Bula Cuprosate Gold 720 WP

acessos
Mancozebe + Cimoxanil
37617
Proregistros

Composição

Cimoxanil 80 g/kg Acetamida
Mancozebe 640 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Sistêmico

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
2 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. 7 dias. Realizar as pulverizações sempre que as condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis: temperaturas amenas e alta umidade
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
2 a 2,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. 7 dias. Realizar as pulverizações sempre que as condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis: temperaturas amenas e alta umidade
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
2 a 3 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. 7 dias. Realizar as pulverizações sempre que as condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis: temperaturas amenas e alta umidade
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
2,5 a 3,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 14 dias. 7 dias. Realizar as pulverizações no início do crescimento da brotação até o início da frutificação (bagas “chumbinho”)

Conteúdo: 0,05; 0,1; 0,2; 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 3,5; 4; 4,5; 5; 10; 20; 24; 25 kg.

MODO DE APLICAÇÃO:

CUPROSATE GOLD 720 WP deve ser aplicado na dosagem recomendada, em quantidade de calda
suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas a serem tratadas. Manter a calda de
pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras
com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.

Aplicação Terrestre:

Para aplicar o CUPROSATE GOLD 720 WP utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa
cobertura.
Tamanho de gota: 90 a 100 micra
Densidade de gotas: mínimo 60 gotas /cm2
Adicionar espalhante adesivo para propiciar uma melhor cobertura e aderência do CUPROSATE GOLD
720 WP, conforme recomendação do fabricante.
Instruções para Preparo da Calda de Pulverização:
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar o produto mantendo o misturador
mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda
deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata, cebola, tomate e uva – 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

• O produto deverá ser aplicado isoladamente, sem mistura em tanque.
• Não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h e nem sob chuva.
• Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas
indicadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

DADOS RELATIVOS ÀS PRECUAÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTO NO QUE DIZ RESPEITO A SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
-Aplique somente as doses recomendadas do produto.
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

-Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do térmico do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendado para o uso durante a
aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

SIMBIO MIX (MANCOZEB + CIMOXANIL)
Grupo Químico Mancozebe: alquilenobis (ditiocarbamato)
Cimoxanil:acetamida
Classe Toxicológica I - Extremamente Tóxico
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética
Mancozebe: em ratos é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal,
distribuído pelos órgãos e excretado quase por completo após 96 horas
através das fezes, urina e bile. O etileno tiourea (ETU) é o principal
metabólito. Após a administração de mancozeb em animais menos de 1 ppm
do metabólito ETU foi encontrado na tireóide e no fígado. Após 24 horas,
estes resíduos não foram detectados. O metabólito etileno tiourea pode ser
detectado na urina.
Cimoxanil: Após uma dose oral de cimoxanil radiomarcado a ratos, o
ingrediente foi extensivamente metabolizado e rapidamente eliminado. Mais
de 85% da radioatividade administrada foi excretada, principalmente na urina,
dentro de 48 – 72 horas. Após 96 horas, menos de 1% da dose administrada
permaneceu nos tecidos. Os principais produtos excretados foram
metabolitos polares como o 2-ciano-metoxiimino ácido acético, glicina e
outros aminoácidos conjugados. Estes metabolitos são rapidamente
metabolizados para outros produtos naturais. Um metabolito menos
importante também foi identificado, 1-etil-5,6-di-2, 4 (1H, 3H) piridinedione, e
é postulado como um metabólito intermediário.
Mecanismos de
toxicidade
Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para os
ingredientes ativos.
Sintomas e sinais clínicos
O mancozebe apresenta baixa toxicidade para mamíferos. Sintomas
relatados em humanos foram: dermatites de contato, sensibilização cutânea, rachaduras na pele, sonolência, náusea. Os efeitos observados em animais
foram: a dermatite de contato e a hiperplasia da tireóide.
O Cimoxanil apresenta baixa toxicidade aguda para mamíferos. Não foram
encontrados relatos de intoxicações pelo ativo em seres humanos. Em ratos
após uma única exposição pela via oral, em doses próximas a DL50, os
animais apresentam ataxia, letargia. Em cães também expostos a altas doses
pela via oral os sintomas incluíram ataxia, anorexia, diarreia, salivação,
convulsões, fraqueza, vômitos, letargia e perda de peso.
Diagnóstico
O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
exposição e pela ocorrência do quadro clínico compatível. Para a
confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com
sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dos metabólitos ou dos
ingredientes ativos em material biológico.
Tratamento
Antídoto: Não há antidoto específico.
Tratamento: Tratamento sintomático que deverá inclui a remoção da fonte
de exposição, descontaminação, proteção das vias respiratórias, de
aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral:
• Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado.
• Carvão ativado: se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica se administrado logo após a ingestão (1 h).
Dose: suspensão (240 ml de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em
adultos, 25 a 50 g em crianças de 1-12 anos e 1g/kg em < 1 ano; •
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas
permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necessário.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias.
Uso de ventilação assistida se requerido. Monitorar oxigenação (oximetria ou
gasometria), eletrólitos, ECG, etc.
ATENÇÃO
Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa:
(51) 3342-0028

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicoxinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral (ratos): 5.000mg/Kg (fêmeas)
DL50 dérmica (ratos) > 2.000 mg/kg (machos e fêmeas)
CL50 inalatória (ratos) (4h) > 5,720 mg/L (machos e fêmeas)
Irritação dérmica (coelhos): levemente irritante
Irritação ocular (coelhos): irritante
SensibiIização dérmica: o produto é considerado não sensibilizante.

Efeitos crônicos:
Mancozebe: Estudo em camundongos, foram observadas pequenas alterações hormonais da tireoide e não foram relatadas alterações de peso e avaliação microscópica do órgão. Em um estudo de três gerações em ratos não foram relatados efeitos embrio-fetotóxicos e teratogênicos. Porém em outro estudo conduzido em ratas prenhes foram observadas anormalidades no desenvolvimento corporal do sistema nervoso central, olhos, orelha e sistema musculoesquelético. Quando o mancozebe foi administrado pela via inalatória em ratas prenhes não foram observados efeitos teratogênicos.
Cimoxanil: Um estudo de 12 meses de duração em cães apresentou um NOEL de 3mg/kg/dia para os machos e 1,6mg/kg; dia em fêmeas baseado na diminuição do peso corporal e diminuição do consumo alimentar em ambos os sexos e diminuição da contagem de células vermelhas nos machos. Nos demais estudos crônicos, o cimoxanil não foi considerado carcinogênico, teratogênico, nefrotóxico ou indutor de problemas na reprodução.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:

- Este produto é:
X-PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos: algas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicado em lagos, fontes, rios e demais corpos d’ água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DE PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PROREGISTROS REGISTROS DE
PRODUTOS LTDA – telefone de emergência: (51) 3342-0028/3062-2848.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC,
óculos protetor e máscara com filtro).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado
e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso,
contate a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA

UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

• LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá utilizar os mesmos EPI – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas
as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas medicamentos,
rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo e validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

- As embalagens vaziam não podem ser transportados junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo e validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

- As embalagens vaziam não podem ser transportados junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (embalagem padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDA AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e dor ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPENENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem com determina que os agrotóxicos não
podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao
desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR)
recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no
rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc)
dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o
manejo de resistência.