Bula Boveril WP PL63 - Koppert
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Bula Boveril WP PL63

Beauveria bassiana, isolado PL 63
4902
Koppert

Composição

Beauveria bassiana, isolado PL 63 50 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida microbiológico
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Inseticida microbiológico

Sacos plásticos de 1 Kg.
Sacos pet metalizado de 1 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO

O inseticida microbiológico Boveril WP PL63 é um fungo entomopatogênico, que atua sobre diferentes estágios de desenvolvimento dos hospedeiros, como larvas, pupas e adulto. A infecção ocorre normalmente via tegumento, onde o fungo coloniza totalmente o inseto decorridas 72 horas, levando-o à morte. Os insetos atacados apresentam-se cobertos por micélio branco que esporula em condições de temperatura de 23 a 30ºC e umidade relativa acima de 60%. Produto indicado para o controle de Ácaro rajado (Tetranychus urticae), Gorgulho-do-eucalipto (Gonipterus scutellatus), Broca-do-café (Hypothenemus hampei) e Mosca-branca (Bemisia tabaci) em qualquer cultura na qual ocorra.

MODO DE APLICAÇÃO

APLICAÇÃO AÉREA
Primeiro passo - Limpeza do equipamento
- Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou fungicidas químicos.
Atenção:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em legislação.
- Encher o tanque do pulverizador com água e adicionar 1L ou 1kg de detergente neutro para cada 400 litros de água. Deixar esta mistura em repouso por 12 horas. Em seguida, agitar a mistura e aspergir todo o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa usando como escoamento sempre os bicos. Nessa operação, aproveita-se para testar a regulagem da vazão.
Segundo passo - Preparo da calda
- Encher com água 2/3 do reservatório do pulverizador. Paralelamente, dissolver cada 1kg do produto em 20 litros de água, usando um balde limpo como recipiente. Agitar com intensidade até formar calda homogênea. Derramar a calda no reservatório com água e iniciar a operação de pulverização. Tanque reservatório ou de pulverização em constante agitação.

APLICAÇÃO TERRESTRE

Aplicado na forma líquida, através de pulverizadores de barra ou costais, aplicado em polvilhamento e via aplicação foliar com o auxílio de pulverizadores hidropneumáticos tratorizados ou tracionados.

PULVERIZAÇÃO:

Primeiro passo - Limpeza do equipamento - Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou fungicidas químicos.
Atenção:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em legislação.
- Encher o tanque do pulverizador com água e adicionar 1 litro de solupan ou 1 kg de sabão em pó para cada 400 litros de água. Deixar esta mistura em repouso por 12 horas. Em seguida, agitar a mistura e aspergir todo o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa usando como escoamento sempre os bicos. Nessa operação, aproveita-se para testar a regulagem da vazão. No caso de polvilhadeira, após a lavagem deixar o equipamento secar completamente antes do uso.
Segundo passo - Preparação da calda - Encher com água 2/3 do reservatório do pulverizador. Paralelamente, dissolver cada embalagem (1 kg) do produto em 20 litros de água, usando um balde limpo como recipiente. Agitar com intensidade até formar calda homogênea. Derramar a calda no reservatório com água e iniciar a operação de pulverização. Tanque reservatório ou de pulverização em constante agitação. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia.

POLVILHAMENTO

Primeiro passo - Limpeza do equipamento
- Limpar muito bem o tanque/bicos do pulverizador para eliminar resíduos de inseticidas, herbicidas ou fungicidas químicos.
Atenção:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado onde os resíduos tenham o destino estabelecido em legislação.
- Encher o tanque do pulverizador com água e adicionar 1 litro de solupan ou 1 kg de sabão em pó para cada 400 litros de água. Deixar esta mistura em repouso por 12 horas. Em seguida, agitar a mistura e aspergir todo o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa usando como escoamento sempre os bicos. Nessa operação, aproveita-se para testar a regulagem da vazão. No caso de polvilhadeira, após a lavagem deixar o equipamento secar completamente antes do uso.
Segundo passo
- Misturar previamente o produto com talco e homogeneizar, colocar a mistura no reservatório do polvilhador e paralelamente regular a vazão do polvilhador para 15 kg/hectare. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Crisântemo e Eucalipto: não estabelecido por ser cultura de uso não alimentar.
Café e Soja: sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS

Recomenda-se 4 horas entre a aplicação e a entrada na área tratada.

LIMITAÇÕES DE USO

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite, em dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol (fator de inviabilização do fungo) é menor.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças.

Diversos agentes de controle de inseto podem se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se populações do inseto desenvolverem algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Inseticida - IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas, visando prolongar a vida útil dos produtos comerciais:
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência à Inseticidas.
Não existem relatos na literatura de desenvolvimento da resistência em populações de insetos e ácaros a fungos entomopatogênicos. Diferentemente dos agrotóxicos que tem um modo de ação bem específico, os fungos possuem mecanismos múltiplos de ação sobre o inseto, dificultando a evolução da resistência.