Bula Botran 750 - Cross Link
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Bula Botran 750

Diclorana
3799
Cross Link

Composição

Diclorana 750 g/kg

Classificação

Terrestre
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Sacos de papel multifoliado de 1 Kg e 2 Kg. Barricas de fibras revestidas com polietileno de 10 Kg e 15 Kg. Embalagens de poliéster metalizado de 1 e 2 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

- Pêssego: Aplicação foliar: Faça no máximo 3 aplicações durante a safra da cultura, com intervalos de 7 dias, observando-se as restrições de uso descritas na bula. Aplique na fase de maturação dos frutos, inician-do as aplicações três semanas antes da colheita. Pós-colheita: a) Via imersão dos frutos: Imediatamente após a colheita, imerja completamente os frutos por 20 segundos na calda contendo BOTRAN 750. Utilize a maior dose nos períodos mais favoráveis à doença (umidade e temperatura altas). b) Via pulverização ou aspersão nos frutos: Imediatamente após a colheita, pulverize a calda contendo BOTRAN 750, de forma a obter boa cobertura dos frutos.

- Cebola, Alho: Faça no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Inicie o tratamento logo no apareci-mento dos primeiros sintomas, e, se necessário, reaplique a intervalos de 7 a 10 dias entre cada aplicação. Aplique em pulverização foliar, dando boa cobertura de toda a parte aérea das plantas.

MODO DE APLICAÇÃO

BOTRAN 750 apresenta-se na forma de Pó Molhável, sendo, portanto recomendado que se empaste o pro-duto com um pouco de água. Depois, acrescente mais água para formar uma suspensão concentrada, e então despeje-a no tanque do pulverizador ou no tanque de tratamento pós-colheita já contendo água em agitação. Mantenha a calda em agitação durante a aplicação.

- Pêssego: Aplicação foliar: aplique por via terrestre utilizando pulverizador costal motorizado ou turbo atomi-zador. Aplique 1.000 L de calda/ha. Tratamento pós-colheita: a) Via imersão dos frutos: Para a imersão dos frutos poderão ser utilizados tanques de polietileno, alumínio, ferro ou aço inoxidável. Os contentores ou em-balagens que irão acondicionar os frutos durante e após o tratamento, deverão permitir adequada drenagem da calda fungicida dos frutos. Agite bem a calda para manter boa suspensão. Não faça reabastecimento par-cial do volume de calda no tanque de imersão. Quando a calda estiver com nível baixo ou com acúmulo de sujeira deve ser integralmente trocada. Não recicle a calda após o uso. b) Via aspersão ou pulverização dos frutos: Utilize pulverizadores manuais com pressão constante ou aspersores acoplados em esteiras de bene-ficiamento. Utilize pressão de 20 a 40 lb/pol2, e bicos que permitam boa nebulização. Mantenha a calda sob agitação constante. Colete a calda escorrida através de drenos, descartando-a adequadamente.

- Cebola, Alho: aplique em pulverização foliar, via terrestre, utilizando pulverizador costal manual ou motori-zado, pulverizador de tração tratorizada com barras, bicos de cone vazio série JA (JA-2, JA-3, JA-4); bicos de jato plano 110.02 ou similares. Pressão de trabalho de 30 a 150 lb/pol2 para bicos de cone vazio e 30 a 60 lb/pol2 para bicos de jato plano; tamanho de gotas (DMV) de 110 a 130 micrômetros; deposição de 60 a 100 gotas/cm2. Velocidade do trator de 4 a 8 km/h. Utilize no máximo 600 L de calda/ha. Adicione um espalhante-adesivo não iônico na dose recomendada em bula, à calda de pulverização.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Alho: 14 dias.
Cebola: 14 dias
Pêssego foliar e pós colheita: 1 dia.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS
Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas, por um período de 24 horas.

LIMITAÇÕES DE USO

BOTRAN 750 não é fitotóxico nas dosagens e modalidades aqui recomendadas.
Em pós-colheita, o acúmulo do produto e/ou distribuição desuniforme, pode manchar os frutos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvi-mento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula. - Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.