Bula Aptur-PF

CI
Paecilomyces fumosoroseus
24618
Agrobiológica Sustentabilidade

Composição

Paecilomyces fumosoroseus CCT 7769 7 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida microbiológico
Não Classificado
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Inseticida microbiológico

Tipo: Saco.
Material: Plástico.
Capacidade: 1; 5; 8; 20 litros.

Tipo: Frasco.
Material:Plástico.
Capacidade: 1 litro.

Tipo: Bombona.
Material: Plástico.
Capacidade: 5; 20 litros.

Tipo: Tambor.
Material: Plástico.
Capacidade: 200 litros.

INSTRUÇÕES DE USO

CULTURAS

O produto é inseticida microbiológico, indicado para controle de Mosca branca (Bemisia tabaci raça B), com eficiência comprovada nas culturas do feijão e soja, e Cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) com eficiência para cultura do milho; podendo ser utilizado em qualquer cultura com ocorrência do alvo biológico.

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicar de maneira uniforme de maneira a assegurar boa cobertura, deposição da calda e evitar deriva.

INSTRUÇÕES PARA PREPARO DA CALDA DE PULVERIZAÇÃO

Com agitador ligado, coloque água até metade do tanque do pulverizador.
Adicione APTUR-PF, continue a encher o tanque com água até ¾ da capacidade total, desligue o agitador e, então, adicione surfactante (espalhante adesivo não iônico de acordo com a dose recomendada na bula do produto). Complete o tanque com água até a capacidade desejada. Em seguida, ligue o agitador para homogeneização da calda e realizar a aplicação diretamente.
Evitar que seja preparado volume de calda superior àquele que será aplicado no dia.
Não guardar sobras de calda para uso posterior.

Pulverização terrestre

Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação entre 100 e 200L/ha.
Aplicação aérea / parâmetros a serem observados:
Largura da faixa de aplicação – 15 m (Aeronave tipo Ipanema);
Volume de aplicação – 30 a 50L/ha;
Densidade de gotas – 20 a 30 gotas / cm²;
Tamanho das gotas (DMV) – 200 a 400 µm;
Altura de voo – 2 a 4 m acima do alvo;

Observações

- Respeitar as condições meteorológicas: Temperatura do ar abaixo de 30° C, Umidade relativa do ar acima de 55% e velocidade do vento entre 5 e 18 Km/h.
- Evitar sempre os horários que estiverem com turbulência forte, inversões térmicas e correntes de convecção.
- Obedecer ao regulamento previsto na Portaria 009 do Decreto Lei 86765 do Ministério da Agricultura.

LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Antes da aplicação, limpe o equipamento e verifique que está bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas posteriores.
Limpe tudo que estiver associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento de tanque. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Não mesclar com fungicidas e ou herbicidas.
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde.
Não aplicar sob vento forte.
O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.
Use de acordo com as recomendações da bula/rótulo e observe as precauções necessárias.
Somente usar as doses recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O uso repetido deste ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do produto como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do ‘intervalo de aplicações’ não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento, etc, sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (WWW.agricultura.gov.br).




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