Bula Biorhizium GR

acessos
Metarhizium anisopliae
1416
Bioenergia

Composição

Metarhizium anisopliae 28.33 g/kg Inseticida biológico

Classificação

Inseticida microbiológico
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado (GR)
Inseticida microbiológico

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das raízes
(Mahanarva fimbriolata)
1 kg p.c./ha 150 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) - Não definido devido à natureza microbiológica do ingrediente ativo. Iniciar a aplicação após a detecção da presença da praga (adultos nas plantas ou espumas com ninfas na base da touceira)
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Zulia entreriana)
1 kg p.c./ha 150 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) - Não definido devido à natureza microbiológica do ingrediente ativo. Iniciar a aplicação após a detecção da presença da praga (adultos nas plantas ou espumas com ninfas na base da touceira)
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
16 kg p.c./ha 150 L de calda/ha 30 L de calda/ha (aéreo) - Não definido devido à natureza microbiológica do ingrediente ativo. Iniciar a aplicação após a detecção da presença da praga (adultos nas plantas ou espumas com ninfas na base da touceira)

Sacos Plástico de polietileno - 4 kg, 6Kg e 10 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
BIORHIZIUM GR (Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425) é um agente microbiológico de controle utilizado no controle da cigarrinha-da-raiz (Mahana,va fimbriolata), no controle da cigarrinha-das¬pastagens (Zulia entreriana) e no controle da cigarinha-das-pastagens; cigarrinha-dos-capinzais (Deois flavopicta).

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Aplicar na presença da praga (adultos nas plantas ou espumas com ninfas na base da touceira). A aplicação pode ser terrestre ou aérea em dias nublados ou à noite com umidade relativa acima de 80%. Evitar exposição a raios ultravioletas e a temperatura elevada. Na aplicação terrestre, deve ser aplicado na forma líquida, por meio de pulverizadores de barra com pingentes ou costal, com o jato de pulverização dirigido para a base das touceiras da cultura da cana-de-açúcar e pode ser aplicado na forma granular, sem preparo de calda, com aplicação direta através de granuladeiras. Na aplicação aérea deve ser aplicado também na forma líquida com avião agrícola equipado com barra de pulverização, otimizando volume de calda e tamanho de gotas para evitar ao máximo deriva e pode ser aplicado também na forma granular, através de aplicador tipo "pé-de-pato".

MODO DE PREPARO
Preparo da Calda: Levar o material que será utilizado na aplicação ao campo, abrir a embalagem e dissolver o produto em 100 litros de água usando um balde limpo como recipiente. Agitar com intensidade até formar calda homogênea. Após obter a calda, colocar no tanque do pulverizador devidamente limpo para que resíduos de inseticidas, herbicidas e fungicidas não inviabilizem o produto. Essa limpeza deve ser feita com água limpa e sabão neutro, longe de rios e nascentes e aspergida através dos bicos para limpeza dos mesmos e enxaguado com água limpa. Completar o tanque com água, sendo que para aplicações terrestres utilizar um volume de calda de 150 L/ha e aéreas um volume de calda de 30 L/ha e iniciar a operação de pulverização. Manter o tanque reservatório ou de pulverização em constante agitação. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não definido devido à natureza microbiológica do ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável)

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou a noite, em dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol (fator de inviabilização do fungo) é menor.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇAO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMLINOSSUPRESSÃO NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO, CONSIDERANDO QUE HÁ RELATOS DE CASOS CLÍNICOS DE INFECÇÃO FÚNGICA CAUSADA POR M. anisopliae EM PESSOAS NESTA CONDIÇÃO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara cobrindo nariz e boca com filtro mecânico, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas, Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO VISANDO SUA CONSERVAÇÃO:
-O tempo de prateleira do produto BIORHIZIUM GR em temperatura ambiente é de pelo menos 6 meses, em temperatura de caldeira até 8 meses e em temperatura de freezer no mínimo 12 meses.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto potencialmente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; óculos de segurança com proteção lateral, máscara cobrindo nariz e boca com filtro mecânico classe P2 ou P3, avental impermeável e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto
contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente, com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas dás calças por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro mecânico classe P2 ou P3; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavaras roupas utilizar luvas.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE LOGO UM SERVIÇO MEDICO DE EMERGENCIA LEVANDO A EMBALAGEM, RÓTULO, BULA E/OU RECEITUÁRIO AGRONÔMICO DO PRODUTO, SE HOUVER.
INGESTÃO: SE ENGOLIR O PRODUTO, NÃO PROVOQUE VÔMITO. CASO O VÔMITO OCORRA NATURALMENTE, DEITE A PESSOA DE LADO. NÃO DÊ NADA PARA BEBER OU COMER.
OLHOS: EM CASO DE CONTATO, LAVE COM MUITA ÁGUA CORRENTE DURANTE PELO MENOS 15 MINUTOS, EVITE QUE A ÁGUA DE LAVAGEM ENTRE NO OUTRO OLHO. CASO HAJA IRRITAÇÃO, PROCURE UM SERVIÇO MÉDICO.
PELE: EM CASO DE CONTATO, LAVE COM ÁGUA E SABÃO EM ABUNDÂNCIA E, SE HOUVER IRRITAÇÃO, PROCURE UM SERVIÇO MÉDICO.
INALAÇÃO: SE O PRODUTO FOR INALADO ("RESPIRADO"), LEVE A PESSOA PARA UM LOCAL ABERTO E VENTILADO.

RISCOS ASSOCIADOS À EXPOSIÇÃO A Metarhizium anisopliae -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
- Nome técnico BIORHIZIUM GR
- Nome científico: Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425
- Classe toxicológica: IV - Pouco tóxico
- Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica. Metarhizium anisopliae é um fungo entomopatogênico facilmente encontrado na natureza, em especial no solo.
- Mecanismos de toxicidade: Í Não é esperado, em mamíferos, efeito toxigênico causado pela exposição ao Metarhizium anisopliae, contudo há registros de infecção em pessoas imunossuprimidas e quadros de, ceratites.
A infecção de Metarhizium anisopliae ocorre normalmente via tegumento do inseto, andei
o fungo germina em 12 a 18 horas, dependendo da presença de nutrientes, representados
por glucose, quitina, nitrogênio, etc. A infecção oral pode ocorrer para alguns insetos,
sendo também possível a penetração via sistema respiratório pelo espiráculo. A penetração tegumentar ocorre devido a uma a��ão mecânica e química (enzimática), o que
leva cerca de 12 horas. Decorridas 72 horas da inoculação o inseto apresenta-se
totalmente colonizado, sendo o tecido gorduroso bastante atacado, seguido pelo tecido
intestinal, tubos do Malpighi, etc. , advindo a morte em função da falta de nutrientes e do
acúmulo de substâncias tóxicas. Os insetos atacados tornam-se duros e cobertos por uma
camada de micélio branco que posteriormente se transforma em conidióforos, que dão
origem a massas pulverulentas de conídios esverdeados. No final da conidiogênese, o cadáver pode mostrar tons de verde que variam de claro a escuro, acinzentados ou ainda1
esbranquiçados com pontos verdes.
A infecção oral pode acontecer para alguns insetos, como no caso de Solenopsis spp.,
sendo também possível a penetração via sistema respiratório pelo espiráculo.
A penetração tegumentar ocorre devido a uma atuação mecânica e química (enzimática),
que leva cerca de 12 horas. Decorridas 72 horas da inoculação, o inseto apresenta-se
totalmente colonizado, advindo a morte por falta de nutrientes e acúmulo de toxinas,
conforme explicado anteriormente.
- Sintomas e sinais clínicos: Até o momento não foram observados problemas em função da aplicação deste patógeno nas unidades de proteção ou em campo. Foram observadas reações alérgicas em pessoas que trabalham em laboratórios, como febre e problemas pulmonares. Um pesquisador apresentou sensibilidade alguns meses após realizar pesquisas com esse fungo sem proteção (luvas ou máscara). Apesar destes problemas, testes de segurança com exposição oral e intraocular não resultaram em efeitos adversos.
- Diagnóstico: Existem relatos em literatura medica de Metarhizium anisopliae como causador de infecção oportunista em indivíduos imunossuprimidos. O diagnostico podo ser feito com a
confirmação da exposição e com o isolamento e identificação macroscópica ou molecular
a partir de cultura microbiana. Os estudos de patogenicidade desenvolvidos com o microrganismo não demonstraram capacidade patogênica.
- Tratamento: O tratamento é de suporte e à maioria das exposições casuais requer apenas descontam inação. O tratamento para o caso de irritação ocular deve ser sintomático e de suporte. O tratamento para o caso de infecção fúngica deve ser feito com antimicóticos sistêmicos conforme definido em protocolos específicos para infecção fúngica.
Exposição Oral
Não há antídoto específico para ingestão de Metarhizium anisopliae. O tratamento é
sintomático e de suporte e inclui o monitoramento para o desenvolvimento de possíveis
reações de hipersensibilidade.
Exposição Inalatória
A) Remova o intoxicado para um local arejado.
B) Monitore para alterações respiratórias, Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e
auxilie na ventilação, conforme necessário.
- Tratamento: Exposição Ocular
A) Irrigue com água corrente ou solução salina a 0,9% por pelo menos 15 minutos.
B) Um anestésico tópico pode ser necessário para alívio da dor.
C) Assegure que não haja partículas remanescentes na conjuntiva.
D) Se os sintomas não forem solucionados após a descontaminação ou se for detectada
uma anormalidade significante durante o exame, encaminhe para um oftalmologista.
Exposição Dérmica
1) Remova as roupas contaminadas e lave a pele exposta com água e sabão.
2) Institua tratamento sintomático e medidas de suporte conforme necessário.
- Contraindicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.

ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos e não são esperados por se tratar de produto composto por conídios fúngicos e arroz.
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado com Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425 e arroz:
• DL0dermal aguda: > 4.000 mg/kg de peso corpóreo.
• Irritação dérmica: em coelhos albinos, não causou irritação e/ou lesão dérmica.
• Irritação ocular: em coelhos albinos, mostrou-se extremamente irritante para os olhos causando opacidade de córnea, irite, hiperemia e quemose em todos os animais, havendo reversão total das reações oculares em até 14 dias. A irritação ocular verificada foi atribuída ao arroz presente na formulação e não especificamente ao AMC.
• Sensibilização cutânea: em cobaias, o AMC não foi considerado sensibilizante.
• Toxicidade/Patogenicidade Oral Aguda: neste teste, nenhuma evidência de patogenicidade e toxicidade foram encontradas durante, a necropsia dos animais tratados. Entretanto, foi realizado o isolamento de UFC em fezes, órgãos e fluidos, o que demonstra capacidade de transposição de barreira intestinal e outras barreiras biológicas. Embora os sinais clínicos e a necropsia não tenham evidenciado potencial patogênico, a presença de colônias encontradas nas placas de cultura semeadas com amostras de tecidos dos animais demonstra que os conídios do fungo podem permanecer viáveis em tecidos de ratos, podendo sinalizar potencial de infectividade.
• Toxicidade/Patogenicidade Pulmonar Aguda: neste teste, nenhuma evidência de patogenicidade e toxicidade foram encontradas durante a necropsia dos animais tratados. Entretanto, o fungo foi isolado de amostras de órgãos tais como fígado e baço de animais tratados com o fungo. A presença de colônias encontradas nas placas semeadas com amostras de 'tecidos dos animais demonstra que os conídios do fungo podem permanecer viáveis em tecidos de ratos, podendo sinalizar potencial de infectividade.
• Toxicidade/Patogenicidade Intravenosa Aguda: neste teste, foram observadas na necropsia dos animais tratados, alterações macroscópicas no fígado, baço e estômago (congestão, aumento de tamanho, aderência e microabcesso moderados), esplenomegalia e aderência do baço, intestinos (aderência ou com conteúdo sanguinolento) nos pulmões (congestão) e fígado (congestão e áreas pálidas). Nenhum dos achados confirma a capacidade de toxicidade ou patogenicidade, mas novamente a presença de colônias encontradas nas placas semeadas com amostras de diversos tecidos dos animais tratados demonstra que os conídios do fungo podem permanecer viáveis em tecidos de ratos,, podendo sinalizar potencial de infectividade.
Existem diversos relatos em literatura médica de Metarhizium anisopliae (Metsch) como causador de infecção oportunista em indivíduos imunossuprimidos. Sendo assim, orienta-se a afastar pessoas com imunodeficiência ou imunossuprimidos da manipulação direta desses produtos.
Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em humanos.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
(X) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. - Deve haver sempre recipientes disponíveis, para envolver embalagens rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe a legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES AMBIENTAIS:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e mascara com filtro).
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa BIOENERGIA DO BRASIL S.A. Telefone de Emergência: (18) 3551-3052
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, ou de CO2, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE IN$ÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Embalagem FLEXÍVEL.
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa publica ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fito patógenos a cepa IBCB 425.
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro
do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.