Bula Conquest - Adama

Bula Conquest

acessos
Clorimurom-etílico
2501
Adama

Composição

Clorimurom-etílico 250 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência

Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
60 a 80 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única 65 dias Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, sendo mais indicado quando estas se encontram na fase inicial de crescimento, de 2 a 6 folhas

Conteúdo: 1, 2, 5, 20, 100, 200, 500, 600, 700, 800, 900, 1000, 1100, 1200 e 1300 kg; 60, 70, 80, 100, 150, 240, 250, 300, 360, 400, 480 e 500 g. As embalagens de 150 g a 200 kg podem ou não conter saquinhos hidrossolúveis.

O produto pode ser aplicado através de pulverizadores tratorizados ou aeronaves agrícolas. Este produto permite a preparação da calda a ser pulverizada utilizando-se a embalagem hidrossolúvel, a qual juntamente com o produto na dose indicada deve ser adicionada a água de pulverização, onde ambos serão dissolvidos. Deve ser aplicado em cobertura total das plantas infestantes e da cultura. Adicionar a calda de pulverização óleo mineral na dose de 0,05%.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Tipo de bico Pressão Lib/pol2 Velocidade Km/h Volume de calda L/ha
Leque (11002 e 11003) 20 a 40 5 100 a 300
Deve-se realizar a aplicação de modo que a pulverização proporcione gotas no tamanho de 200 a 400 micras e densidade de 40 gotas/cm² .
APLICAÇÃO AÉREA:
Parâmetros Técnicos:
- Aeronaves Agrícolas equipadas com barras
- Bicos: tipo cônico (D8. CORE 46)
- Altura de vôo: 4 m sobre a cultura
- Largura da faixa de deposição efetiva: 15 metros
- Tamanho de Gotas: 200 a 400 micra
- Densidade de Gotas: 40 gotas /cm²
- Volume de Calda: 40 L/ha
Obs.: No caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h; Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA: Soja .................................................. 65 dias INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Utilizar os EPI´S indicados no item "RECOMENDAÇÕES DE PROTEÇÃO A SAÚDE HUMANA", caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas recomendadas
• O uso de óleo mineral a 0,05% pode melhorar a eficácia do produto, porém pode ocorrer clorose nas folhas apicais, reversível em torno de 15 dias, não causando prejuízos à produtividade da soja;
• Não aplicar o produto em períodos de seca prolongada ou quando a umidade relativa do ar estiver abaixo de 60%, pois a tolerância da cultura ao produto pode estar reduzida por estas condições adversas.
Outras restrições a serem observadas
• Na rotação da cultura da Soja com Trigo, Milho, Algodão e Feijão, observar o prazo de 60 dias entre a aplicação e o novo plantio;
• Caso houver necessidade de plantio de outras culturas, recomenda-se realizar bioensaios antes do plantio em rotação;
• Caso ocorra chuva nas primeiras 2 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode ser prejudicada;
• Aplicar somente se as plantas infestantes estiverem em bom estado vegetativo.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).