Bula Beauveria JCO

acessos
Beauveria bassiana
9615
JCO

Composição

Beauveria bassiana 18 g/kg Biológico

Classificação

Inseticida microbiológico, Acaricida microbiológico
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Moleque da bananeira
(Cosmopolites sordidus)
8,3 kg p.c./ha 100 a 150 iscas/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. A aplicação deve ser realizada: 100 iscas do tipo "telha"/ha; 50 mL de pasta fungica/isca; 1 x 10^9 esporos /mL de pasta
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha do milho
(Dalbulus maidis)
13,3 kg p.c./ha 100 a 150 iscas/ha - Realizar mais de uma aplicação. Não determinado. Realizar mais de uma aplicação
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
1,6 kg p.c./ha 100 a 150 iscas/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 3 - 4 dias. Não determinado A aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, com o jato dirigido para a face inferior das folhas
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
1,6 kg p.c./ha 100 a 150 iscas/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 3 - 4 dias. Não determinado. A aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, com o jato dirigido para a face inferior das folhas
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
1,25 kg p.c./ha 100 a 150 iscas/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 14 dias. Não determinado. A aplicação deve ser realizada com umidade relativa acima de 70%
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
1,6 kg p.c./ha 100 a 150 iscas/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 3 - 4 dias. Não determinado. A aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, com o jato dirigido para a face inferior das folhas
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
1,25 kg p.c./ha 100 a 150 iscas/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 14 dias. Não determinado. A aplicação deve ser realizada com umidade relativa acima de 70%
Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
1,6 kg p.c./ha 100 a 150 iscas/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 3 - 4 dias. Não determinado A aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, com o jato dirigido para a face inferior das folhas
Cigarrinha do milho
(Dalbulus maidis)
13,3 kg p.c./ha 100 a 150 iscas/ha - Realizar mais de uma aplicação. Não determinado. Realizar mais de uma aplicação
Moleque da bananeira
(Cosmopolites sordidus)
8,3 kg p.c./ha 100 a 150 iscas/ha - Realizar no máximo três aplicações. Não determinado. A aplicação deve ser realizada: 100 iscas do tipo "telha"/ha; 50 mL de pasta fungica/isca; 1 x 10^9 esporos /mL de pasta
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
1,25 kg p.c./ha 100 a 150 iscas/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 14 dias. Não determinado. A aplicação deve ser realizada com umidade relativa acima de 70%

Saco Metalizado - 2 kg
Saco Plástico (leitoso) - 2 kg e 30 kg
Saco Ráfia (polipropileno) - 30 kg
Saco Ráfia valvulada (polipropileno) - 30 kg

INSTRUÇÕES DE USO:
BEAUVERIA JCO (Beauveria bassiana, isolado IBCB 66) é um agente microbiológico de controle utilizado no controle da mosca-branca (Bemisia tabaci raça B), no controle do moleque da bananeira (Cosmopolltes sordidus), no controle do acaro rajado (Tetranychus urticae)e no controle da cigarrinha do milho (Dalbulus maidis).

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Soja e pepino: Reaplicar em intervalo de 14 dias, e não devem ser efetuadas mais que 4 aplicações por safra da cultura.
Banana: A aplicação deve ser realizada: 100 iscas do tipo "telha"/ha; 50 mL de pasta fungica/isca; 1 x 10^9 esporos /mL de pasta. Realizar 3 aplicações.
Morango: A aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, em seis pulverizações a cada 3 a 4 dias, com o jato dirigido para a face inferior das folhas.
Milho: Realizar mais de uma aplicação.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Moleque-da-bananeira: Diluir o produto em água formando uma pasta homogênea. Aplicar a pasta sobre toda a superfície seccionada de iscas-atrativas (tipo telha ou queijo). Distribuir na base das plantas entre 100-150 iscas/ha, mantendo-as com a superfície tratada voltada para o solo. Substituir as iscas em intervalos de 15 dias. Também pode ser aplicado em área total via irrigação na cultura fechada.
Hortaliças, ornamentais: Diluir o produto em água, filtrar e aplicar sobre as culturas com pulverizador. Para o controle da mosca-branca (B. tabaci biótipo B) as aplicações deverão ser feitas visando à face inferior das folhas onde se encontram as pragas.
Preparo da calda:
Pré-mistura: após abrir a embalagem acrescentar o produto na proporção de 1:3, ou seja, 1 k de produto para 3 litros de água e mistura a calda até alcançar a homogeneização do produto, em seguida deixar a mistura em repouso por 30 minutos. Realizar a coagem da mistura.
Aplicação terrestre via barra de pulverização:
Preencher o tanque de pulverização até a metade, ligar o agitador por 10 minutos para em seguida acrescentar a
pré-mistura já coada, completar com água até a capacidade do tanque em contínua agitação.
A aplicação deverá ser iniciada logo após a mistura no tanque, o pulverizador deverá ser posicionado rente a lavoura, ligar a barra e deixar esguichar o produto diluído para então iniciar a pulverização. Realizar a aplicação no horário mais fresco do dia.
Aplicação via pivô:
Preencher o recipiente de irrigação até a metade, acrescentar o produto aos poucos agitando continuamente até a completa homogeneização, completar com água até a capacidade do tanque em contínua agitação. Após completado o recipiente em sua capacidade iniciar a aplicação via pivô.
Aplicação manual (via bomba costal):
Realizar a pré-mistura da seguinte forma, em um recipiente acrescentar o produto na proporção de 1:3, ou seja, 0,4 -1,2 kg de produto para 1,2-3,6 litros de água e mistura a calda até alcançar a homogeneização do produto, em seguida deixar a mistura por 30 minutos em repouso. Realizar a coagem da mistura. No tanque de pulverizador costal, preencher com água até a metade seguida acrescentar a pré-mistura já coada, completar com água até a capacidade do tanque.
A aplicação deverá ser iniciada logo após a mistura no tanque. Realizar a aplicação no horário mais fresco do dia.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado devido à característica microbiológica do ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS: 4 horas, até a secagem da calda.
LIMITAÇÕES DE USO: Sem restrições.
Tempo de armazenamento: O tempo de armazenamento desse produto em temperatura de 23°C ± 2 é de no Máximo 15 dias, contado da data de fabricação. Para as temperaturas de 8°C e de - 15°C o tempo de armazenamento desse produto é de no máximo 30 dias, contado da data de fabricação.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇAO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
INDIVIDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTORICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO, CONSIDERANDO QUE HÁ RELATOS DE CASOS CLINICOS DE INFECÇAO FUNGICA POR Beauver!a bassiana DE PESSOAS NESTA CONDIÇÃO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, óculos/viseira facial e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral e luvas.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; viseira facial e luvas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIS) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos/viseira, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. - Não reutilizar g embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE LOGO UM SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA LEVANDO A EMBALAGEM, RÓTULO, BULA E/OU RECEITUÁRIO AGRONÔMICO DO PRODUTO.
INGESTÃO: SE ENGOLIR O PRODUTO, NÃO PROVOQUE VÔMITO. CASO O VÔMITO OCORRA NATURALMENTE, DEITE A PESSOA DE LADO. NÃO DÊ NADA PARA BEBER OU COMER.
OLHOS: EM CASO DE CONTATO, LAVE COM MUITA ÁGUA CORRENTE DURANTE PELO MENOS 15 MINUTOS. EVITE QUE A ÁGUA DE LAVAGEM ENTRE NO OUTRO OLHO.
PELE: EM CASO DE CONTATO, TIRE A ROUPA CONTAMINADA E LAVE A PELE COM MUITA ÁGUA CORRENTE E SABÃO NEUTRO.
INALAÇÃO: SE O PRODUTO FOR INALADO ("RESPIRADO"), LEVE A PESSOA PARA UM LOCAL ABERTO E VENTILADO.
A PESSOA QUE AJUDAR DEVERIA PROTEGER-SE DA CONTAMINAÇÃO USANDO LUVAS.
E AVENTAL IMPERMEÁVEIS, POR EXEMPLO.

- INTOXICAÇÕES POR BEAUVERAJCO
INFORMACÕES MÉDICAS

Nome técnico - Produto microbiológico - conídios do fungo Beauveria bassiana*
Nome científico - Beauveria bassiana, isolado IBCB 66
Classe toxicológica - IV - Pouco Tóxico
Vias de exposição - Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Mecanismos de toxicidade - Beauveria bassiana é um fungo facilmente encontrado na natureza, em especial no solo. Não é esperado nenhum efeito toxigênico causado pela exposição ao Beauveria bassiana. Este fungo é utilizado na agricultura em todo o mundo, há
mais de cem anos, com raro§ relatos de casos clínicos confirmados. Entretanto, como qualquer outro microrganismo, Beauveria bassiana possui potencial de ação como patógeno oportunista.
Estudos laboratoriais de Toxicidade/Patogenicidade com o isolado IBCB 66 não demonstraram toxicidade ou capacidade patogênica.
Sintomas e sinais clínicos - Em testes de irritação/corrosão ocular este produto causou irritação leve da conjuntiva, reversível em até 72 horas.
Não foi sensibilizante dérmico.
Diagnóstico - O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de possível quadro clínico compatível.
Tratamento - O tratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomático e de suporte.
O tratamento para o caso de infecção fúngica deve ser feito com antimicóticos sistêmicos, conforme definido em protocolos clínicos específicos para infecção fúngica.
Contraindicações - A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.

ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (77) 3612-0881

BEAUVERIA JCO
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento — MAPA sob n.º 9615
COMPOSIÇÃO
Beauveriabassiana isolado IBCB 66 ...............................................0,6 x 10 UFC/g (18 g/kg) OutrosIngredientes ....................................................................... 98,2% (982 g!kg)
CONTEÚDOS VIDE RÓTULO ()
CLASSE: Inseticida e acaricida microbiológico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP)
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLOGICA: A critério da ANVISA/MS
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: IV — POUCO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
PRODUTO FITOSSANITARIO COM O USO
APROVADO PARA A AGRICULTURA ORGÂNICA

BIOPRODUTOS
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAOS RENOVAVEIS
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO A S CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( )- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( )- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( )- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
(x)- POUCO PERAGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV)
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas..
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível'.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe a legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES AMBIENTAIS:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa JCO INDUSTRIA E COMERCIO DE FERTILIZANTES LTDA. Telefone de Emergência: (77) 3612-0881
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não devera ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local corn grande quantidade de água.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, ou de 002, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUCAO, TRANSPIRTE E DESTINACAO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZACAO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM FLEXIVEL:
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRICOES ESTABELECIDAS POR ORGAO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa publica ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fito patógenos a cepa IBCB 66.