Acetamiprid 200 SP Proventis
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Acetamiprido
Registro MAPA:
9126
Empresa Registrante:
Proventis |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Acetamiprido | 200 g/kg | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó solúvel (SP)
Modo de Ação:
Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Algodão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) | veja aqui | |||
| Aveia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) | veja aqui | |||
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Myzus persicae (Pulgão verde) | veja aqui | |||
| Centeio | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) | veja aqui | |||
| Cevada | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde) | veja aqui | |||
| Maçã | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) | veja aqui | |||
| Grapholita molesta (Mariposa oriental) | veja aqui | |||
| Mamão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Aonidiella comperei (Cochonilha) | veja aqui | |||
| Empoasca spp (Cigarrinha verde) | veja aqui | |||
| Melancia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) | veja aqui | |||
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Melão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) | veja aqui | |||
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Milheto | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Rhopalosiphum maidis (Pulgão) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Rhopalosiphum maidis (Pulgão) | veja aqui | |||
| Pinhão-manso | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Empoasca spp (Cigarrinha verde) | veja aqui | |||
| Soja | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Sorgo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Rhopalosiphum maidis (Pulgão) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Frankliniella schultzei (Tripes) | veja aqui | |||
| Myzus persicae (Pulgão verde) | veja aqui | |||
| Thrips palmi (Tripes) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) | veja aqui | |||
| Sitobion avenae (Pulgão das espigas) | veja aqui | |||
| Triticale | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Metopolophium dirhodum (Pulgão das folhas) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
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INSTRUÇÕES DE USO
IMPORTANTE: As informações a seguir foram aprovadas pelo Ministério da Agricultura, IBAMA e Ministério da Saúde. A sua leitura, antes do uso do produto, é de extrema importância para obter as orientações do uso correto e, consequentemente, o seu devido aproveitamento econômico e de eficiência agronômica, além das precauções ao meio ambiente e à saúde humana.
Acetamiprid 200 SP Proventis é um inseticida sistêmico de ação translaminar empregado na forma de pulverizações no controle de pragas nas culturas de algodão, aveia, batata, centeio, cevada, feijão, maçã, mamão, melancia, melão, milheto, milho, pinhão-manso, soja, sorgo, tomate, trigo e triticale.
INSTRUÇÕES DE USO PARA CONTROLE DA MOSCA-BRANCA:
A) Doses de uso:
Feijão: Utilizar doses entre 250 e 300 g p.c./ha, procurando sempre colocar o produto em contato com a praga.
A dose menor deve ser utilizada em aplicações preventivas, isto é, quando houver previsão de ocorrência da praga na cultura, porém a mesma ainda não estiver presente na lavoura. A dose maior deve ser utilizada onde haja ocorrência inicial da praga.
Melancia e melão: A dose menor deve ser utilizada em aplicações preventivas, isto é, quando houver previsão de ocorrência da praga na cultura, porém a mesma ainda não estiver presente na lavoura. A dose maior deve ser utilizada onde haja ocorrência inicial da praga. Utilizar doses entre 25 e 30 g p.c./100 L de água em aplicações com consumo de 1000 L de calda/ha, procurando sempre colocar o produto em contato com a praga.
Em plantas novas e aplicações em jato dirigido com consumo de calda reduzido (inferior a 1000 L/ha), desconsiderar a recomendação em g p.c./100 L de água e utilizar a dose em g p.c./ha.
Soja: Utilizar doses entre 350 e 400 g p.c./ha, procurando sempre colocar o produto em contato com a praga.
A dose menor deve ser utilizada em aplicações preventivas, isto é, quando houver previsão de ocorrência da praga na cultura, porém a mesma ainda não estiver presente na lavoura. A dose maior deve ser utilizada onde haja ocorrência inicial da praga.
Tomate: A dose menor deve ser utilizada em aplicações preventivas, isto é, quando houver previsão de ocorrência da praga na cultura, porém a mesma ainda não estiver presente na lavoura. A dose maior deve ser utilizada onde haja ocorrência inicial da praga. Utilizar doses entre 25 e 40 g p.c./100 L de água em aplicações com consumo de 1000 L de calda/ha, procurando sempre colocar o produto em contato com a praga. Em plantas novas e aplicações em jato dirigido com consumo de calda reduzido (inferior a 1000 L/ha), desconsiderar a recomendação em g p.c./100 L de água e utilizar sempre a dose em g p.c./ha.
B) Época de aplicação:
As aplicações deverão ocorrer preventivamente ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, repetindo com intervalos de 7 dias, dependendo da necessidade. Recomenda-se fazer aplicações intercaladas com produtos de modo de ação diferente devidamente registrados para o controle da referida praga para que seja evitado o aparecimento da resistência dos insetos ao inseticida.
C) Método de Aplicação:
ACETAMIPRID 200 SP PROVENTIS pode ser aplicado através de pulverizadores terrestres tratorizados ou costais manuais, dotados de bico cônico com volume de calda suficiente para que as plantas e a praga recebam uma boa cobertura da calda inseticida.
ACETAMIPRID 200 SP PROVENTIS pode ser aplicado também através de pulverizações aéreas com aeronaves agrícolas devidamente equipadas com barra/bico, empregando-se em torno de 40 a 50 litros de calda/hectare, seguindo sempre as boas práticas de aplicação, procurando pulverizar quando a velocidade do vento for inferior a 8 km/hora e com alta umidade relativa do ar (superior a 70%). Porém, para o controle da mosca-branca na cultura do tomate esta prática não é recomendada por ser necessário aplicações com alto volume e o contato do produto com a praga (adulto ou ninfa).
MODO DE APLICAÇÃO:
A pulverização pode ser via terrestre ou via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.
Aplicação terrestre: pode ser aplicado com equipamento costal (manual ou motorizado), estacionário ou tratorizado. Com o pulverizador tratorizado munido de barra, utilizar bicos jato cônico vazio da série JA ou D, utilizando nesta série o difusor 23 ou 25, de acordo com as variações da umidade relativa do ar nas áreas de aplicação, de forma a se obter um diâmetro de gotas de 110 a 140 µm e uma densidade de 50 a 70 gotas/cm² sobre o local onde o alvo biológico se situa. A pressão de trabalho para os bicos recomendados deverá ser de 80 a 120 libras. Utilizar turbo atomizador tratorizado com as informações acima citadas e procurar obter, através de volume de calda e tamanho de gotas, uma aplicação com cobertura uniforme de toda a parte aérea da planta.
VOLUMES DE APLICAÇÃO:
- Algodão, aveia, centeio, cevada, milheto, milho, sorgo, soja, trigo e triticale: 200 L/ha
- Batata e mamão: 600 L/ha
- Feijão: 300 L/ha
- Maçã: 800 a 1000 L/ha, para mosca-das-frutas, e 800 L/ha, para mariposa-oriental
- Melancia, melão e tomate: 1000 L/ha
- Pinhão manso: 580 L/ha
Aplicação aérea: uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5000;
Volume de aplicação: com barra: 20 a 30 L/ha; com Micronair: máximo 18 L/Micronair/minuto.
Altura do vôo: com barra ou Micronair: 4 a 5 metros em relação ao topo das plantas.
Largura da faixa de deposição efetiva: 20 metros para aviões do tipo IPANEMA.
Tamanho/densidade de gotas: 110 a 140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm².
No caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45º. Manter a angulação das barras entre 90º (para umidade do ar acima de 80%), ajustando-a durante a aplicação de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180º em relação à direção do vôo do avião.
Seguir sempre as recomendações de ajuste do avião sob orientação de um Engenheiro Agrônomo Coordenador em Aviação Agrícola, credenciado através de cursos especializados registrados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
- Temperatura do ar inferior a 27ºC;
- Umidade relativa do ar acima de 70%;
- Velocidade do vento até 8 Km/h.
PREPARO DA CALDA:
Acetamiprid 200 SP Proventis deve ser adicionado ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ¼ de sua capacidade com água limpa e o sistema de agitação ligado. Após adição do produto deve-se completar com água até o volume final necessário do tanque do pulverizador. O sistema de agitação do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a preparação da calda e aplicação. Seguir estas condições de aplicação ou consultar um Engenheiro Agrônomo.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Após a aplicação do Acetamiprid 200 SP Proventis, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado e imediatamente após a aplicação. A demora na limpeza do equipamento de pulverização, mesmo que por algumas horas, pode implicar na aderência do produto nas paredes do tanque do pulverizador, o que dificultará a sua limpeza completa.
Além de seguir as recomendações de limpeza do fabricante do equipamento, seguir os seguintes passos durante a limpeza do pulverizador:
1. Esvaziar completamente o equipamento de pulverização utilizado;
2. Remover fisicamente os eventuais depósitos visíveis de produto;
3. Fechar a barra, encher o tanque com água limpa, circular pelo sistema de pulverização por 5 minutos e, em seguida, esvaziar o tanque de forma que a água passe através das mangueiras, barras, filtros e bicos;
4. Repetir o passo 3 por no mínimo 3 vezes.
Limpar também tudo o que estiver associado ao equipamento de aplicação e manuseio do produto. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
ACETAMIPRID 200 SP PROVENTIS não apresenta qualquer efeito fitotóxico nas culturas e doses recomendadas.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
GRUPO 4A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida ACETAMIPRID 200 SP PROVENTIS pertence ao grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do ACETAMIPRID 200 SP PROVENTIS como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismos de ação efetivos para a praga alvo;
• Aplicações sucessivas de ACETAMIPRID 200 SP PROVENTIS podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do ACETAMIPRID 200 SP PROVENTIS, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico Neonicotinóide não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula;
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ACETAMIPRID 200 SP PROVENTIS ou outros produtos do Grupo 4A quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).