Envelope - Ihara - sugoy Soja - 21/04 e 22/04- Peça Esq

Botran 750 CI

Geral
Nome Técnico:
Diclorana
Registro MAPA:
3799
Empresa Registrante:
Gowan
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Diclorana 750 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Pós-colheita / Produtos armazenados
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Contato, Erradicante
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Alho Recomendação Dosagem Produtos Similares
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) veja aqui
Cebola Recomendação Dosagem Produtos Similares
Botrytis cinerea (Mofo cinzento) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Tambor Plástico Rígida Sólido 45,5 KG

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida de contato, com ação protetora e erradicante, atuando nos processos de germinação e crescimento micelial dos fungos. É recomendado para o controle de doenças nas culturas de Alho, Cebola e Pêssego nas modalidades indicadas na bula.

MODO DE APLICAÇÃO

O produto apresenta-se na forma de Pó Molhável, sendo, portanto recomendado que se empaste o produto com um pouco de água. Depois, acrescente mais água para formar uma suspensão concentrada, e então despeje-a no tanque do pulverizador ou no tanque de tratamento pós-colheita já contendo água em agitação. Mantenha a calda em agitação durante a aplicação.

- Alho e Cebola: aplique em pulverização foliar, via terrestre, utilizando pulverizador costal manual ou motorizado, pulverizador de tração tratorizada com barras, bicos de cone vazio série JA (JA-2, JA-3, JA-4); bicos de jato plano 110.02 ou similares. Pressão de trabalho de 30 a 150 lb/pol2 para bicos de cone vazio e 30 a 60 lb/pol2 para bicos de jato plano; tamanho de gotas (DMV) de 110 a 130 micrômetros; deposição de 60 a 100 gotas/cm2 . Velocidade do trator de 4 a 8 km/h. Utilize no máximo 600 L de calda/ha. Adicione um espalhante adesivo não iônico na dose recomendada em bula, à calda de pulverização.

- Pêssego: Aplicação foliar: aplique por via terrestre utilizando pulverizador costal motorizado ou turbo atomizador. Aplique 1.000 L de calda/ha. Tratamento pós-colheita: a) Via imersão dos frutos: Para a imersão dos frutos poderão ser utilizados tanques de polietileno, alumínio, ferro ou aço inoxidável. Os contentores ou embalagens que irão acondicionar os frutos durante e após o tratamento, deverão permitir adequada drenagem da calda fungicida dos frutos. Agite bem a calda para manter boa suspensão. Não faça reabastecimento parcial do volume de calda no tanque de imersão. Quando a calda estiver com nível baixo ou com acúmulo de sujeira deve ser integralmente trocada. Não recicle a calda após o uso. b) Via aspersão ou pulverização dos frutos: Utilize pulverizadores manuais com pressão constante ou aspersores acoplados em esteiras de beneficiamento., e bicos que permitam boa nebulização. Mantenha a calda sob agitação
constante. Colete a calda escorrida através de drenos, descartando-a adequadamente.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas, por um período de 24 horas.

LIMITAÇÕES DE USO:
O produto não é fitotóxico nas dosagens e modalidades aqui recomendadas. Em pós-colheita, o acúmulo do produto e/ou distribuição desuniforme, pode manchar os frutos.
- Não aplicar em presença de ventos fortes.
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Deriva: não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja plantas e culturas nas proximidades da área a ser tratada.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
- Precauções gerais: Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Na preparação da calda, utilize os EPIs: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Durante a aplicação, utilize os EPIs: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Após a aplicação, os EPIs recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- No descarte de embalagens, utilize os EPIs: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados. Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F3 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br)

GRUPO F3 FUNGICIDA

O produto fungicida BOTRAN 750 é composto por Diclorana, do grupo químico Cloroaromático com ação protetora e erradicante, atuando nos processos de germinação e crescimento micelial dos fungos pertencente ao Grupo F3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.

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