Bula Boveril WP PL63 - Koppert

Bula Boveril WP PL63

acessos
Beauveria bassiana, isolado PL 63
4902
Koppert

Composição

Beauveria bassiana, isolado PL 63 50 g/kg Inseticida microbiológico

Classificação

Inseticida microbiológico
III - Medianamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Inseticida microbiológico

Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gorgulho do eucalipto
(Gonipterus scutellatus)
0,5 a 1,25 kg p.c./ha - 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 30 dias em caso de reinfestação da praga Não estabelecido por ser cultura de uso não alimentar Realizar aplicação no início do desenvolvimento e surgimento da praga na cultura. Adicionar adjuvante a base de óleo vegetal na dosagem de 0,5% v/v
Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
20 kg p.c./ha 200 L de calda/ha - Aplicações com intervalos de 3 a 4 dias, entre uma pulverização e outra, tomando-se o cuidado de pulverizar de baixo para cima, devido ao hábito do ácaro Não estabelecido por ser cultura de uso não alimentar Em estufas: Aplicar imediatamente após o surgimento da praga. Adicionar 0,1% de espalhante adesivo
Broca do café
(Hypothenemus hampei)
500 a 750 g p.c./ha 400 L de calda/ha - Aplicação única Sem restrições Realizar a aplicação entre os meses de setembro a maio
Gorgulho do eucalipto
(Gonipterus scutellatus)
2 kg p.c./ha 15 kg talco/ha via polvilhamento - Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 30 dias em caso de reinfestação da praga Não estabelecido por ser cultura de uso não alimentar Realizar aplicação no início do desenvolvimento e surgimento da praga na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
0,5 a 1 kg p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalos de 7 a 21 dias dependendo da infestação da praga Sem restrições No aparecimento da praga

Sacos plásticos de 1 Kg.
Sacos pet metalizado de 1 Kg.

O inseticida microbiológico Boveril WP PL63 é um fungo entomopatogênico, que atua sobre diferentes estágios de desenvolvimento dos hospedeiros, como larvas, pupas e adulto. A infecção ocorre normalmente via tegumento, onde o fungo coloniza totalmente o inseto decorridas 72 horas, levando-o à morte. Os insetos atacados apresentam-se cobertos por micélio branco que esporula em condições de temperatura de 23 a 30ºC e umidade relativa acima de 60%. Produto indicado para o controle de Ácarorajado (Tetranychus urticae), Gorgulho-do-eucalipto (Gonipterus scutellatus), Broca-do-café (Hypothenemus hampei) e Mosca-branca (Bemisia tabaci) em qualquer cultura na qual ocorra.
MODO DE APLICAÇÃO:
APLICAÇÃO AÉREA:
Primeiro passo
- Limpeza do equipamento
- Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou fungicidas químicos.
Atenção:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em legislação.
- Encher o tanque do pulverizador com água e adicionar 1L ou 1kg de detergente neutro para cada 400 litros de água. Deixar esta mistura em repouso por 12 horas. Em seguida, agitar a mistura e aspergir todo o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa usando como escoamento sempre os bicos. Nessa operação, aproveita-se para testar a regulagem da vazão.
Segundo passo
- Preparo da calda
- Encher com água 2/3 do reservatório do pulverizador. Paralelamente, dissolver cada 1kg do produto em 20 litros de água, usando um balde limpo como recipiente. Agitar com intensidade até formar calda homogênea. Derramar a calda no reservatório com água e iniciar a operação de pulverização. Tanque reservatório ou de pulverização em constante agitação.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Aplicado na forma líquida, através de pulverizadores de barra ou costais, aplicado em polvilhamento e via aplicação foliar com o auxílio de pulverizadores hidropneumáticos tratorizados ou tracionados.
PULVERIZAÇÃO:
Primeiro passo
- Limpeza do equipamento
- Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou fungicidas químicos.
Atenção:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em legislação. - Encher o tanque do pulverizador com água e adicionar 1 litro de solupan ou 1 kg de sabão em pó para cada 400 litros de água. Deixar esta mistura em repouso por 12 horas. Em seguida, agitar a mistura e aspergir todo o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa usando como escoamento sempre os bicos. Nessa operação, aproveita-se para testar a regulagem da vazão. No caso de polvilhadeira, após a lavagem deixar o equipamento secar completamente antes do uso.
Segundo passo
- Preparação da calda
- Encher com água 2/3 do reservatório do pulverizador. Paralelamente, dissolver cada embalagem (1 kg) do produto em 20 litros de água, usando um balde limpo como recipiente. Agitar com intensidade até formar calda homogênea. Derramar a calda no reservatório com água e iniciar a operação de pulverização. Tanque reservatório ou de pulverização em constante agitação. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia.
POLVILHAMENTO:
Primeiro passo
- Limpeza do equipamento
- Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou fungicidas químicos.
Atenção:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em legislação.
- Encher o tanque do pulverizador com água e adicionar 1 litro de solupan ou 1 kg de sabão em pó para cada 400 litros de água. Deixar esta mistura em repouso por 12 horas. Em seguida, agitar a mistura e aspergir todo o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa usando como escoamento sempre os bicos. Nessa operação, aproveita-se para testar a regulagem da vazão. No caso de polvilhadeira, após a lavagem deixar o equipamento secar completamente antes do uso.
Segundo passo
- Misturar previamente o produto com talco e homogeneizar, colocar a mistura no reservatório do polvilhador e paralelamente regular a vazão do polvilhador para 15 kg/hectare. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Crisântemo: não estabelecido por ser cultura de uso não alimentar.
Eucalipto: não estabelecido por ser cultura de uso não alimentar.
Café: sem restrições.
Soja: sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Recomenda-se 4 horas entre a aplicação e a entrada na área tratada.
LIMITAÇÕES DE USO:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite, em dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol (fator de inviabilização do fungo) é menor.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Pragas.

Diversos agentes de controle de inseto podem se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se populações do inseto desenvolverem algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Inseticida - IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas, visando prolongar a vida útil dos produtos comerciais:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência à Inseticidas.
Não existem relatos na literatura de desenvolvimento da resistência em populações de insetos e ácaros a fungos entomopatogênicos. Diferentemente dos agrotóxicos que tem um modo de ação bem específico, os fungos possuem mecanismos múltiplos de ação sobre o inseto, dificultando a evolução da resistência.