Bula Beauvecontrol Extreme - Simbiose

Bula Beauvecontrol Extreme

Beauveria bassiana, isolado IBCB 66
18319
Simbiose

Composição

Beauveria bassiana isolado IBCB 66 25 g/kg

Classificação

Inseticida microbiológico
III - Produto Moderadamente Tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Dispersão de óleo (OD)
Contato

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico

Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Hypothenemus hampei (Broca do café)

Tipo: Frasco.
Material: Plástico (PEAD).
Capacidade: 1 e 2 litros.
Tipo: Bombona.
Material: Plástico (PEAD).
Capacidade: 5; 10; 20; 25; 50; 60 L.

MODO DE APLICAÇÃO:

Preparo da calda: Agitar vigorosamente o frasco antes da utilização do produto. Realizar pré-mistura do produto com três vezes o volume de água. Após, colocar a pré-mistura no tanque de pulverização e completar com água até o volume de calda desejado, sempre sob agitação. Utilizar 200 a 400 litros de calda por hectare. A calda deve ficar em constante e vigorosa agitação durante toda a aplicação do produto.
Modo e equipamentos de aplicação: O produto deve ser aplicado diretamente sobre a praga alvo, podendo ser aplicado com equipamentos terrestres (pulverizador costal ou tratorizado).

Época de aplicação: O produto deverá ser aplicado quando for identificado focos da praga alvo no campo.

Recomendações de uso:
-Realizar a limpeza do pulverizador quando este estiver com algum resíduo de produtos químicos.
-Iniciar a aplicação logo após o preparo da calda.
-Preparar somente o volume de cala a ser usado no dia.
-Não deixar o produto parado no tanque por mais de 2 horas.
-Sempre que deixar o produto parado no tanque fazer vigorosa agitação antes de voltar a utilizar.
-É recomendado que as aplicações sejam realizadas sempre no final do dia, nas horas frescas, ou em dias nublados (umidade relativa de 60%).
-Recomenda-se não armazenar o produto em temperatura maior que 20ºC.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o Limite Máximo de Resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÀREAS TRATADAS:
Não entrar na área tratada até completa secagem da calda (no mínimo 4 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
-Não é recomendada a aplicação conjunta do produto BeauveControl Extreme com fungicidas químicos ou biológicos.
-Não fazer aplicação com umidade relativa do ar menor que 60%.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido o desenvolvimento de resistência. O comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR – recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
-Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
-Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
-Incluir outros métodos de controle de doenças e pragas (ex. Controle cultural, Biológicos etc...) dentro do Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.
Não existem relatos na literatura de desenvolvimento da resistência em populações de insetos, ácaros e fungos entomopatogênicos. Diferentemente dos agrotóxicos que tem um modo de ação bem específico, os fungos possuem mecanismos múltiplos de ação sobre o inseto, dificultando a evolução da resistência.