Bula Crater

acessos
Picloran
13108
Volcano

Composição

Equivalente ácido de 2,4-D 240 g/L Ácido ariloxialcanóico
Equivalente Ácido de Picloram 64 g/L Ácido piridinocarboxílico
Picloram 76 g/L Ácido piridinocarboxílico
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) 289 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico, Seletivo
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, quando as plantas daninhas estiverem no início de desenvolvimento, no estágio de 25 cm até 30 cm
Buva
(Conyza bonariensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, quando as plantas daninhas estiverem no início de desenvolvimento, no estágio de 25 cm até 30 cm
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, quando as plantas daninhas estiverem no início de desenvolvimento, no estágio de 25 cm até 30 cm
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
até 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, quando as plantas daninhas estiverem no início de desenvolvimento, no estágio de 25 cm até 30 cm
Erva branca
(Gnaphalium spicatum)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, quando as plantas daninhas estiverem no início de desenvolvimento, no estágio de 25 cm até 30 cm
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, quando as plantas daninhas estiverem no início de desenvolvimento, no estágio de 25 cm até 30 cm
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3 a 4 L p.c./ha 200 L p.c./ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, quando as plantas daninhas estiverem no início de desenvolvimento, no estágio de 25 cm até 30 cm
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, quando as plantas daninhas estiverem no início de desenvolvimento, no estágio de 25 cm até 30 cm
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, quando as plantas daninhas estiverem no início de desenvolvimento, no estágio de 25 cm até 30 cm
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aguapé
(Eichornia crassipes)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3,5 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Amor de cunhã
(Solanum rugosum)
3,5 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Arranha gato
(Acacia plumosa)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
3,5 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Assa peixe
(Vernonia tweediana)
3,5 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Buva
(Conyza bonariensis)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Cambarazinho
(Eupatorium laevigatum)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Capixingui
(Croton floribundus)
3,5 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Carqueja
(Baccharis trimera)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Erva de bicho
(Polygonum punctatum)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,5 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Joá bravo
(Solanum aculeatissimum)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Leiteiro
(Peschiera fuchsiaefolia)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
3,5 a 5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Mio mio
(Baccharis coridifolia)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Samambaia
(Pteridium aquilinum)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Tôjo
(Ulex europaeus)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas
Tranchagem
(Plantago major)
3,5 L p.c./ha 100 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado. Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas

Garrafa Plástica de 1 L
Garrafão Polietileno de alta densidade 5,0 e 20,0 Litros
Balde Plástico de 20 litros
Tambor plástico de 50 e 200 litros
Tambor de aço de 50 e 200 Litros

Intruções de Uso:
"Navigator - D" é um herbicida recomendado para o controle de dicotiledôneas indesejáveis de porte arbóreo, arbustivo e sub - arbustivo em pastagens.
Culturas, Plantas Daninhas, Doses, Volume de Calda e N° de Aplicações:
Vide " Indicações de Uso/Doses"
DOSES:
PASTAGENS:
a)Aplicação com trator e barra: aplicar 3 a 5 litros do produto/ha.
b)Aplicação com trator e equipamento de fluxo de ar: aplicar 3 a 5 litros do produto/ha.

ATENÇÃO: Volumes totais inferiores a 50 Una exigem calibração e equipamentos do avião que possam produzir gotas de grande diâmetro.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
PASTAGENS:
Para pulverização foliar de qualquer tipo: Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas.
• Observação: Para uma maior eficiência do produto, deve-se adotar os seguintes parâmetros na aplicação:
•Temperatura máxima = 32°C
•Umidade relativa do ar: maior que 60%
Esses parâmetros (medidos através de um termohigrômetro) normalmente são obtidos realizando-se as aplicações no período de 6:00 às 10:00 horas da manhã e recomeçando às 16:00 horas.
MODO I EQUIPAMENTO DE Aplicação:
- É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL

APLICAÇÃO TERRESTRE:
Pastagens:

• Trator com barra: Barra de 18 bicos - separação 50 cm entre bicos. Bicos em leque, pontas 8005, 8006
ou 8008, malha 50. Pressão: 20 a 45 Ib/pd. Vazão: 400 a 700 L/ha. Velocidade do trator: 6 a 8 km/h.
Tamanho da gota (médio): 500 a 600 micra. Densidade da gota: 100-150/cm2.

• Trator com turbina de fluxo de ar: Largura de faixa: 12 a 15 m. Vazão: 100-160 Llha. Velocidade do trator: 3ª marcha reduzida ou 1ª simples. Tamanho da gota: 100-200 micra. Densidade de gota: 50 a 100/cm2.

APLICAÇÃO AÉREA:
- Aplicação foliar em área total:

• Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte. Aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta. Tipo de equipamento: aéreo, usando-se barras com bicos com uma angulação de 45° para trás com referência à corda da asa. Volume de aplicação: de 30 a 50 L/ha.

Altura de vôo:
a) Para áreas sem obstáculos: "paliteiros" (remanescente da derrubada, árvores secas, etc) cerca de 15 m sobre a vegetação a controlar.

b) Para áreas com obstáculos: "paliteiros" impedindo o vôo uniforme à baixa altura, cerca de 40 m sobre a vegetação a controlar. Largura da faixa de deposição: Para aviões:de 18 a 20 m dependendo da altura de vôo. Observação: no caso de 40 m de altura de vôo, a faixa total poderá atingir 20 m, porém consideram-se 18 metros de faixa útil.

Para helicópteros:seguir as recomendações anteriores, porém com as larguras de faixa de 15 a 18 metros. Tamanho e densidade de gotas na deposição sobre a vegetação: de 200 a 400 micras c/ 6 a 18 gotas/cm2 variando com o tamanho da gota.

Condições Climáticas:

Aplicar no período chuvoso (outubro a março) seguindo os seguintes limites meteorológicos: vento: de O a 6 km/h (controlado por anemômetro). Umidade relativa: > 60%, Temperatura: < 32°C (controlados por termohig rômetro).
Tipos de bicos: bicos cônicos com orifícios de 08 a 012 sem core, variando com o tamanho desejado de gota e altura de vôo.
Pressão: 20 psi na barra. Agitação do produto: na preparação da calda é realizada com moto bomba e no avião através do retorno.
Prevenção de deriva: para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima além de:
a)efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas.
b)nunca fazer a aplicação aérea a menos de 2.000 metros de plantas ou culturas sensíveis.

c) controlar permanentemente o sentido do vento: deverá soprar da cultura sensível para a área da aplicação; interromper o serviço se houver mudança nessa direção.

Intervalo de Segurança:
Pastagens: (2)
(2) Intervalo de segurança não determinado.

Intervalo de Reentrada de Pessoas na Cultura Tratada:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana ANVISAlMS)
OUTRAS Restrições A SEREM OBSERVADAS:

. Culturas sensíveis: São sensíveis a esse herbicida as culturas como: algodão, arroz, tomate, batata, feijão, soja. café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas hormonais.

Caso o "NAVIGATOR-D" seja usado no controle de invasoras em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 a 3 anos após a última aplicação do produto. No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário até sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após aplicação do produto. Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida. A aplicação por pulverização aérea só deberá ser feita quando não houver perigo de atingir as espécies acima mencionadas.

Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis o equipamento que foi usado para a aplicação de "NAVIGATOR-D". Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISAlMS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de Aplicação.

DESCRiÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLlCE lAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOlOGIA EQUIVALENTE:

(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMAlMMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOlUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECIClAGEM, REUTILlZAÇÃO E INUTILlZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMAlMMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOlUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
•ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
•PRODUTO PERIGOSO.
•USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agricola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- ão manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPl)
recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PIlECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Produto extremamente irritante para os olhos e sensibilizante.
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. -Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: -Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não apl ique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
-Apl ique o produto somente nas doses recomendadas.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e rnanter os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPl 's) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque c lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente. deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Não há antídoto específico. Tratamento sintomático a critério médico.
INTOXICAÇÕES POR PICLORAM E 2,4-D
Informações Médicas
Grupos químicos: Ácido piridinocarboxílico e Ácido ariloxialcanóico
Classe tóxicológica: I - Extremamente tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: Picloram: Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrintestinal (meia-vida de 0,5 horas) e rapidamente excretado não modificado pela urina; mais que 76% do produto aplicado oralmente foram excretados na urina durante as primeiras 6 horas e, mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por comparação, Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida de 12 horas) e, baseando se na quantidade de Picloram excretado na urina, somente uma pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado à pele foi absorvida. Em resumo, estes dados demonstram que Picloram é rapidamente exeretado tendo um baixo potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas
2,4D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4D é excretado principalmente através da urina ( 84 a 94% do 2,4D administrado) e a eliminação fecal como via secundária de excreção , (2 a 11 %). Apenas uma pequena fração de 2,4-0 foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos: O produto apresentou-se levemente irritante a pele, extremamente irritante aos olhos e sensibilizante. Efeito adverso não é esperado pela exposição inalatória. A exposição ocular pode causar irritação' severa com injúria da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos mínimos no trato gastrintestinal e no fígado.

Picloram
Exposição Aguda
Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer náusea após exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna a toxicidade por via inalatória improvável. O picloram não é descrito como sendo um sensibilizante. O seu pó pode ser irritante aos olhos, pe le, nariz, garganta e trato respiratório. É improvável que ocorra dano à córnea.
Respiratório
O pó do picloram é irritante para o trato respiratório.
Neurológico
Embora não tenham sido relatados ataques
epilépticos em humanos, eles ocorreram em animais expostos a doses fatais.
Gastrintestinal
Pode ocorrer náusea após ingestão de grande:i quantidade de picloram.
O picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal.
Hematológico
Os níveis de leucócitos podem diminuir.
Dermatológico
O picloram é moderadamente irritante para a pele.
O picloram é absorvido lentamente através da pele.
2,4-D
Exposição Aguda
Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.
lngestão
Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão" ,vômito, taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficiência respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise. Patofisiologia
Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso eentral.
Cardiovascular
Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório
lngestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar.
Neurológico
A) Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
B) Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações musculares, espasmos, fraqueza profunda, polineurite e perda de consciência.
C) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas. Gastrintestinal
Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrintestinal.
Hepático
Foram relatadas elevações nas enzlmas lactato desidrogenase, ASAT e ALAT.
Genitourinário
Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à rabdomiólise também é possível.
Hidro-eletrolítico
A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
Hematológico
. A trombocitopenia é o efeito hematológico primário .
•A leucopenia também já foi relatada.
Dermatológico
O contato direto pode causar irritação na pele. Musculoesquelético
Podem ocorrer espasmos muscular, elevação da rabdomiólise.
Endócrino
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4 D. Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis de T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.
Diagnóstico: Nâo existe método diagnósticado para exposição.
Tratamento: Sintomático, a critério médico, em resposta às reações do paciente.
Contra-indicações: O vômito é contra indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos sinérgicos: Nenhum efeito sinérigico é conhecido.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica.
RENACIAT - ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
Telefone de Emergência da empresa: VOLCANO AGROCIÊNCIA Ind. e Com. de Defensivos Agrícolas Ltda: 0800-0141149

Dados relativos à proteção do Meio Ambiente:
Precauções de Uso e Advertência quanto aos cuidados de Proteção ao Meio ambiente:
Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE ( classe II)
•Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
•Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa VOLCANO AGROCIÊNCIA Indústria e Comércio de Defensivos Agrícolas Ltda.- Telefone de Emergência: 0800-0111-767.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido .
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUíMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Embalagem RíGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto .
•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo
•Lavagem sob Pressão:
•Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Embalagem RíGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com,alimentos, bebidas medicamentos, rações, animais e pessoas.
Embalagem SECUNDARIA (NAO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
•É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
. TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
•DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
•A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuanos, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
• A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através da incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
•TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
•O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicadas herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.