Bula Cruiser Opti - Syngenta

Bula Cruiser Opti

acessos
Thiamethoxam
9613
Syngenta

Composição

Lambda-Cialotrina 37.5 g/L Piretróide
Tiametoxam 210 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Sistêmico, Contato

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
300 a 500 mL p.c./100 kg de sementes 1500 mL de água/100 Kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
500 mL p.c./100 kg de sementes 1500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Cupim
(Procornitermes triacifer)
300 mL p.c./100 kg de sementes 1500 mL de água/100 Kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
200 a 250 mL p.c./100 kg de sementes 800 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Pulgão verde dos cereais
(Rhopalosiphum graminum)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes 800 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha do milho
(Dalbulus maidis)
700 a 1000 mL p.c./100 kg de sementes 800 mL de água/100 Kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Coró-da-soja
(Liogenys fuscus)
700 a 1000 mL p.c./100 kg de sementes 800 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Cornitermes cumulans)
200 a 300 mL/100 kg de sementes 2000 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem. A dose maior deverá ser usada nas áreas onde a amostragem prévia indicar alta
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Coró-da-soja
(Liogenys fuscus)
500 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Piolho de cobra
(Julus hesperus)
100 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
250 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Coró-da-soja
(Liogenys fuscus)
500 a 700 mL p.c./100 kg de sementes 800 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Cupim
(Procornitermes triacifer)
300 mL p.c./100 kg de sementes 800 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
200 a 250 mL p.c./100 kg de sementes 800 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem
Pulgão verde dos cereais
(Rhopalosiphum graminum)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes 800 mL de calda/100 kg de sementes - Uma única aplicação na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. Não especificado devido à modalidade de emprego – tratamento de sementes. Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem

Balde - Metal - 5; 10; 15; 20 e 25L
Bag-in-box - Plástico ou Papelão - 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180; 200; 220; 500 e 1000L
Bombona - Plástico - 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180 e 200L
Frasco - Plástico - 0,1; 0,25; 0,5; 1; 1,5 e 2L
IBC - Plástico - 500; 600; 750 e 1000L
Lata - Metálica - 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2 e 5L
Tambor - Metal ou Plástico - 100; 180; 200 e 220L
Tanque - Metal ou Plástico - 5000 e 20000L

** No caso do milho, para cálculo da dose por hectare, adotar a quantidade de 20 kg de sementes ou 60.000 sementes necessário para a semeadura de 1 hectare de área.
Além do controle de pragas, por apresentar efeito bioativador, pode melhorar o desenvolvimento das plantas, como a velocidade de emergência, sistema radicular e parte aérea, o que poderá resultar em incremento de produtividade e qualidade do produto final.

MODO DE APLICAÇÃO:
Arroz: Realizar o tratamento nas áreas com histórico de ataque das pragas nos plantios anteriores ou onde a cultura anterior for pastagem.
Cevada e Trigo: a dose maior deverá ser usada em áreas com histórico de ocorrência das pragas e variedades suscetíveis ao VNAC. No caso do Pão-de-galinha, fazer amostragem populacional na área antes do plantio, principalmente se a cultura anterior for milho em plantio direto e realizar o tratamento se o nível de dano for atingido.
Pastagem: a dose maior deverá ser usada nas áreas onde a amostragem prévia indicar alta infestação da praga.
Milho: a dose maior deverá ser usada em casos de áreas com histórico de infestação ou ataque na cultura anterior. No caso do coró, fazer amostragem populacional na área antes do plantio e realizar o tratamento se o nível de dano for atingido.
Sorgo: a dose maior deverá ser usada em locais com histórico de alta infestação ou ataque na cultura anterior.
Soja: Fazer avaliação prévia da área para detecção da praga e realizar o tratamento se o nível de dano for atingido.
Observações:
Controle de corós ou pão-de-galinha: o tratamento de sementes não elimina totalmente a população da praga no solo; outras técnicas como época de semeadura, rotação de culturas e manejo do solo favorecem o controle e deverão ser adotadas. O tratamento de sementes proporciona proteção ao sistema radicular na fase inicial das plântulas.
O controle através do tratamento de sementes é mais indicado quando as larvas de corós estão pequenas, no início de desenvolvimento, do 10 ao 20 instar, pois são mais facilmente controladas e normalmente estão presentes nas camadas mais superficiais do perfil do solo.
Volumes de calda recomendados:
Diluir o produto na dose recomendada em água até completar o volume de calda desejado, suficiente para tratar 100 kg de sementes, conforme instruções a seguir:
Arroz: 1500 mL de calda para 100 kg de sementes. Pastagem: 2000 mL de calda para 100 kg de sementes.
Cevada, Milho, Sorgo e Trigo: 800 mL de calda para 100 kg de sementes. Soja: 500 mL de calda para 100 kg de sementes.
Instruções para preparo da calda:
Passo 1 - colocar a quantidade de produto desejada em um recipiente próprio para o preparo da calda;
Passo 2 - colocar parte da água desejada gradativamente, misturando e formando uma pasta homogênea;
Passo 3 - completar com a quantidade de água restante até atingir o volume de calda recomendado.
Importante:
Manter a calda em agitação permanente, para evitar decantação.
Equipamentos de aplicação:
Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes. Existem máquinas específicas para tratamento de sementes fornecidas pelos seguintes fabricantes: Momesso, MecMaq, Niklas, Gustafson, etc.
Manutenção:
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
Operação de tratamento de sementes:
Com equipamentos de tratamento de batelada ou lotes, dos tipos Amazone Transmix, Arktos Africa, tambores rotativos, betoneiras ou similares:
Passo 1 - colocar um peso de sementes conhecido;
Passo 2 - adicionar o volume de calda desejada para este peso de sementes;
Passo 3 - proceder à agitação/operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes durante um tempo de 1 a 2 minutos por batelada.
Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Passo 1 - aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período tempo;
Passo 2 - regular o volume de calda desejado para este peso de sementes no mesmo período de tempo.
Importante:
Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras.
A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejados ou falhas no controle de pragas.
Recomendações quanto a utilização e armazenamento das sementes tratadas: As sementes tratadas no devem ficar expostas ao sol.
As sementes tratadas não devem ser usadas para alimentação humana, animal ou para fins industriais.
Armazenar as sementes tratadas em local seguro, separado de alimentos e rações e fora do alcance de crianças e animais.
Após o tratamento das sementes, possíveis sobras do produto devem retornar a embalagem original de CRUISER OPTI.
Intervalo de Segurança para as culturas indicadas (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Não especificado devido à modalidade de emprego - tratamento de sementes.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Na operação de semeadura mecanizada com sementes tratadas, estas apresentam uma redução no fluxo, comparativamente a sementes não tratadas. Para evitar utilizar uma quantidade menor de sementes que a usual e recomendada, deve-se regular a semeadura com as sementes já tratadas. As semeadoras e seus kits de distribuição de sementes devem ser limpos diariamente para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes e engrenagens das mesmas. A falta deste tipo de manutenção pode alterar o fluxo de semeadura ou até mesmo provocar o bloqueio do equipamento. A não observância destas indicações pode resultar em baixa população de plantas, falha no plantio, excesso de sementes por metro ou outras irregularidades no plantio. Em função da baixa quantidade do produto, a ser uniformemente distribuída em 100 kg de sementes, recomenda-se cuidados especiais nessa operação
Fitotoxícidade para as culturas indicadas:
A formulação de CRUISER OPTI foi especialmente desenvolvida para o tratamento de sementes. O produto não apresenta qualquer efeito fitotóxico nas culturas e nas doses recomendadas.
Outras restrições a serem observadas:
No estabelecimento de lavouras em sistema de plantio direto - cultivo mínimo sobre palhadas (restevas) de culturas de inverno (trigo, aveia, etc) é comum a ocorrência do ataque de diversas espécies de lagartas (como por exemplo: Pseudaletia spp. - Lagarta do Trigo / Agrotis spp. - Lagarta rosca / Spodoptera spp. - Lagarta do cartucho, etc) que migram destas restevas (restos culturais) ou de plantas tigüeras (guachas), muitas vezes, em grande quantidade, para as culturas recém-instaladas. Nestes casos, recomenda-se aplicar um inseticida específico para o controle destas lagartas, junto à operação de manejo antes da semeadura da nova cultura. Esta estratégia de dessecação da cultura anterior e das ervas daninhas deve ser realizada uma semana antes da semeadura, reduzindo as chances de ocorrência do ataque de lagartas grandes na emergência da cultura, pois estas lagartas, pelo porte avantajado, escapam ao controle do tratamento de sementes.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio q aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção, individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. ,
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ,ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procurê rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;. botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra \vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de pitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas
Utilize equipamento de proteção individual -- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando necessário);r óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas, ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lavé as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : Macacão
de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provóque vômito_ Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contáminada e lave a pele com muita água corrente e. sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Grupo Químico e Tiametoxam Neonicotiráide
Lambda-cialotrina Piretróide
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética
, Tiametoxam: ,
Após a administração oral de Tiametoxam em ratos e camundongos a
absorção foi rápida assim como a sua excreção através da
urina. Ocorreu ampla distribuição e não houve evidências de bioacumulação. Após exposição dérmica em ratos, a absorção foi baixa (< 3 % em 48 h). Estudos de toxicocinética e metabolismo com o thiametoxarn demonstraram diferenças entre espécies quanto ao seu metabolismo e excreção. Os principais processos de metabolização - desmetilação e quebra do anel oxadiazina - ,foram similares, porém taxas relativas destes processos resultaram nas principais diferenças quantitativas dos
metabólitos. Após administração oral, a excreção de thiametoxam inalterado na urina de ratos foi de 73 %, e nos 'camundongos 39 %, indicando uma maior me,tabolização da substância nos camundongos em comparação com os ratos. A excreção através das fezes em camundongos representou 19 % da dose administrada, e em ratos somente 5 % foi eliminado por esta via. Os tempos de meia-vida foram de 6 - 7 h em ratos e de 4 - 5 h em camundongos.
Lambda-cialotrina:
Estudos efetuados em animais de laboratório mostraram que a principal via
de absorção foi oral, sendo as demais secundárias.
administrada, o produto. sedistribuiu j5ela maioria dos tecidos, e os maiores
níveis de. resíduos foram encontrados no tecido adiposo. O Lambda
cialotrina foi principalmente metabolizado através-de hidrólise da ligação de
éster, oxidação e' conjugação e foi excretado pela urina quase na sua
totalidade, após 48 horas, na forma de conjugados polares. A eliminação foi precedida pela clivagem da, ligação, éster.
Após a administração dérmica não foram observados achados hematológicos, clínicos ou histopatológicos que pudessem ser atribuídos- à -administração do produto.
Mecanismos de toxicidade: Tiametoxam:
Em camundongos, o thiametoxam resultou na diminuição significativa da
redução de colesterol segaido por morte celular, como necrose e apoptose,
e aumentou a replicação celular após o período de 30 dias. O principal
metabólito causador destas 'alterações foi identificado como o CGA330050 (3-(2-chloro-thiazol-5-ylmethy1)41,3,5] oxadiazian-4-ylidene-N-nitroamine), um metabólito'plas'mático significante em camundongos, mas não em ratos.
Lambda-cialotrina:
Estudos efetuados em animais de laboratório mostraram que a principal via de absorção foi oral, sendo as demais secundárias.
Após a administração oral, a absorção foi da ordem de 50% da dose
administrada, o produto se distribuiu pela maioria dos tecidos, e os maiores
níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. O Lambda cialotrina foi principalmente metabolizado através de hidrólise da ligação de éster, oxidação e conjugação e foi excretado pela urina quase na sua totalidade, após 48 horas, na forma de conjugados polares. A eliminação foi precedida pela clivagem da ligação éster. Após a administração , dérmica não foram observados achados hematológicos, clínicos ou histopatológicos que pudessem ser atribuídos à administração do produto.
Sintomas e sinais clínicos:
Tiametoxam:Exposição aguda: Inseticidas neonicotináides são relativamente pouco
tóxicos a pessoas devido à sua menor afinidade aos receptores hicotínicos
humanos quando comparados aos ,dos insetos. Estes inseticidas não
penetram com facilidade a barreira hematoencefálica. Desta forma, efeitos
relacionados ao Sistema Nervoso Central (SNC) não são esperados
quando houver exposição a baixas doses. Em um número limitado de
exposições humanas já foram relatados casos de gravidade moderada a
severa de depressão do SNC. Agitação severa e delírio foram reportados
após a exposição por vialnalatória ani um adulto. Náusea e vômitos podem
ser esperados após exposição massiva a neonicotiráides.
-Em animais observou-se : Quando da ingestão de doses moderadas a altas houve estimulação do Sistema Nervoso Central, similar ao que ocorre quando da exposição a nicotina, incluindo: tremores, baixa reação pupilar e hipotermia.
Lambda-cialotrina:
Após a exposição direta na pele podem ocorrer reações transitórias como vermelhidão e sensação de calor na região periorbital. Em casos de intoxicação moderada podem perestesia, dermatite de contato, e sintomas sistêmicos -como tontura, dor de cabeça, náuseas, anorexia, e :fatiga. A ingestão de grandes, quantidades pode levar a um quadro mais grave com agravamento dos sintomas sistêmicos, distúrbio de consciência e contração muscular. involuntária
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de 'intoxicação.aguda, trate o paciente imediatamente.
Tiametoxam:
Por não existirem sinais de intoxicação humana específicos ao ingrediente
ativo, o diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos.
Lambda-cialotrina:
O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas' clínicos compatíveis. »Se for necessário, o diagnóstico pode ser confirmado através da mensuração de piretróides ou seus metabólitos na urina.
Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico.,
Tratamento: as medidas gerais são orientadas à remoção da fonte de exposição, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, prevenção de aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Evitar o contato com os olhos, pele e roupas contaminadas.
O tratamento é o de substâncias tóxicas em geral.
Exposição Dérmical: 1 — Remova as roupas sujas e lave a pele contaminada com água e sabão.
2 — Institua tratamento sintomático e medidas de suporte, conforme necessário. A vitamina E tópica (acetato de tocoferol) tem mostrado reduzir a irritação da pele se aplicada logo após a exposição.
3 — Os sintomas geralmente cessam dentro de 24 h, sem tratamento especifico.
Exposição Oral:
Lavagem gástrica: na , maioria dos casos não é necessário dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto potencialmente perigosa à vida (até 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de produtos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); risco de hemorragia/perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidade não significativa.
• Carvão ativado: se liga à •maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora)
1. Dose: suspensão- de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos! adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano;
2. Não atua com metais ou ácidos e bases fortes, nem com substâncias irritantes, quando pode dificultar a endoscopia.
• Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
• Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem
gástrica.
• Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
Exposição !natatória: Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado. Se ocorrer tosse ou dispnéia, avalie quanto a irritações, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com I32-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral..
Exposição Ocular: Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dix, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de. ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
Contra indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão ,do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos Sinérgicos: Tiametoxam é um inseticida neonicotinoide que age bloqueando o receptor nicotínico da acetilcolina (nAChR) no sistema nervoso dos insetos. Nos humanos o. bloqueio destes receptores é muito baixa, o que explica sua baixa toxicidade em mamíferos. O Tiametoxarn poderia apresentar efeitos sinérgicos se associado com outros neonicotinoides.
Não são conhecidos efeitos sinérgicos para o Lambda-cialotrina.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Mecanismo de ação, absorção e excreção: Vide item Toxicocinética no quadro acima.
Efeitos aqudos e crônicos Para animais de laboratório:
Efeitos agudos: (PF)
DL50 oral em ratos: 3045 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: > 5050 mg/kg
CL50 inalatória ám ratos: > 2,53 mg/L
Irritação ocular em coelhos: Extremamente irritante Irritação dérmica em coelhos: Pouco irritante Sensibilização cutânea: Não sensibilizante
Efeitos crônicos: Tiametoxam: -
No estudo crônico em cães (52 semanas) foi observado aumento nos níveis plasmáticos de ureia, creatinina em animais de ambos os sexos nas doses de 750ppm e 1500ppm. Foram também observados redução da atividade -da alanina aminotransferase em machos tratados com 750 e 1500ppm e redução nos níveis de albumina sérica em fêmeas tratadas com 1500ppm. Em cães machos foi observadas diminuição do peso absoluto e relativo dos testículos em machos tratados com 750 ppm e- 1500ppm: esta alteração esteve associada com um ligeiro aumento na incidência e severidade de atrofia tuburar.Os níveis de dose onde não foram observados efeitos adversos foram de 150ppm (machos: 4,05 mg/Kg/dia p.c. e fêmeas: 4,49 mg/kg/dia p.c.)
No estudo crônicos e de carcinogenicidade em camundongos machos .e fêmeas, as principais alterações relatadas nos estudos crônicos foram: hipertrofia, inflamação e necrose -do fígado e nefropatia. Houve aumento de incidência de adenomas e adenocarcinomas nos fígados, sendo considerado relativo à indução de enzimas microssomais hepáticas, do tipo espécie-específica (semelhante à causada pela administração de fenobarbital a 'roedores); Os níveis de dose onde não foram observados efeitos adversos foram de 2Oppm (machos: 2,63 mg/Kg/dia p.c. 9 fêmeas;_ 3,68 mg/kg/dia p.c.).
No estudo crônico e de carcinogenicidade foi , observado em machos um aumento na incidência e severidade de nefropatia crônica, com observação de lesões tubulares, proliferação de basófilos e infiltração linfocitária nos rins, possivelmente devido a acumulação de a-2-microglobulia. As fêmeas apresentaram focos de alteração celular -no fígado. Não houve observação de desenvolvimento de neoplasias. Os níveis de dose onde não foram observados efeitos adversos foram de 500ppm (21 mg/Kg/dia p.c. ) para os machos e 1000pprn e (50,3 mg/kg/dia p.c.) para as fêmeas.
Nos estudos de reprodução e prole em ratos foram observadas desorganização/perda de células germinativas e vacuolização nas células de Sertoli (grau mínimo) em machos da geração F1, sem alteração dos parâmetros de fecundidade. O nível de dose onde não foi observado efeito reprodutivo foi de 75 mg/Kg/dia p.c..
Nos estudos de teratogênese foram observados: redução do peso fetal, atraso na ossificação e, aumento nas taxas de, perdas pós-implantação (apenas em coelhos) em doses materno-tóxicas.
Estudos de neurotoxicidade aguda em ratos revelaram o aparecimento de depressão do Sistema Nervoso Central quando da administração de doses altas (500mg/Kg p.c.).
Não houve quaisquer evidências de mutagenicidade ou clatrogenicidade em estudos realizados "in vitro" e "in vivo".
Lambda-cialotrina: -
Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectaram efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos.‘Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade.
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: 3045 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: > 5050 mg/kg
Uso inalatória em ratos: > 2,53 mg/L
Irritação ocular em coelhos: Irritação severa, efeitos reversíveis dentro das 72 horas, Irritação dérmica em coelhos: Não irritante
Sensibilização cutânea: não sensibilizante

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
x Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800 704-4304.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DEUSUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem Sai-p—ressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
m armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deerá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável", no Próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SACARIAS (utilizadas para acondicionar sementes tratadas com CERTICOR) AS EMBALAGENS — SACARIAS — NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS. AS EMBALAGENS — SACARIAS — NÃO PODEM SER LAVADAS.
- ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
O armazenamento das embalagens — SACARIAS — vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio das SACARIAS.
As embalagens — SACARIAS — vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS — SACARIAS — VAZIAS:
Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico CERTICOR ou no local onde foram adquiridas as sementes tratadas.
Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico devem descrever nas sacarias que as sementes foram tradas com o agrotóxico CERTICOR e informar que a mesma devem ser devolvidas no local em que foram tradas ou adquiridas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedade, resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução d' resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.or .br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura. gov.br).