Bamytis/Royalprezor/Basuty/Batynem/Bany CI

Geral
Nome Técnico:
Bacillus amyloliquefaciens, isolado SVG 00027-B; Bacillus amyloliquefaciens, isolado SVG 00028-B; Bacillus subtilis, isolado SVG 00030-B; Bacillus thuringiensis, isolado SVG 00029-B
Registro MAPA:
37122
Empresa Registrante:
Biota
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Bacillus subtilis, isolado SVG 00030-B 10 g/kg
Bacillus thuringiensis, isolado SVG 00029-B 1 g/kg
Bacillus amyloliquefaciens, isolado SVG 00028-B 10 g/kg
Bacillus amyloliquefaciens, isolado SVG 00027-B 10 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Nematicida Microbiológico
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Nematicida microbiológico

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Calda Terrestre Dosagem
Meloidogyne incognita (Nematóide das galhas) veja aqui veja aqui

Tipo: Sacos e Frascos
Material: Polietileno e Poliéster(Sacos) e PEAD(frascos)
Capacidade: 50 mL - 50 L;

Tipo: Bombona
Material: Polietileno de alta densidade(PEAD)
Capacidade: 200 L;

Tipo: Frascos
Material: Polietileno de alta densidade(PEAD)
Capacidade: 1.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um nematicida microbiológico indicado para tratamento de semente e aplicação no sulco de plantio para o controle de Meloidogyne incognita.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Para o controle de Meloidogyne incognita, o produto deve ser aplicado uma única vez via sulco de plantio no momento da semeadura.

MODO DE APLICAÇÃO

Sulco de plantio

Diluir o produto na calda a ser aplicada no sulco de plantio. Efetuar as aplicações com equipamento de pulverização acoplado a semeadora que permita a pulverização diretamente no sulco de plantio após o disco de corte e o sulcador fixo e antes da deposição da semente.
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre à deriva e perdas do produto causadas por evaporação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação. 1.6.

LIMITAÇÕES DE USO

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Não aplicar sob vento forte. Nessas condições a exposição dos esporos da bactéria à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade da bactéria. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas. Para beneficiar a atuação, protegendo o inóculo dos fatores climáticos e melhorando as condições microclimáticas, são recomendadas as seguintes práticas culturais:
- Usar a calda no mesmo dia do seu preparo;
- Após a aplicação, evitar a limpeza mecânica ou química do piquete, pois essas práticas podem diminuir a quantidade de inóculo;
- Conservar o produto sob refrigeração ou lugar fresco e arejado. Nunca deixar o produto exposto ao sol;
- Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos;
- Não aplicar em período de chuvas intensas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o uso de sementes sadias, época adequada de semeadura, rotação de culturas, manejo de irrigação, uso de variedades resistentes quando disponíveis e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o organismo alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. As seguintes estratégias são recomendadas para o Manejo de Resistência a Agrotóxicos e outros agentes de controle, visando prolongar a vida útil dos produtos:
- Qualquer produto para controle de nematóides da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma doença;
- Adotar outras práticas de redução de inóculo do patógeno, seguindo as boas práticas agrícolas, como controle cultural, rotação de culturas, resistência genética quando disponível, etc;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula; - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Pragas (MIP);
- Incluir outros métodos de controle (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de MIP, quando disponível e apropriado;
- Informações sobre possíveis casos de resistência a doenças devem ser consultados e, ou, informados à: Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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