, e subseqüente hidroxilação, perda de propionil, ou perda de ácido fenóxi. Alguns dos metabólitos são formados através de uma combinação desses caminhos. Alguma quantidade de propaquizafope não alterado é excretado nas fezes.
Excreção: Rapidamente eliminado através da urina e fezes. Máxima excreção ocorre nas primeiras 48 horas após o tratamento.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais de laboratório - Produto Formulado):
DL50 oral para ratos: 3479 mg/kg (machos); 2561 mg/kg (fêmeas)
DL50 dérmica para ratos: > 2000 mg/Kg
CL50 inalatória (4 horas) para ratos: 3,49 mg/L
Irritação dérmica: Levemente irritante para pele de coelhos.
Irritação ocular: Produto moderadamente irritante para os olhos de coelhos.
Efeitos crônicos:
Para o produto técnico administrado em várias doses à ratos, cães e camundongos, em diversos experimentos, foi possível o estabelecimento de dose de não efeito tóxico observado.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
? - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (Classe II)
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ADAMA BRASIL S/A - telefone da empresa: 0800-400-7070.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais
ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.
. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.


RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:

Não há restrições

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).