Bula BeauveControl - Simbiose

Bula BeauveControl

CI
Beauveria bassiana, isolado IBCB 66
3816
Simbiose

Composição

Beauveria bassiana isolado IBCB 66 40 g/kg

Classificação

Terrestre
Inseticida microbiológico, Acaricida microbiológico
Não Classificado
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Saco Polietileno e Alumínio: 0,5; 1; 5 e 10 kg.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo da calda: Utilizar 200 litros de calda por hectare. É recomendado que a calda esteja em constante agitação para a melhor homogeneização do produto.
Modo e equipamentos de aplicação: O produto deve ser aplicado diretamente sobre a praga alvo, podendo ser aplicado com equipamentos terrestres (pulverizador costal ou tratorizado). Época de aplicação: O produto deverá ser aplicado quando forem identificados focos da praga alvo no campo.
Recomendações de uso:
-Realizar a limpeza do pulverizador quando este estiver com algum resíduo de produtos químicos.
-Recomenda-se que se inicie a aplicação logo após o preparo da calda.
-É recomendado que as aplicações sejam realizadas sempre no final do dia, nas horas frescas, ou em dias nublados (umidade relativa de 70%) ou ainda com chuva fina.
-Recomenda-se não armazenar o produto em temperatura maior que 25ºC.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não determinado devido à natureza microbiológica do produto e a não determinação de LMR para esse produto.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entrar na área tratada logo após a aplicação do produto, esperar 4 horas ou até a secagem da calda. Caso tenha necessidade de entrar na área tratada antes deste período, utilizar os EPI's recomendados pela Saúde. Após a secagem da calda, para acessar a área tratada utilizar calçados fechados.

LIMITAÇÕES DE USO

-Não aplicar em período de chuvas intensas.
-Não é recomendada a aplicação conjunta do produto BeauveControl com fungicidas químicos ou biológicos.
-Não fazer aplicação com umidade relativa do ar menor que 70%.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, produtos para controle (fungicidas, inseticidas, acaricidas etc.) manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido o desenvolvimento de resistência. O comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR – recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
-Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
-Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. resistência genética, controle cultural, biológico etc.) dentro do Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.