Bula Alika - Syngenta

Bula Alika

Tiametoxam; Cipermetrina
4106
Syngenta

Composição

Tiametoxam 110 g/L
Cipermetrina 220 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão, Sistêmico

Cartucho de papel com saco solúvel interno:
0,25; 0,5; 1; 2 e 2,5 L.

Bandeja plástica com saco solúvel interno:
0,25; 0,5; 1; 2 e 2,5 L.

Lata de fibra de papel com saco solúvel interno:
0,25; 0,5; 1; 2 e 2,5 L.

Frasco plástico simples:
0,25; 0,5; 1; 2 e 2,5 L.

Lata de folha de flandres:
1, 2, e 5 L.

Bombonas de plástico e de folhas de flandres:
5, 10, 20 e 50L.

Blade em aço carbono:
5, 10, 20 e 50L.

Farm-parck em polietileno:
100, 150, 200, 225, 250, 300, 350, 400, 420, 450, 500 e 530 L.

INSTRUÇÕES DE USO

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALOS DE APLICAÇÃO

Milho: controlar o percevejo em plantas recém emergidas (2 à 4 folhas), assim que for notada a presença da praga. Usar a dose maior, em infestações mais altas ou em áreas com histórico de ocorrência da praga. O número de aplicações deve ser até duas, quando necessário.

Soja: Realizar levantamentos populacionais a intervalos regulares a partir do início da formação das vagens. Áreas de produção comercial, fazer a pulverização quando forem encontrados 2 percevejos adultos ou 4 a 5 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear (ninfas a partir do 3º ínstar). Áreas de produção de sementes, fazer a pulverização quando a população atingir 1 percevejo adulto ou 2 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear. Para uma melhor eficiência do produto, fazer a aplicação no início da manhã ou no final da tarde evitando os horários mais quentes do dia, quando a exposição de praga é menor. Em caso de haver ninfas agrupadas em colônias (1o e 2 º ínstar) protegidas no interior da folhagem, recomenda-se fazer a re-aplicação 5 a 7 dias após a 1a aplicação, quando estas ninfas já terão atingido o estágio adequado para o controle. Fazer no máximo 2 aplicações. Utilizar a dose maior em situação de alta população de adultos e ninfas de primeiro ínstar acima do nível de dano preconizado para a cultura.

MODO DE APLICAÇÃO

Milho: aplicação terrestre: utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda ao redor de 200 L/ha.
Soja: aplicação terrestre: utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda ao redor de 150 – 250 L/ha.

Aplicação aérea

Aplicação aérea do produto com a utilização de aeronaves (aviões ou helicópteros), especializados e autorizados por órgãos oficiais competentes, obedecendo aos parâmetros abaixo recomendados.

Equipamento de pulverização:
• Bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D” com difusor “45”.
• Ângulo do jato à 135º ou 45º para trás.
• Atomizador rotativo “MICRONAIR (AU-5000)” com ângulo das pás de hélice ajustados em 65º.
• Diâmetro mediano de gotas (DMV) - Gotas médias - (200 a 400 ?m).
• Cobertura no alvo, com densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm2. Volume ou taxa de aplicação: ao redor de 10 - 30 L/ha.

Largura da faixa de aplicação

• Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee: 15 m.
• Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 m.
• Aeronaves do tipo Dromader: 25 m.
• Altura do voo: 2 a 4 m acima do alvo, ajustado em função da velocidade do vento: Se o vento tender para velocidades maiores, reduzir a altura de voo, se o vento tender para velocidades menores, aumentar a altura de voo.

Condições metereológicas

• Temperatura do ar: abaixo de 30º C.
• Umidade relativa do ar: acima de 55%.
• Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 18 km/h.

Obs: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorado com termohigrômetro. Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.


INTERVALO DE SEGURANÇA PARA AS CULTURAS INDICADAS

Milho, soja: 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

No primeiro dia após a aplicação não reentrar na área tratada sem equipamento de proteção individual.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Nas culturas e doses recomendadas não há efeito fitotóxico.

Outras restrições a serem observadas

Não há restrições de uso para as culturas recomendadas. Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Commanche Técnico registro nº 0207, Ato nº 30-12/06/2014