Bula Applaud 250

acessos
Buprofezin
4097
Arysta Lifescience

Composição

Buprofezina 250 g/kg Tiadiazinona

Classificação

Inseticida, Regulador de crescimento de insetos
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Fisiológico inibidor da síntese de quitina
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Saissetia oleae)
200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Saissetia oleae)
200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. 21 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Anonáceas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Begônia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
100 a 200 g p.c./100 L de água - - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. Uso não alimentar. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Saissetia oleae)
200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 g p.c./100 L de água 10 a 25 L de calda / planta - Realizar no máximo 2 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 15 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 10 a 25 L de calda / planta - Realizar no máximo 2 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 15 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Saissetia oleae)
200 g p.c./100 L de água 10 a 25 L de calda / planta - Realizar no máximo 2 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 15 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cupuaçu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Saissetia oleae)
200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
1 kg p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 15 dias. 21 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Gérbera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 150 g p.c./100 L de água - - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. Uso não alimentar. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Guaraná Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Saissetia oleae)
200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Kiwi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Saissetia oleae)
200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 10 l/100 l de água - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Saissetia oleae)
200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Saissetia oleae)
200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Saissetia oleae)
200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Maxixe Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 600 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 600 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Romã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Cochonilha
(Saissetia oleae)
200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 200 g p.c./100 L de água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 10 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
1 kg p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 10 dias. 20 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
100 a 200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 pulverizações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas na cultura

Sacos de polietileno ou de alumínio: 0,3; 0,5 e 1 kg. Potes de polietileno: 2 e 5 kg. saco de papel plástico polietileno ou metalizado 0,1;0,15;0,2;0,25;0,3;0,5;1;1,5;2;2,53;4;5;8;10;15;20 e 25 kg; frasco plástico ou metalizado 1;1,5;2,3;2,5;4;5;8;10;15;20 e 25 kg; cartucho de papelão com proteção impermeável caixa metálica ou caixa plástica 0,1;0,15;0,2;0,25;0,5;1;1,5;2;2,5;4;5;8;10;15;20 e 25 kg; tambor metálico (com revestimento anticorrosivo) ou plástico 50, 100, 200, 250 e 500 kg; conteiner 500, 1000, 5000, 10.000, 15.000 e 20.000 kg; big-bag em tecido com proteção impermeável 100,
200, 250, 500, 1.000, 1.200 e/ou 1.500 kg; as embalagens com peso líquido de 100 g a 10 kg podem conter saquinhos flexíveis ou hidrossolúveis.
Saco de papel, plástico ou polietileno 900 g.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURA/PRAGAS E DOSES: "Vide Indicações de Uso/Doses"

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
As aplicações com APPLAUO 250 devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens das pragas indicadas e devem ser repetidas conforme a infestação das mesmas, em intervalos de 10 a 15 dias. Realizar de 2 a 3 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura (período entre a última aplicação e a colheita).
No controle, principalmente, da "mosca branca", a pulverização deve ser feita de modo a atingir as formas jovens, na parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de "adultos". Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os "adultos" e em seguida aplicar APPLAUD 250.
MODO DE APLICAÇÃO:
As aplicações devem ser feitas em pulverização via terrestre, com equipamentos costa I manual ou motorizado, pulverizador estacionário ou de barra tratorizado, dotados de bicos adequados.
Em caso de aplicação com pulverizador de barra:
Usar bicos tipo D2, D3 ou equivalentes com pressão de 100 Ibs/poI2.
A altura da barra deve estar em torno de 30 a 50 cm do topo da planta e a distância entre os bicos devem ser de 30 a 50 cm.
Condições climáticas:
As aplicações devem ser realizadas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde, em condições de temperatura inferior a 27°C, umidade relativa do ar acima de 70%, e ventos abaixo de 10 km/h, utilizando-se quantidade de calda suficiente para dar uma boa cobertura às plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão e Feijão: 21 dias
Citros (laranja), Tomate, Pepino e Melão: 7 dias
Begônia e Gérbera: UNA (uso não alimentar)


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISAlMS)
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Fitotoxicidade: não há para as culturas indicadas e nas doses recomendadas. Outras restrições: não há.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie OU aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPL) recomendados
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem.
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas: botas de borracha: avental impermeável: máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o maxinio possivel o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia
- Aplique o produto de modo a evitar que o apllcador entre na névoa de produto
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção Individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima da punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e Filtro mecânico classe P2! ou P3 quando necessário): óculos de segurança com proteção lateral: touca árabe e luvas de nitrila
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter os avisos até
o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem touca
árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cla aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as epecIficações do fabricante
Arysta LifeSdence
-Nãoreutilizar a embalagem vazia.
-Não descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individtjial - EPI: macacão com tratamento
hidrorepelerite com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure rogo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronómico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo
INTOXICAÇÕES POR BUPROFEZIN - INFORMÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico: Triadizinona
Vias de exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatôria.
Toxícocinétíca: Estudos em ratos demonstram que o Buprofezin é rapidamente absorvido, amplamente distribuído nos tecidos e rapidamente eliminado, Embora apenas a metade da dose ingerida seja absorvida, o produto é extensamente metabolizado e prontamente excretado A maior parte (70-80)% foi excretada nas rezes e apenas (13-21)% pela urina. Aproximadamente 38% da dose administrada foi excretado na bile após 24 horas A metabolização inclui principalmente hidroxilação do anel tenil, oxidação e conjugação Buprofezin não é fiterado no trato gastrointestinal, mas os metabólitos biliares são posteriormente metabolizadeip no trato intestinal para formar metabólitos
encontrados nas fezes. Foi encontrado nos ovos de 94hnhas e no leite de bovinos.
Mecanismos de toxicidade: Buprofein é um regulador do crescimento de insetos com ação de contato que inibe a síntese de quitina e provavelmente de prostaglandinas. Não se conhece o mecanismo de toxicidade em seres humanos.
Sintomas e sinais clínicos: Intoxicação aguda Buprofezin é leve irritante ocular, não é sensibilizante nem irritante dérmico, Não é primariamente irritante do sistema respiratório, entretanto, se importante quantidade de pó é inalado numa área fechada pode causar irritação e congestão do trato respiratório superior Em estudos em curto prazo, em ratos e cães, os efeitos principais foram aumento no peso do fígado e da tireóide e diminuição do peso de baço é do ganho de peso, alterações bioquímicas (diminuição do hematócrito e glicose, incremento dos' triglicerídeos, colesterol, fosfolipídios, uréia, albumina e globulina, prolongamento do TTP, e methemoglobinemia). Em cães a administração de Buprofezin causou alterações do comportamento, ataxia. leve distensão abdominal, diminuição do ganho de peso, incremento no peso do fígado (elevação das transaminases e fosfatase alcalina), dos rins e da treáide Efeitos crônicos Em humanos expostos durante a fabricação do lBuprofezin, não foram constatados eleitos carcinogênicos.
Diagnóstico:O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
• Obs.- Em se apresentando sinais e sintoms indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao
produto, descontamrnaçâo do paciente, proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Em casos de ingesta de grandes quantidades do produto:
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção
sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão. Em geral não atua com metais ou
ácidos.
1. Dose Administre urna suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água 130 g
de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças
(1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano. E mais efetivo quando
administrado dentro de urna hora após a ingestão do agrotóxico,
2 O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou
bases fortes, O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes
que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário, dependendo da quantidade
ingerida, tempo de ingestão e circunstância específica,
1. Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa á
vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em
posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
Controlar as convulsões antes
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados: após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa
• Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não
devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
• Fluidos intravenosos e monitorizarão de eletrólitos
• Melabemoglobinemia Administre 1 a 2 mg/kg de uma soluçã o de Azul de Metileno a 1%
lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser
necessárias.
Exposição Irialatória
Descontaminação' Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações
respiratórias Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato
respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário.
Trate bronco espasmos com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou
parenteral Exposição Ocular
Descontaminação Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico.
Exposição Dérmica: Desconta minação. Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico se a irritação ou dor persistir. CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar
um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento.
• Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto durante
o processo.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada emr*ão do risco de aspiração e de pneumcnite guírca.
Efeitos sinérgicos: Não relatados em humanos
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
especializadas sobre o diagnostico
Rede Nacional de Centros de lnformção
RENACIAT - AN./lSAJMS
Notifique ao sistema de informaçãode agravos de notificação
(SINAN/ÍtÁS)

Mecanismo de ação. Absorção e Excreção para Animais de Laboratório
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de Toxicidade no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório;
Efeitos agudos (Resultantes de estudos com animais - produto Applaud 50): DL50 oral em ratos maior que 5000 mg/kg;
D150 cutânea em ratos maior que 2000 mg/kg; CL50 inalatória CLSO (0) para ratos> 12,462 mg/L
Irritação dermal: não irritante.
Irritação ocular: levemente irritante. Sensibilização dérmica: não sensibilizante.
Efeitos crônicos

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou o equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos do produto no meio ambiente ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ARYSTA L1FESCIENCE DO BRASIL
LTDA. Telefone de emergência (15) 3292-1161.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's ¬Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos.
- Adicione água limpa na embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.



DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FELXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até a devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra é obrigatória a devolução da embalagem vazia pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (embalagens padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA NÃO CONTAMINADA

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consultar o registrante através do telefone (15) 3292-1161 para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para esse tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTES DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Inseticida ¬IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticida, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:

• Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
• Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
• Consultar sempre um engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência Inseticidas.