Bula Cuprogarb 350 - Oxiquímica
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Bula Cuprogarb 350

Oxicloreto de cobre
4795
Oxiquímica

Composição

Oxicloreto de cobre 588 g/kg
Equivalente em cobre metálico 350 g/kg

Classificação

Terrestre
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora infestans (Requeima)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Diaporthe medusaea (Melanose)
Elsinoë australis (Verrugose da laranja doce)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Alternaria solani (Pinta preta grande)

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Plasmopara viticola (Míldio)

Embalagens: 1, 4, 5 e 25 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

MODO DE AÇÃO DO PRODUTO EM RELAÇÃO AO ALVO BIOLÓGICO

O produto age por contato (protetor), atuando como coagulador de protoplasma nos alvos biológicos.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCAS OU INTERVALOS DAS APLICAÇÕES

Batata: Iniciar a aplicação quando as plantas estiverem com 15 cm de altura e repetir com intervalos de 3 a 7 dias. Utilizar 06 aplicações. Intervalos mais curtos em época favorável à doença. Volume de calda 850 L/ha.
Café: Iniciar a aplicação com o aparecimento dos primeiros sintomas da doença, repetindo o tratamento sempre que as condições forem favoráveis à incidência da doença. Utilizar 04 aplicações. Volume de calda de 1000 L/ha.
Citros: Iniciar a aplicação preventiva quando 2/3 das pétalas estiverem caídas (florada) e repetir o tratamento cerca de 30 dias após a primeira. Utilizar 02 aplicações. Volume de calda de 15 L/planta.
Tomate: Iniciar a aplicação aos 20-25 dias após o transplante das mudas e repetir a cada 5 a 7 dias. Utilizar 10 aplicações. Volume de calda de 1300 L/ha.
Uva: Iniciar a aplicação durante o período de frutificação, pulverizando preventivamente em intervalos de 4 a 7 dias. Utilizar 07 aplicações. Volume de calda de 1000/ha.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Batata, Café, Citros, Tomate e Uva - Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro galvanizado.
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Alguns cultivares poderão acusar sensibilidade ao produto quando o clima apresentar alta umidade atmosférica, juntamente com temperaturas relativamente baixas. Em caso de dúvida, recomenda-se efetuar testes prévios em pequena escala.
- Incompatibilidade: Incompatível com TMTD, DNOC, enxofre cálcico, ditiocarbamatos e produtos com altos teores de fósforo.

MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

- Formulação de pronto uso.
- O produto deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas, nas dosagens recomendadas.
- Equipamentos de aplicação: Utilizar pulverizador tratorizado com jato dirigido, com pressão de 100 a 150 libras ou utilizar pulverizador costal com pressão de 50 libras, com bico X-2 ou X-3 ou ainda, utilizar atomizador com pressão de 250 libras.
- Em todas as formas de aplicação deve-se observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo (uso sucessivo de fungicidas de mesmo mecanismo de ação) se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas poderíamos prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Qualquer produto para controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas do mesmo patógeno. Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfitopatologia.org.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO: M01 - FUNGICIDA

O produto Cuprogarb 350 é composto por Oxicloreto de Cobre, que apresenta mecanismo de atividade de contato multi-sítio, pertencente ao grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

Corrosivo a metais.