Bula Ametista

acessos
Cipermetrina
5314
FMC - Campinas

Composição

Bifenthrin 180 g/L Éster piretroide.
Cipermetrina 200 g/L Piretróide sintético

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
100 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - 5 dias. 15 dias. quando o nível de botões florais danificados atiatingir no máximo 5%
Curuquerê
(Alabama argillacea)
200 a 300 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 15 dias. 2 lagartas média/planta, nível de desfolha de 20 % ou 10 % de desfolha na ponteira
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 a 300 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 15 dias. Quando forem identificadas lagartas em 10% das plantas
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
100 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 15 dias. Quando atingir o nível de dano econômico
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 20 dias. Quando as lagartas estiverem em estágio larval de 1°. e 2° instar
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
40 a 80 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. 30 % de desfolha antes da floração ou 15 % de desfolha após a floração
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
60 a 80 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. 30 % de desfolha antes da floração ou 15 % de desfolha após a floração
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
80 a 100 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Produção comercial: 2 percevejos adultos ou 4 a 5 ninfas maiores que 0,5 cm/m linear. Produção de sementes: 1 percevejos adultos ou 2 ninfas maiores que 0,5 cm/m linear
Percevejo verde
(Nezara viridula)
80 a 100 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Produção comercial: 2 percevejos adultos ou 4 a 5 ninfas maiores que 0,5 cm/m linear. Produção de sementes: 1 percevejos adultos ou 2 ninfas maiores que 0,5 cm/m linear
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
80 a 100 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. Produção comercial: 2 percevejos adultos ou 4 a 5 ninfas maiores que 0,5 cm/m linear. Produção de sementes: 1 percevejos adultos ou 2 ninfas maiores que 0,5 cm/m linear

Bag in Box – fibra de papel com bolsa plástica interna: 1; 5; 10; 20; 1000 e 1250 L
Balde – metálico: 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300 e 400 L
Bombona – PEAD/COEX/PET, plástico: 3; 3,5; 4; 4,5; 5; 10; 20; 25 e 50 L
Bulk - COEX / PEAD / PET / metálico /Plástico com estrutura metálica / Metal ou plástico com pallet de madeira / Metal ou plástico com pallet de plástico / Metal ou plástico com pallet de metal / Ferro revestido com resina epóxi : 500; 1000; 2000; 3000; 4000; 5000 e 10.000 L
Mini bulk- COEX / PEAD / PET / metálico / Plástico com estrutura metálica / Metal ou plástico com pallet de madeira / Metal ou plástico com pallet de plástico / Metal ou plástico com pallet de metal / Ferro revestido com resina epóxi : 100; 200; 300; 400 e 500 L
Container - COEX / PEAD / PET /metálico / plástico / Plástico com estrutura metálica / Metal ou plástico com pallet de madeira / Metal ou plástico com pallet de plástico / Metal ou plástico com pallet de metal : 100; 200; 300; 400; 500; 945 e 1000 L
Contentor intermediário (IBC)- COEX / PEAD / PET/ plástico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500; 945 e 1000 L
Farm-pack - COEX / PEAD / PET /metálico / plástico / Plástico com estrutura metálica / Metal ou plástico com pallet de madeira / Metal ou plástico com pallet de plástico / Metal ou plástico com pallet de metal : 100; 200; 300; 400; 500; 945 e 1000 L
Frasco - COEX / PEAD / PET / plástico / PAPE/ Poly-nylon: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3 e 5 L
Isocontainer- aço carbono/ COEX/ PEAD/ metálico/ plástico: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; 5000; 10.000; 20.000 e 30.000 L
Isotanque - aço carbono/ COEX/ PEAD/ metálico/ plástico: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; 5000; 10.000; 20.000 e 30.000 L
Jerry Box- fibra de papel com bolsa plástica interna/ plástico/ PEAD/ COEX/ PET/ PAPE/ Polietileno/ Poly-nylon: 1; 5; 10; 20; 1000 e 1250 L
Lata – aluminizado/ folhas de flandres: 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5; 4; 4,5; 5; 10; 20; 25 e 50 L
Saco flexível - plástico/ PEAD/ COEX/ PET/ PAPE/ Polietileno/ Poly-nylon: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3 e 5 L
Tambor - / plástico/ PEAD/ COEX/ PET/ PAPE/ Polietileno/ Poly-nylon/ papelão/ metálico/ ferro revestido com resina epóxi: 0,1; 0,2; 0,25; 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300 e 400 L
Embalagens retornáveis- plástico de PEAD ou metal: 100; 200; 300; 400; 500 e 1.000 L

MODO DE APLICAÇÃO:
AMETISTA pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais (costais))e tratorizados (pulverizadores terrestres, atomizadores) e via aérea (aeronaves agrícolas).
Em todas as culturas, realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado, visando uma aplicação
correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
O produto deve ser aplicado sempre que se atingir o NC (Nível de Controle) da praga
estabelecida pelo MIP (Manejo Integrado de Pragas). Mantenha a lavoura inspecionada.
Ao pulverizar, procurar dar boa cobertura em toda planta.
Algodão: Recomenda-se utilizar o volume de calda de 200 a 4001./ha, de acordo com a
tecnologia de aplicação utilizada. O volume de calda poderá ser alterado considerando as
especificações técnicas do equipamento. Manter a lavoura inspecionada e utilizar o
monitoramento de pragas (uso de armadilhas).
Bicudo-do-algodoeiro: iniciar as aplicações quando o nível de botões florais danificados atingir no máximo 5% (25 botões florais avaliados por hectare) dos 30 aos 70 dias. Após 70 dias, iniciar as aplicações quando o nível de botões florais danificados atingir no máximo 10% (25 botões florais avaliados por hectare). Efetuar no máximo 5 aplicações do produto, repetindo a cada 5 dias ou toda vez que o ataque atingir 5% (30 a 70 dias) e 10% (após 70 dias) de botões danificados.
Curuquerê-do-algodoeiro: o controle deve ser efetuado quando houver 2 lagartas médias (2 cm) por planta e o nível de desfolha de 20% da planta toda, ou 10% de desfolha do ponteiro da planta. O número de aplicações pode variar de acordo com a infestação e o intervalo entre elas será em função da reinfestação. Efetuar, no máximo,
5 aplicações.
Lagarta-militar: iniciar as aplicações quando forem identificadas lagartas em 10% das plantas. Monitorar a lavoura. O melhor momento para aplicação do produto é quando as lagartas estiverem entre o 10 e 30 instares. Utilizar a rotação de princípios ativos. Não aplicar o produto em áreas com histórico de resistência a este grupo químico
(Piretróides).
Lagarta falsa-medideira: iniciar as aplicações quando atingir o Nível de Dano Econômico, ou seja, até 1 (uma) lagarta grande por planta (25 plantas amostrada por hectare), ou até 5 lagartas pequenas por planta em 5 batidas de pano por hectare.
Milho: recomenda-se utilizar o volume de calda de 200 a 3001/ha e armadilhas para
monitoramento no manejo da cultura do milho. O volume de calda poderá ser alterado,
considerando as especificações técnicas do equipamento.
Lagarta-do-cartucho: a aplicação deve ocorrer quando as lagartas estiverem em estágio larval de 1°. e 2° instar.
Soja: Recomenda-se utilizar o volume de calda de 200 a 400L/ha, de acordo com a tecnologi de aplicação utilizada. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento. Manter a lavoura inspecionada e utilizar o monitoramento de pragas (uso de armadilhas), dependendo do estádio da cultura.
Controle de lagartas (Pseudoplusia includens e Anticarsia gemmatalis): o nível de controle na cultura da soja depende da época em que ocorre o ataque. Se o ataque ocorrer antes da floração, o controle deve ser feito quando houver 30% de desfolha. Se o ataque for após a floração, aplicar o produto quando o com nível de desfolha atingir 15%.
Controle de percevejos (Euschistus heros; Piezodorus guildinii; Nezara viridula): realizar levantamentos populacionais a intervalos regulares a partir do inicio da formação das vagens. Em áreas de produção comercial, fazer a pulverização quando forem encontrados 2 (dois) percevejos adultos ou 4 a 5 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear (ninfas a partir do 30 instar). Em áreas de produção de sementes, fazer a pulverização quando a população atingir 1 (um) percevejo adulto ou 2 (dois) ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Equipamentos terrestres: (pulverizador manual (costa!) e de barra, atomizadores) — tratorizados
Bicos: bicos de jato cônico vazio.
Todos os bicos da barra deverão manter-se à mesma altura em relação ao topo da planta. Pressão: 60-70 psi (costais) e 80-100 psi (equipamentos tratorizados).
Quando se emprega pulverizadores de barra, recomenda-se usar bicos cônicos D2 ou D3; pressão de 80 a 100 lb/pol2 e 200 a 400 L de calda por hectare.
Diâmetro e densidade de gotas: 100 a 2001.1 de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm2. Faixa de deposição: utilizar distância entre bicos na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou excesso.
Condições climáticas para aplicações terrestres:
. Temperatura ambiente: máximo 28°C
• Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%
• Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
• Aplicar nas horas mais amenas do dia (manhã e fim da tarde)
Aplicação com aeronaves agrícolas:
Bicos: bicos de jato cônico vazio ou bicos rotativos tipo MICRONAI R, que permitam a geração
e deposição de um mínimo de 40 gotas/cm2 com um DMV de 110-150 1.1 sobre o alvo
desejado.
Número de bicos na barra: aviões IPANEMA (qualquer modelo): utilizar de 40 a 42 bicos,
fechando de 4-5 em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximos à fuselagem, mantendo em operação, os oito bicos sob a fuselagem (barriga) e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Outros modelos de aeronaves: utilizar a disposição que permita uma uniformidade de
distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos
vórtices de pontas de asas.
Altura de vôo: 3 a 5 metros em relação ao topo das plantas
Volume de aplicação: 10 a 20 L/ha.
Vazões acima deste limite, utilizar somente bicos hidráulicos em substituição aos bicos
rotativos tipo MICRONAIR.
Faixa de deposição: aviões IPANEMA ou similares: utilizar a faixa máxima de 20 m.
Aviões grandes: faixa de deposição não deverá exceder a 25 metros.
Condições climáticas para aplicação aérea:
• Temperatura ambiente: máximo 28°C
• Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%
• Velocidade do vento: 2 a 10 km/h ora. INTERVALO DE SEGURANÇA
Algodão 15 dias
Milho 20 dias
Soja 20 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: Nas doses e usos recomendados, o produto não causa fitotoxicidade

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:
GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual - EPI recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual - EPI, lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual - EPI recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de .nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência lev o a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo
- INTOXICAÇÕES POR ZETA-CIPERMETRINA E BIFENTRINA —
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).
Grupo químico:ZETA-CIPERMETRINA• Piretróide BIFENTRINA: Piretróide
Vias de exposição: Dérmica, inalatória, oral.
Toxicocinética: ZETA-CIPERMETRINA: A cipermetrina foi bem absorvida após a
administração oral em ratos e camundongos, sendo a urina a principal via
de excreção (em torno de 80% da dose absorvida). Somente uma
pequena quantidade do produto, na forma não hidrolizada, foi encontrada nas fezes. É rapidamente biotransformada no fígado após a absorção, principalmente pelas enzimas esterases e oxidases.
BIFENTRINA: Estudos conduzidos em animais demonstraram que a principal via de excreção da bifentrina foi a fecal, principalmente na forma inalterada, seguida da urinária, nas primeiras 48 horas. Os resíduos nos tecidos estavam abaixo do limite de detecção do método (< 0,1 ppm),
com exceção do fígado (até 0,1 ppm), pele (até 0,4 ppm) e gordura (até 1,7 ppm).
Mecanismos de toxicidade: ZETA-CIPERMETRINA: É um piretróide do tipo II, ou seja, que possui grupo ciano substituído na posição alfa. O mecanismo de ação proposto para os piretróides tipo II, envolve um atraso na inativação do canal de sódio, levando a uma persistente despolarização da membrana das células nervosas, sem descargas repetitivas, provocando hiperexcitação de células nervosas e musculares.
BIFENTRINA: A bifentrina é um piretróide tipo I, ou seja, que não possui um grupo ciano substituto na posição alfa. O mecanismo de ação proposto para os piretróides tipo I, envolve a alteração interação com dos canais de sódio em das membranas de células nervosas, causando descargas neuronais repetidas e um período maior para repolarizaçâo, provocando hiperexcitação de células nervosas e musculares.
Sintomas e sinais clínicos: ZETA-C1PERMETRINA: Os piretróides tipo II podem ocasionar 'o aparecimento da "síndrome CS" em animais de experimentação, caracterizada por coreoatetose, salivação excessiva, lacrimejamento, hipersecreção nasal, intensa hiperatividade, incoordenação, convulsões clônicas, tremores intensos, parestesias (em exposição dérmica), apneia
e morte.
Para o homem, os sinais e sintomas resultantes das intoxicações agudas pelos vários tipos de piretróides são bastante similares, podendo ser locais ou sistêmicos, como reações dérmicas, pruridos e sensação de ardor na pele, reações no trato respiratório superior (rinites, espirros irritação da garganta, edema da mucosa oral) e inferior (tosse, respiração ofegante, ruídos respiratórios, dores na região torácica). O sintoma mais freqüentemente relatado nos estudos de exposição ocupacional é a parestesia, caracterizada por dormência, coceira, queimação ou formigamento da pele, após exposição dérmica aos piretróides, sendo este considerado um efeito local e transitório, limitado ao local de
exposição.
BIFENTRINA: Os piretróides tipo I podem ocasionar o aparecimento da chamada "Intoxicação tipo I ou síndrome T" em animais de experimentação, caracterizada por: salivação, ansiedade, agitação,
incoordenação motora, prostração, paralisia, comportamento agressivo e
tremores.
Para o homem, os sinais e sintomas resultantes das intoxicações agudas pelos vários tipos de piretróides são bastante similares, podendo ser locais ou sistêmicos, como reações dérmicas, pruridos e sensação de ardor na pele, reações no trato respiratório superior (rinites, espirros irritação da garganta, edema da mucosa oral) e inferior (tosse, respiração ofegante, ruídos respiratórios, dores na região torácica). O sintoma mais freqüentemente relatado nos estudos de exposição ocupacional é a parestesia, caracterizada por dormência, coceira, queimação ou formigamento da pele, após exposição dérmica aos piretróides, sendo este considerado um efeito local e transitório, limitado, ao local de
exposição.
Diagnóstico: O diagnóstico e estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento: Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Se o produto for ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado e de realização de lavagem gástrica.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração el de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não Não são bem estabelecidos Quando combinados, alguns piretróides deve ser evitado.
Efeitos sinérgicos: podem ter efeitos aditivos, sinérgicos ou potencializadores e outros, efeitos antagonistas.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-343545 ou (34) 33193019
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
ZETA-CIPERMETRINA: A zeta-cipermetrina é um piretróide do tipo II, ou seja, que possui grupo ciano substituído na posição alfa. O mecanismo de ação proposto para os piretróides tipo II, envolve um atraso na inativação do canal de sódio, levando a uma persistente despolarização da membrana das células nervosas, sem descargas repetitivas, provocando hiperexcitação de células nervosas e musculares.
A cipermetrina foi bem absorvida após a administração oral em ratos e camundongos,
sendo a urina a principal via de excreção (em torno de 80% da dose absorvida).
Somente urna pequena quantidade do produto, na forma não hidrolizada, foi encontrada
nas fezes. É rapidamente biotransformada no fígado após a absorção, principalmente pelas enzimas esterases e oxidases.
BIFENTRINA: A bifentrina é um piretróide tipo I, ou seja, que não possui um grupo ciano substituto na posição alfa. O mecanismo de ação proposto para os piretróides tipo I, envolve a alteração interação com dos canais de sódio em das membranas de células nervosas, causando descargas neuronais repetidas e um período maior para repolarização, provocando hiperexcitação de células nervosas e musculares.
Estudos conduzidos em animais demonstraram que a principal via de excreção da bifentrina foi a fecal, principalmente na forma inalterada, seguida da urinária, nas primeiras 48 horas. Os resíduos nos tecidos estavam abaixo do limite de detecção do
método (<0,1 ppm), com exceção do fígado (até 0,1 ppm), pele (até 0,4 ppm) e gordura (até 1,7 ppm).
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
EFEITOS AGUDOS: (PF)
• DL50oral em ratos: > 300 mg/Kg
• DL50dérmica em ratos: >4000 mg/Kg
• CL50dérmica em ratos: >0,489 mg/L de ar
• Irritação dérmica: levemente irritante.
• Irritação ocular: extremamente irritante.
• Sensibilização: não sensibilizante.
EFEITOS CRÔNICOS
ZETA-CIPERMETRINA: Em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos em cães, camundongos e ratos, o principal órgão-alvo foi o sistema nervoso. A cipermetrina não se apresentou carcinogênica para ratos. Tumores alveolares foram observados em camundongos fêmeas, após exposição oral em longo-prazo, apenas na maior dose testada. Estudos conduzidos em células eucariontes (in vivo) e em células procariontes (in vitro), demonstraram que a zeta- cipermetrina /cipermetrina não apresentou potçncial genotóxico. Também não foram observados efeitos teratogênicos nem efeitos sob os parâmetros reprodutivos, considerados relacionados ao tratamento com zeta¬cipermetrina/cipermetrina. Para todos os efeitos observados, doses seguras de exposição a zeta-cipermetrina/cipermetrina foram estabelecidas.
BIFENTRINA: Em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos em cães, camundongos e ratos, o principal órgão-alvo foi o sistema nervoso, sendo os tremores os principais efeitos observados. A bifentrina não se apresentou carcinogênica para ratos. Estudos conduzidos em células procariontes (in vitro) e eucariontes (ir vivo) demonstram que a bifentrina não apresenta potencial genotóxico. Também foram observados efeitos teratogênicos nem efeitos sob os parâmetros reprodutivos, considerados relacionados ao tratamento. Para todos os efeitos, doses seguras de exposição a bifentrina foram estabelecidas.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos
adversos.
SINTOMAS DE ALARME
Pruridos, dormência, formigamento e/ou sensação de ardor na pele, irritação da
garganta, respiração ofegante e dores na região torácica. TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
FMC QUIMICA DO BRASIL LTDA: 0800-343545 e (34) 3319-3019

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MI P) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se 'o-- inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência.
Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MIP) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre recomendações locais para o MIP.